Um grupo de físicos lançou – na manhã desta quinta-feira (6/3) – em São Paulo, capital, um projeto didático ambicioso com o objetivo de levar a todas as 24.131 escolas públicas e privadas de ensino médio do Brasil os principais conceitos adquiridos no século 20 sobre a estrutura elementar da matéria.
Um dos objetivos do projeto Estrutura Elementar da Matéria: Um Cartaz em Cada Escola, que pretende distribuir 50 mil cartazes, cerca de dois para cada instituição de ensino, é aguçar a curiosidade dos jovens e despertar vocações para o estudo das ciências físicas.
Serão distribuídos ainda 25 mil folhetos explicativos para que os professores possam responder às questões levantadas pelos alunos. Cartaz e folheto contêm conhecimentos básicos sobre os constituintes da matéria e as interações que regem o mundo subatômico. Continuar lendo “Estrutura Elementar da Matéria: Um Cartaz em Cada Escola”

O mais antigo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, está certo ao considerar o processo que começará a ser julgado ali amanhã “o mais importante de toda a história” da Corte, porque, argumenta, será uma deliberação sobre o direito à vida. Mas pode-se explicar de outras formas, quem sabe mais apropriadas, a importância excepcional desse julgamento. Para o relator da ação sobre a qual o Supremo vai se pronunciar, Carlos Ayres Britto, por exemplo, o que está em tela de juízo é um confronto entre ciência e religião – ou, pelo menos, entre ciência e religião católica. Uma terceira formulação, no entanto, talvez seja a mais cabal: o STF está na iminência de fazer história porque foi chamado a se pronunciar, em derradeira análise, sobre a separação constitucional entre Igreja e Estado no Brasil.
Quando a gente fala que de cara limpa ninguém acredita nas pataquadas da Bíblia, me chamam de herege e que eu irei arder no inferno, depois de sofrer muito aqui na Terra com um câncer, que minha mulher vai me trair, meus filhos se transformarão em lumbrigas e que Jesus me baixará a porrada, entre outras coisas lindas saídas do amoroso coração dos
Consideremos este ponto e digamos o seguinte: “Ou Deus existe ou não existe.” Mas qual das alternativas devemos escolher? A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir. No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta?
Só para sacanear os idiotas que acreditam no criaburricionismo, cientistas noruegueses afirmam que o fóssil de um réptil marinho gigante encontrado numa ilha do oceano Ártico, em 2006, é o maior já encontrado. Só que não basta afirmar, é preciso demonstrar o achado.
Todos os calendários se baseiam nos movimentos aparentes dos dois astros mais brilhantes da abóbada celeste, na perspectiva de quem se encontra na Terra – o Sol e a Lua – para determinar as unidades de tempo: dia, mês e ano.
É possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos.
Os conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia.
Abu Musa Jabir ibn Hayyan ( جابر بن حيان) (c.721–c.815), também conhecido pelo nome latino “Geber“, foi um alquimista islâmico proeminente, além de farmacêutico, filósofo, astrônomo, e físico. Ele também foi chamado de “o pai de química árabe” pelos europeus. A origem étnica dele não é clara, embora a maioria das fontes o atribuem a origem árabe ou persa. Geber é responsável pela introdução da experimentação na alquimia, assim como a invenção de vários processos importantes usados na Química moderna, como as sínteses dos ácidos nítrico e clorídrico, a destilação e a cristalização.
Por Voltaire