A cada dia que passa eu tenho mais e mais certeza que as pessoas têm sérias dificuldades em lidar com a realidade. Eu sei, ela não é bonita, mas fingir que o mundo é (ou deve ser) como você quer é, no mínimo, um ato de insânia. No máximo, burrice galopante sobre o alazão da estupidez.
A treta da vez é com a versão brasileira da revista Vogue. Para divulgar as paralimpíadas, Vogue trouxe na capa a Cléo Pires e o Paulo Vilhena (este eu tive que googlar para saber quem é) photoshopados como se fossem deficientes físicos. Pessoal reclamou, chilicou, teve acessos de raiva. Quanto a mim? Eu estou rindo muito, já que não tenho 12 anos mentais e sei coo o mundo funciona.
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A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?
Deu ruim na piscina onde seria feito as provas de salto ornamental. A água estava totalmente verde. Qualquer um que entenda um mínimo de piscina sabe que o cloro foi pro espaço e houve proliferação de algas. O comitê Rio 2016 não sabia o que fazer e veio com uma desculpa idiota que “a Química não é uma ciência exata”.
O cérebro é o órgão mais badass de nosso corpo. Mesmo porque, ele manda na bagaça toda. É praticamente o Nick Fury entre os órgãos. Ele tem que lidar com trocentas milhões de informações a cada segundo e dar ordens precisas. Por exemplo, a partir de agora você percebeu que está respirando e tentará manter a cadência. De nada.
Eu tenho muitos motivos para dizer que o Brasil odeia ciência, e todos eles são plenamente justificáveis. Essa pocilga que chamamos de “política científica” e nada é a mesma coisa, enquanto que temos deputados defendendo a profissionalização de ufólogos; o que até faz sentido quando Homeopatia é especialidade médica e astrologia é profissão, além de cartas psicografadas serem aceitas em julgamentos.
Motores são muito legais. Todos eles, não importa qual. Desde aqueles movidos a água, passando pelos movidos a vapor, combustão interna e chegando ao ápice: foguetes. Foguetes são muito legais, e eu os adoro. Aquela explosão controlada, com gases extremamente quentes sendo expelidos é o máximo, e por muitas décadas o Saturno V foi tido como a maior máquina construída pelo Homem.
Diabetes é uma doença que é mais séria do que as pessoas pensam. Alguns acham que é apenas uma questãozinha boba e basta controlar a quantidade cavalar de doces que comem. Uma pena que não seja tão simples. O metabolismo vai pro cacete e em muitos casos feridas dolorosas nos pés aparecem e são difíceis de tratar. 24% das pessoas com essas feridas acabarão tendo que amputar os pés; e é melhor isso do que morrer. 
Caçar tempestades não é pra qualquer um. Ainda mais que é uma caçada em que o objeto de caça sempre sai ileso, mas nem sempre isso acontece com o caçador. Tempestades, apesar de seu caráter devastador, ainda são mesmerizantes. sentimos medo, pavor, fascinação, assombro, admiração, preocupação e vários outros sentimentos. Quanto mais intensa, mas pavorosa é, mas os vídeos sempre impressionam também por sua beleza. Sua catastrófica beleza.
Desde que surgiu os primeiros processos de autorreplicação, sempre houve a chance de algo dar muito errado… ou muito certo. Nos casos em que a mutação não virava uma sinuca evolutiva, impedindo o ser vivo de continuar vivo, 99% das vezes deu certo e aquela proteína esquisita virou a Zooey Deschanel. O problema é aquele 1% safadão que nos deu cânceres