Atualmente, a grande corrida é o desenvolvimento de novas tecnologias para baterias. A demanda de sistemas de armazenamento de energia para diversos tipos de dispositivos. Portabilidade e eficiência estão sendo estudados de forma que se possa unir o melhor dos dois mundos, mas nem sempre se consegue. Agora, pesquisadores tentam usar outro caminho: aliar nanotecnologia com madeira. Madeira? Pedaço de pau? Sim… bem, mais ou menos isso.
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Nossa ciência médica avança a cada dia. Conseguimos coisas maravilhosas nos últimos anos e a cada dia novas pesquisas surgem com promessas e ideias para prolongar nossas vidas, ou fazer-nos sofrer cada vez menos. Eu não tenho nenhum pudor com procedimentos extremos, mas isso não significa que não devemos questionar certas coisas. Uma delas é a proposta de um neurocientista que defende pesquisas para transplantes de cabeças. Deveríamos ver isso bem de perto, não?
Este país é tão vergonhoso que pesquisa científica agora é feita literalmente com o pires na mão. Pessoas com brios e um tanto de vergonha jamais pedem dinheiro às pessoas para resolver seus problemas. Cientista quer porque quer saber das coisas e aí, amiguinho, o brio que se dane, dá essa grana aqui para que possamos trabalhar; como foi o caso de uma pesquisadora que pediu dinheiro pra galera para poder fazer sua pesquisa. O pior, digo, MELHOR é que conseguiu!
Hoje, é impossível fechar os olhos para a maravilha que é a pesquisa com células-tronco. Tão fantástica que religiosos fanáticos querem impedi-la, pois isso ofuscaria o deus inútil deles, que por sinal odeia aleijados; odeia até gente gripada. A cada dia, vemos cientistas operando milagres, mas não daqueles de aparecer uma imagem numa batata e sim de trazer a cura para muitas doenças. Um grupo de pesquisadores agora fez algo um "pouquinho" melhor. De células-tronco, eles fizeram um fígado inteirinho.
Já dizia o ditado que quando se está piiiiiiiiiiiiii o urubu de baixo piiiiiiiiiiiiii no de cima.Se depois daquela desgraceira toda do terremoto que detonou geral lá, o pessoal do que antes era conhecida como a "Pérola do Caribe" achava que estava livre de outras catástrofes, a vida mostra que sim, sempre pode piorar. Agora, eles são alvo dos Uruk-Hai, digo, pelos pastores evangélicos naquele aprazibilíssimo lugar chamado Rondônia.
Além de água, o que se procura em exoplanetas é a presença de oxigênio. Sua quantidade dirá se o lugar pode abrigar seres vivos ou não. De um modo geral, grande maioria dos seres vivos depende do oxigênio, mas em quantidades mais elevadas, o gás, fortemente oxidante (e oxidação não é necessariamente reação com o oxigênio), pode mandar todos os seres vivos irem pra vala.
Estamos acostumados a pensar nos seres vivos de uma forma geral como animais e plantas. Quando muito, pensamos em vírus, bactérias e fungos, mas de uma maneira isolada, como se fôssemos entidades biológicas únicas, mas não é isso que acontece. Cada um de nós, seres vivos, é um verdadeiro viveiro abrigando toda sorte de "coisa".
Memória é diferente de aprendizado. Não adianta você aprender alguma coisa agora se não conseguirá se lembrar dela daqui a dez minutos. Diferente que o "inteligentíssimo" sábio de Estagira disse, os pensamentos não ficam no coração (e, apesar de casado duas vezes, ele não sabia que mulheres têm o mesmo numero de dentes que os homens). Agora, pesquisadores do Instituto Gladstone determinaram que uma proteína está envolvida na regulação da atividade neuronal, influenciando no processo neurológico para a formação de memória de longo prazo.
A vida de um arqueólogo não é fácil. Longe de ser o mundo de aventuras como as do Indiana Jones, arqueologia é algo que requer disciplina, paciência e horas com a bunda pra cima escavando ou se embrenhando em alguma mata esquecida em busca de qualquer treco (neste momento, uma turba de arqueólogos com máscaras do Guy Fawkes lotam a calçada aqui em frente).
O pessoalzinho tosco que defende os ‘direitos dos animais" (mas usam inseticida em casa), acha um absurdo experimentação animal, alegando que isso é tortura. Curiosamente, nunca falam quando cientistas fazem pesquisas nas quais curam pequenas cobaias. Agora, cientistas dão mais um passo em termos de ciência médica: eles conseguiram reconstruir medulas espinhais de ratos. Ok, foram cotadas, mas voltaram a ser remendadas e mesmo o mais fanático dos vegans toma remedinho. E, claro, isso ajudará muita gente com problemas de lesões no sistema nervoso.