Pareidolia e o Vale da Estranheza

A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.

Aliado a isso, algumas vezes temos sensações desconfortáveis, onde não gostamos do que vemos ou mesmo o repudiamos, à medida que alguma coisa tenta ser algo, mas não consegue chegar perto. É o Vale da Estranheza.

O presente artigo esmiuça nossa herança evolutiva, correlaciona a nossa capacidade de reconhecermos rostos desde nosso nascimento, e como isso nos influencia ao ver o mundo que nos cerca.

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Pareidolia e o Vale da Estranheza

pareidoliaA pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.

Aliado a isso, algumas vezes temos sensações desconfortáveis, onde não gostamos do que vemos ou mesmo o repudiamos, à medida que alguma coisa tenta ser algo, mas não consegue chegar perto. É o Vale da Estranheza.

O presente artigo esmiuça nossa herança evolutiva, correlaciona a nossa capacidade de reconhecermos rostos desde nosso nascimento, e como isso nos influencia ao ver o mundo que nos cerca.

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Primeira viagem humana à Lua completa 40 anos

Para os desavisados de plantão, o dia dia 21 de dezembro pode apenas significar que chegou o verão, com amor no coração e outras bobagens cantadas pela Marina (Lima). Mas nesse dia, no ano de 1968, a Apollo 8 partiu em direção à Lua. Os astronautas Frank Borman, Jim Lovell e Bill Anders foram os primeiros homens a circunavegar a Lua, abrindo o caminho para o pouso histórico em nosso satélite, que aconteceria sete meses mais tarde, com a Apollo 11.

A missão da Apollo 8 serviu como tira-teima final para o gigantesco foguete Saturno V, que demonstrou ter a potência suficiente para tirar os módulos de comando e de serviço da Apollo da ação da gravidade da Terra e colocá-los em órbita da Lua. Continuar lendo “Primeira viagem humana à Lua completa 40 anos”

Notebooks se tornam sensores de terremetos

Talvez não conste das especificações do seu notebook, mas ele certamente contém em seu interior um pequeno acelerômetro – um chip destinado a detectar movimentos bruscos e quedas, a fim de proteger as delicadas partes móveis do seu HD.

Acontece que esse acelerômetro é também um excelente sensor para detectar terremotos. Com os sensores de terremotos profissionais custando entre US$10.000 e US$100.000,00, uma pesquisadora teve uma idéia inovadora – usar milhares, ou até milhões, de notebooks ao redor do mundo como sensores para detectar e medir a intensidade dos inúmeros terremotos e pequenos tremores que acontecem o tempo todo. Continuar lendo “Notebooks se tornam sensores de terremetos”

Joelho computadorizado é testado na América do Sul

Um joelho computadorizado resistente à água e que pode ser regulado pelo próprio usuário. A tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos e lançada em maio na Alemanha, será apresentada pela primeira vez na América do Sul no 3º Encontro Brasileiro de Amputados, que iniciou quinta-feira e termna amanhã em Itapema, Santa Catarina.

Para quem não tem parte do membro inferior, a novidade representa a garantia de independência. Com o joelho à prova de umidade, o amputado pode fazer atividades não permitidas a quem usa próteses comuns, como tomar banho sozinho, caminhar à beira da praia, andar na chuva e lavar carro. Continuar lendo “Joelho computadorizado é testado na América do Sul”

Pequeno guia das leis epigramáticas

epigrammata.jpgVez por outra alguém consegue enunciar tão bem uma percepção ou uma idéia que, mesmo não sendo necessariamente verdadeira, tal enunciado ganha status de lei, como se fosse uma representação inescapável da natureza, como a lei da gravidade ou as leis da termodinâmica. Por serem freqüentemente mordazes e espirituosas, poderíamos chamá-las de leis epigramáticas.

