Os chatólicos romanos, como sempre, mostram o quanto estão desesperados com os avanços da Ciência. Imagino que deva ser alguma mágoa que persiste desde o Renascimento. Agora, dão mais uma amostra de uma proverbial e ridícula ignorância (intencional ou não, eu ainda não descobri), onde fazem de tudo para justificar suas frágeis idéias de como o mundo funciona.
Em artigo publicado nesta terça feira (02/09), o Osservatore Romano, o jornaleco editado pelo Vaticano – famoso por publicar idiotices – afirmou que os atuais critérios científicos que definem o fim da vida estão superados e isto pode criar problemas bioéticos na definição dos casos de coma e anencefalias.
Ou seja, padres querem saber mais sobre medicina que os médicos. Com base no relatório cientifico Harvard, publicado 40 anos atrás, em 1968, ficou estabelecido que o fim da vida de um ser humano é definido pela morte cerebral e não mais pela parada cardíaca, para infelicidade dos tristes aristotélicos que sempre defenderam que nós pensamos com o coração e que o cérebro servia apenas para refrigerar o sangue. Continuar lendo “Jornal do Vaticano diz que vida não acaba com morte cerebral”

A tradicional classificação das espécies, realizada há 250 anos pelo naturalista sueco
Algumas pinturas medievais difundiram lendas sobre uma Terra plana por séculos. Mas, embora os sábios de todos os tempos nunca tenham perdido a noção da esfericidade da Terra, que vem desde os gregos, o fato é que até hoje não temos uma medição precisa do formato do nosso planeta. O formato referencial da Terra é conhecido como geóide. Agora, pela primeira vez na história, dispomos de todas as técnicas e instrumentos necessários para medir o geóide com precisão.
A mente humana é uma máquina notável, porém limitada. Recentemente, um conjunto crescente de pesquisas tem focalizado certa limitação mental, relacionada à nossa capacidade de usar uma peculiaridade da mente conhecida como função executiva. Quando se concentra em uma tarefa específica por um período prolongado ou se opta por comer uma salada em vez de um pedaço de bolo, os músculos da função executiva estão sendo flexionados. Os dois processos mentais exigem esforço consciente ? de resistir à tentação de deixar a sua mente vagar ou de sucumbir ao prazer da sobremesa. O problema é que a utilização da função executiva ? um talento em que todos confiam do começo ao fim do dia ? recorre a uma única fonte cerebral de capacidade limitada. Quando esse recurso é esgotado por uma atividade, nossa capacidade mental pode ser seriamente reduzida para outras atividades aparentemente estranhas.
No Ceticismo.net ainda não tínhamos necessidade de fazer um comunicado geral, total e irrestrito aos nossos leitores. Mas, tenho visto que se faz necessário alguns esclarecimentos, já que as pessoas ainda não compreenderam o que é, para que serve e como funciona um blog.
Os italianos estão mestres em trazer inúmeras pérolas. Pelo visto, acharam pouco terem
São muitas as historias que circulam na internet, e como não podemos tratar de todas, pois esta série não teria fim, e ocuparia um extenso tempo pesquisando e refutando todas elas, deixamos aqui as mais famosas “histórias verídicas que não passam de mentira”.
A Fabi, uma de nossas comentaristas,
Classificação de nova espécie descoberta no Reino Unido suscita controvérsia entre especialistas. Nem mesmo os vírus estão livres de adoecer por virose. Um trabalho publicado na semana passada na revista Nature mostra que um vírus gigante conhecido desde 2004 pode contrair infecção causada por um vírus 15 vezes menor que ele. A criaturinha descoberta por cientistas franceses e norte-americanos em uma torre de refrigeração no Reino Unido recebeu o nome de Sputnik.
Classificação de nova espécie descoberta no Reino Unido suscita controvérsia entre especialistas. Nem mesmo os vírus estão livres de adoecer por virose. Um trabalho publicado na semana passada na revista Nature mostra que um vírus gigante conhecido desde 2004 pode contrair infecção causada por um vírus 15 vezes menor que ele. A criaturinha descoberta por cientistas franceses e norte-americanos em uma torre de refrigeração no Reino Unido recebeu o nome de Sputnik.