Muitos de vocês devem imaginar que grandes descobertas científicas no campo da Astronomia é feita em imensos laboratórios, telescópios avançadíssimos ou com um monte de Zé Mané que nem sabe geografia de Ensino Fundamental e critica a “ciência gringa” enquanto faz o seu trabalho (cof… cof…) com os dados do Hubble. Você estaria certo, exceto pela última parte, mas não é só isso. Alguns astrônomos amadores já descobriram cometas e até uma galáxia. Legal, né? Imagine quando eu disser para você que um astrônomo amador estava de boas fazendo suas observações até que viu um OVNI.
Mas como assim? Bom, se é um objeto, se ele voa (ou “voa”) e não se consegue identificar, é um OVNI, pois não? Era um batedor de Nosso Senhor Ashtar Sheran? Aliens voltando para saber quantas andam as pirâmides? Quidiabéissu?
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Aproveitando o quebra-quebra aí? No Brasil, pessoal saindo na porrada e eu com pipoca e guaraná torcendo para eles se matarem, enquanto estão no meio de uma pandemia, ajudando a dar aquela alavancadinha gostosa nas estatísticas de contaminados. Eu estou no aconchego d meu lar e vocês? Aproveitem e leia os artigos da semana.
Chegou o sabadão. Claro, estamos na quarentena (alguns) e meio que sem ter o que fazer. Bem, que tal passar o tempo montando um satélite? Quando eu era garoto, montava muitos modelos de papel (não existia smartphones nem internet na época). Era um passatempo muito legal e eu me recrimino até hoje por não ter dado o devido valor. Mas você não precisa ser idiota como eu era. Monte seu próprio telescópio espacial!
As pessoas são imbecis e ninguém aqui discorda disso. Sim, parte de vocês que estão me lendo é formada por idiotas, também, e eu já estou com sérias dúvidas ao meu respeito. Mas algumas maluquices são malucas demais até mesmo para os padrões dos idiotas. Daí chega alguém malandro e vocês sabem o que acontece quando duas pessoas saem de casa achando que vão se dar bem se encontram, né?
Este panorama mostra “Glen Torridon”, uma região ao lado do Monte Sharp que o Curiosity está explorando. O panorama foi tirado entre 24 de novembro e 1º de dezembro de 2019, quando a equipe do Curiosity estava de folga no feriado de Ação de Graças.
O que você veria se pudesse voar para o Recife Cósmico? A nuvem nebulosa NGC 2014 parece um recife oceânico que reside no céu, especificamente no LMC, a maior galáxia satélite da nossa Via Láctea. Uma imagem detalhada desta nebulosa distante foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble para ajudar a comemorar 30 anos de investigação do cosmos. Dados e imagens deste recife cósmico foram combinados no modelo tridimensional apresentado no vídeo a seguir.
Marte tem uns problemas para sua exploração: sua atmosfera é fina. Como sabemos, o que mantém um avião no ar é o próprio ar. Sendo assim, fica difícil ter aeronaves voando por sobre o planeta vermelho. Mas e se tivéssemos robôs com formato de abelhas com longas asas? Así sim ficaria mais fácil, certo?
Cirurgias com auxílio de robôs não são novidade, mas veículos automotivos também não são, nem por isso a indústria automobilística para de melhorar os veículos. No caso de tecnologia médica, pesquisadores estão desenvolvendo estudos para avaliar como a estimulação elétrica pode ajudar os usuários a controlar robôs, de forma a auxiliar cirurgiões a estabilizar seus movimentos durante procedimentos assistidos por robôs. A pesquisa foi divertida, praticamente eletrocutando voluntários.
Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje
Eu gosto de timelapses do céu noturno. Na verdade, eu gosto de todos os timelapses, mas os do céu à noite são especiais, pois mostra um céu que eu não consigo ver de casa. Um céu cm estrelas e a espinha dorsal da Via Láctea se movendo pelo céu (sim, eu sei).É uma impressão mágica, tão mágico quanto tudo o que está fora do nosso campo de visão.