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Cientista holandês cria o primeiro robô andarilho estável

Essa coisa esquisitona aí do lado não é nenhum alienígena sem os braços. Trata-se de Flame, um robô desenvolvido pelo do Departamento de Engenharia Biomecânica da Universidade Tecnológica Delft, Holanda, e que é o primeiro robô que consegue andar com alto grau de estabilidade e que não consome grande quantidade de energia. O seu modo de locomoção simula a forma humana de caminhar e poderá pessoas com dificuldade para andar a recuperarem parte de seu movimento.

Embora já existam robôs bípedes desde os anos 1970, pouquíssimos deles imitam realmente a forma de andar do ser humano, justamente pela sua complexidade. Flame – como foi batizado – é capaz de realizar uma caminhada sobre duas pernas de modo semelhante ao dos seres humanos (veja vídeo abaixo), o que pode auxiliar pesquisadores a entenderem melhor como as pessoas realizam esse movimento. O robô poderá ser usado no desenvolvimento de equipamentos de reabilitação e treinamento de pessoas com deficiência motora em razão de acidentes ou derrames cerebrais. Continuar lendo “Cientista holandês cria o primeiro robô andarilho estável”

Besouro brasileiro tem a chave para computadores ópticos do futuro

Computadores ópticos ultra-rápidos têm sido um sonho dos cientistas há muito tempo. Mas eles não têm tido sucesso até agora principalmente por não serem capazes de fabricar um cristal fotônico ideal, capaz de manipular a luz visível.

Agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, acredita ter encontrado o cristal fotônico ideal já pronto, na natureza. Mais especificamente, na carapaça de um besouro brasileiro, o Lamprocyphus augustus.

“Parece que uma criatura tão simples quanto um besouro nos forneceu uma das estruturas mais sonhadas pela tecnologia para a construção da próxima geração de computadores,” afirma o professor Michael Bartl. “A natureza tem formas simples de construir estruturas e materiais que ainda não podem ser fabricados com nossas estratégias de engenharia e nem com nossos instrumentos de milhões de dólares.” Continuar lendo “Besouro brasileiro tem a chave para computadores ópticos do futuro”

Organismos multi-robóticos terão sistema imunológico e poderão evoluir

symbion.jpgEnxames de micro-robôs atuando cooperativamente não são um conceito novo (veja alguns exemplos). Um grupo de cientistas da Universidade de York, na Inglaterra, está dando um passo além, e começa a falar de “organismos multi-robóticos.”

Esses “organismos” são formados por inúmeros robôs individuais, cada um não maior do que um cubo de açúcar. Eles devem atuar em conjunto, como se fossem um só – uma forma de vida artificial, eventualmente capaz até mesmo de evoluir a partir da interação com o seu meio ambiente. O objetivo do projeto Symbrion (Symbiotic Evolutionary Robot Organisms) é entender os princípios segundo os quais os robôs podem se transformar em um organismo artificial único e evoluírem. Continuar lendo “Organismos multi-robóticos terão sistema imunológico e poderão evoluir”

A última Odisséia de Arthur Clarke

arthur_clarke.jpgÉ com muito pesar que Ceticismo, Ciência & Tecnologia vê o falecimento de Sir Arthur Clarke, aos 90 anos de idade.

Seu amor pela Ciência e pelo desenvolvimento – não só tecnológico, mas humano também – o fez uma pessoa muito especial. Um homem de intelecto brilhante, assim como Isaac Asimov, apesar dos fãs de ambos divergirem sobre qual dos dois era melhor autor.

Uma bobagem! Ambos eram gênios e usaram os romances de ficção científica para divulgar a Ciência e os valores humanos. Ambos eram visionários. Viram o futuro e nos contaram de antemão o que aconteceria no futuro, como o uso de robôs, votos eletrônicos, naves espaciais, comunicação via satélite e até mesmo a internet!

Tudo isso foi previsto por ambos, apesar de serem às vezes ingênuos ou até exagerados, mas isso não importa. Em 1945, Clarke previu as comunicações via satélite, e junto do jornalista Walter Cronkite, atuou como comentarista da expedição lunar da Apollo no final dos anos 60. Continuar lendo “A última Odisséia de Arthur Clarke”