É bem improvável que o leitor esteja vendo cada uma das letras ou palavras desta breve nota com cores distintas. Se sim, dois avisos: i) elas estão em tinta preta; ii) é provável que o leitor seja portador de um quadro que acomete menos de 1% da população mundial: a sinestesia, sobre a qual há novidades.
A sinestesia, que tem raízes familiares, é tão estranha quanto desconhecida. Sua versão mais comum parece ser a chamada sinestesia auditiva: a pessoa vê cores quando escuta sons. Mas há também quem veja cores ao ler, sentir cheiros, enxergar formas ou tocar objetos. A lista de ‘deflagradores’ é longa. Continuar lendo “Estudo identifica genes responsáveis por sinestesia”

Bem pessoal, temos mais uma novidade. Para
Na mecânica quântica, um campo na vanguarda da física onde a ciência muitas vezes se funde com a filosofia, grande parte do nosso conhecimento é baseado em suposições e probabilidades.
Não é da Palestina que chega esta notícia, mas de um lugar muito improvável. Cientistas paquistaneses alegam ter encontrado a prova histórica e documental definitiva no tocante à existência de Jesus Cristo!
Se alguém duvida do potencial do grafeno para revolucionar a eletrônica, basta ver que esse material já foi utilizado para demonstrar os melhores transistores já fabricados, aí incluídos o mais rápido, o menor e o mais fino desses componentes que são a base de toda a eletrônica.
A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.
Restauradores de arte, curadores de museus e cientistas de todo o mundo se reuniram no início de fevereiro em Caracas, Venezuela, para discutir algumas preocupações crescentes com a recuperação de obras de arte e peças de acervos em todo o mundo – especialmente em climas tropicais, onde são mais atingidas por mofo, fungos e insetos. No fórum sobre a Conservação do Patrimônio Cultural pesquisadores destacaram diversas aplicações de , que pode ser prejudicial para objetos delicados, até limpar uma peça com bactérias adequadamente selecionadas.