Mais um domingão, mais uma saraivada de insanidades para coroar a semana. São dados de saúde que somem, gene louca escrevendo asneiras, cidades agindo de maneira retardada… Tá tudo ótimamente bem, já que meu cinismo não espera mais nada de bom. E quem não espera nada que preste só terá surpresa positiva ou algo dentro das expectativas.
Bem, não é pra isso que vocês vieram aqui e sim para ver o que foi publicado aqui durante a semana. Sim, escrevi enche-linguiça,me processem.

Chegou o sabadão. Claro, estamos na quarentena (alguns) e meio que sem ter o que fazer. Bem, que tal passar o tempo montando um satélite? Quando eu era garoto, montava muitos modelos de papel (não existia smartphones nem internet na época). Era um passatempo muito legal e eu me recrimino até hoje por não ter dado o devido valor. Mas você não precisa ser idiota como eu era. Monte seu próprio telescópio espacial!
Este panorama mostra “Glen Torridon”, uma região ao lado do Monte Sharp que o Curiosity está explorando. O panorama foi tirado entre 24 de novembro e 1º de dezembro de 2019, quando a equipe do Curiosity estava de folga no feriado de Ação de Graças.
O que você veria se pudesse voar para o Recife Cósmico? A nuvem nebulosa NGC 2014 parece um recife oceânico que reside no céu, especificamente no LMC, a maior galáxia satélite da nossa Via Láctea. Uma imagem detalhada desta nebulosa distante foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble para ajudar a comemorar 30 anos de investigação do cosmos. Dados e imagens deste recife cósmico foram combinados no modelo tridimensional apresentado no vídeo a seguir.
Marte tem uns problemas para sua exploração: sua atmosfera é fina. Como sabemos, o que mantém um avião no ar é o próprio ar. Sendo assim, fica difícil ter aeronaves voando por sobre o planeta vermelho. Mas e se tivéssemos robôs com formato de abelhas com longas asas? Así sim ficaria mais fácil, certo?
Cirurgias com auxílio de robôs não são novidade, mas veículos automotivos também não são, nem por isso a indústria automobilística para de melhorar os veículos. No caso de tecnologia médica, pesquisadores estão desenvolvendo estudos para avaliar como a estimulação elétrica pode ajudar os usuários a controlar robôs, de forma a auxiliar cirurgiões a estabilizar seus movimentos durante procedimentos assistidos por robôs. A pesquisa foi divertida, praticamente eletrocutando voluntários.
Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje
Eu gosto de timelapses do céu noturno. Na verdade, eu gosto de todos os timelapses, mas os do céu à noite são especiais, pois mostra um céu que eu não consigo ver de casa. Um céu cm estrelas e a espinha dorsal da Via Láctea se movendo pelo céu (sim, eu sei).É uma impressão mágica, tão mágico quanto tudo o que está fora do nosso campo de visão.
A índia é um lugar fascinante. Sua sociedade é paradoxal ao ponto de ter ciência avançada a ponto de mandar uma sonda para orbitar Marte e acertar a órbita de primeira (se bem que eles inventaram a aritmética e até os números), mas em contrapartida ainda vivem em castas, como desde antes da Idade Média. Parte disso é explicado pelo seu índice demográfico com 1,353 bilhão de habitantes, a tendência a uma ampla diversidade cultural é altíssima. Isso vai das pessoas mais atrasadas até as que têm maior acesso à educação.