Para surpresa de ninguém, Irã continua sendo Irã

Há a velha máxima “de onde menos se espera é que não sai nada, mesmo”. Teve umas almas puras (e extremamente idiotas) que acreditaram que o Irã estava melhorando, já que aboliu a sua polícia da moralidade. Até pode ser, mas não da forma como imaginavam. Acabaram só com o nome, mas as práticas continuam as mesmas. Podemos ver bem isso ao sabermos que não muito na surdina (ok, foi escancarado, pois o Irã tá pouco se fodendo), o Irã passou o cerol no segundo manifestante na última segunda-feira. Continuar lendo “Para surpresa de ninguém, Irã continua sendo Irã”

“Patrulha islâmica” londrina não tem louça suja e persegue pessoas

A Inglaterra é um país estranho, mas não tão estranho quanto a Itália. Particularmente eu sempre achei que ingleses não são muito normais, mas deve ser meu sangue irlandês que me faz dizer isso, mesmo que eu tenha inúmeras provas. Sou um homem de bom coração, entretanto.

Se as coisas na Inglaterra sempre acabam em doideiras – devido ao fog, provavelmente – sempre pode-se piorar com o fanatismo religiosos, onde membros de uma espécie de patrulha islâmica de bons costumes ficam se metendo na vida dos outros e repreendendo quem eles acham que deveriam seguir seus costumes idiotas.

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Camelinhos de Allah surtam por causa de filme vagabundo

Antes de mais nada, devemos salientar a importância das religiões como sendo guias morais e fundamento ético de qualquer sociedade, onde seus seguidores sabem da importância do convívio, relegando aos não-crentes a decadência na barbárie. O Islã é a pérola do Oriente e fiel seguidora dos princípios pacifistas do pedófilo, digo, misógino, digo, profeta Mohammed. Por causa de um filme de baixo orçamento, os Camelinhos de Allah mostraram toda a calma e temperança de sua religião, começando um imensa quebra-quebra, com mortos e inúmeros feridos. O que diabos está acontecendo?

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Adolescentes são acusados de assassinato com requintes de crueldade

É lamentável quando vemos a degradação do ser humano. Não que, de uma maneira geral, sejam ou foram éticos, uma boa parcela não é, e a história humana é pontilhada de atos de barbarismo. O problema da Ética é que ela é baseada em conceitos subjetivos e, como eu costumo dizer, qualquer conceito inexiste no mundo real (em breve, um artigo sobre isso). Mas quando vemos dois adolescentes da Inglaterra – que deveriam estar jogando vídeo-game ou lendo revistas educativas no banheiro – cometendo atos de extrema violência, a ponto de agredir outras crianças, a ponto de causar a morte de uma delas, é para deixarmos de lado a visão Pollyana da vida e encararmos o mundo real, Neo. Esta é a segunda edição da SEXTA INSANA. Continuar lendo “Adolescentes são acusados de assassinato com requintes de crueldade”