Diz a verdade: Depois de correr de manhã, puxar ferro por umas duas horas, fazer step, aeroboxe e ficar rebolando em alguma academia, tentando enganar que está malhando, você acha sinceramente que é o tal, com seu muque inchado, onde você tatua algum bicho malvado, tentando impressionar acéfalas? Você é digno de risos! De longe perderia para um primo seu da Antiguidade. Até mesmo uma mulher neanderthal te surraria tranquilo, amiguinho. Você não passa de um molenga, um molóide, um panaca que só fez encher o rabo de anabolizante e agora nem precisa se preocupar se a cueca tá apertando, pois tudo lá embaixo encolheu… não que você fosse usá-lo para algo além de canal excretor.
O antropólogo australiano Peter McAllister (não, não tem nada a ver com Lee Van Cleef) resolveu desbancar os machões com seu novo livro: Manthropology, com um subtítulo bem provocador: “A ciência secreta do inadequado homem moderno”, onde ele compara dados antropológicos e fisiológicos entre homens da era atual com os que viveram na Antiguidade, ou mesmo da pré-história. E, pelo jeito, estamos em sérias desvantagens… Continuar lendo “O homem moderno é um fracote, diz cientista”

A Seleção Natural fez maravilhas com os seres vivos, desde que não passavam de procariontes, com sua zona desgraçada dentro de suas células, onde o material genético estava largadão. Seria como se seu cérebro compartilhasse a vizinhança com seu intestino, o que não é muito diferente de muitas pessoas que eu conheço. Uma das poucas coisas que a Seleção Natural não nos capacitou foi gravar uma série de símbolos aleatórios, que usamos de forma ordenada afim de representar nossos grunhidos e sons que emitimos, pela bnoca ou outros locais, aos quais chamamos de “letras”. Usamos as palavras e as reconhecemos facilmente, pois elas possuem significado. Por exemplo, se eu disser “Júlia Paes”, você criará em seu cérebro um símbolo icônico de conteúdo reprodutivo (ou não); já algo como bru3aJamesasp4t não diz quase nada. “Quase” porque eu aposto a alma da Paula como vocês leram o “James” lá no meio. No entanto, Vasw9t2hux6na3rw parece no máximo o nome de algum polonês exposto num quadro de clínica oftalmológica. É por essas e outras que temos grandes problemas em lidar com senhas, que devem (ou deveriam) ser garantia de segurança aos seus usuários.
As pessoas acreditam em quaisquer bobagens. E hoje, há a demanda para tudo ser ecológico, sequestrar carbono (isso vale pra carvão e diamantes?), proteger bebês-foca e evitar o buraco
Hoje é dia do professor. Aquela figura que todos dizem que é importante, mas que é vilipendiado, exorcizado, desprestigiado, ridicularizado, odiado, pisado, xingado, ofendido, mas que um simples “puxa, professor, agora eu entendi” compensa tudo.
Essa notícia é ótima para os defensores do IDiotismo, oqual alegam que somos uma obra perfeita, sem erros, provando que não passamos de uma obra de um projetista inteligente. Não poderiam estar mais errados, como sempre.
Há muita coisa esquisita nesse mundo de Hades. Coisas absurdas e inexplicáveis. Coisas tão bizarras que nem as mentes mais sábias do mundo conseguem compreender. Por exemplo, como pode haver tanta gente tosca no mundo, capaz de escrever tanta idiotice. Aqui estamos com mais uma de suas colunas preferidas, onde alienados têm seu direito à expressão.
Acho que deu pra entender que este é o 1500º artigo postado, não é mesmo? Caso contrário, dê de novo e quem sabe você entenda.
Podemos pensar que só o Brasil possui péssimos índices educacionais, 
