O cerebelo é uma pequena parte de nosso cérebro. Tão pequena quanto importante. Não é à toa que ele tem este nome, que significa "pequeno cérebro". Sua função primordial é manter nosso sistema de equilíbrio em perfeita ordem, bem como controlar nossos músculos em movimentos voluntários. Assim, o ato de estar digitando estas palavras é prova que meu cerebelo está funcionando maravilhosamente bem, brigado por perguntar.
Quando temos alguma lesão no cerebelo, temos sérios problemas, mas estes problemas parecem que serão resolvidos de uma vez por todas daqui a algum tempo. Foram testados em ratos cerebelos artificiais, fazendo com que o que era apenas ficção científica passe a ser realidade.
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Costuma-se dizer que o Universo conspira para certas atitudes. Dizem que há o fator "serendipidade", onde nos apegamos a pequenos acasos e fazemos uso de maneira eficiente. Este é o caso de um vídeo feito com a técnica lapso de tempo (ou time lapse), que me recomendaram por e-mail, vi no site do
Uma das melhores sequências do Exterminador do Futuro 2 é quando um John Connor meio grandinho para quem tem 10 anos tem um, digamos, debate ético com o Schwarza sobre não matar pessoas, em que a máquina dos infernos fica com aquela expressão inexpressiva (mas hein?) perguntando "Why?". Acima dos problemas filosóficos envolvidos, há o problema da linguagem, em que a máquina possui problemas na compreensão da linguagem humana. Isso, não obstante, não é só um problema da relação homem-máquina, mas no modo que máquinas se comunicam entre si.
Num mundo como o nosso, temos acesso (ou quase) em tempo real a tudo que está acontecendo no mundo. Hoje, a informação viaja mais rápido do que a mídia pode registrar e vemos a História se desenrolando, dependendo diretamente do que podemos ter acesso. Levando em conta a velocidade que as redes sociais possuem em transmitir informações e notícias, muitas vezes temos um panorama geopolítico quase simultâneo. A questão é saber se poderíamos prever eventos sociais com a ajuda da computação, registrando num supercomputador todos os dados e informações que estão chegando a cada momento.
Meu primeiro computador era um 586 — 133MHz, com 8MB de memória e HD de 1 GB. Veio junto um monitor CRT de 14 polegadas (aspas são símbolos normatizados para
Estamos no mundo 2.0, com uma política do século X. Enquanto os sans culottes trabalha dia e noite, a aristocracia precisa estar antenada aos novos modismos. E que modismo melhor seria do que ficar com a bunda pendurada nas malditas redes sociais, falando besteiras? Sendo assim, nada mais natural que os expressivos representantes da massa ignara quererem estar conectados 24/7 no mundo digital; e, para isso, precisam acessar seus Facebooks da vida e seus Twitters. Como são pobres, coitados, precisam ser subsidiados. Resultado? A Assembleia Legislativa de Goiás entrou com uma ordem de licitação para compra de smartphones para dar de presente aos digníssimos deputados.
Eu não gosto de televisão. Nada contra, eu só não aprecio o que é apresentado em maioria. No máximo, eu curto filmes e documentários. Eu ADORO documentários. Vejo de tudo, nem que seja para falar mal depois, frente ao monte de besteiras que são apresentadas (estou olhando para você, Zeitgeist!) Nunca pensei em computadores como ferramentas para aprendizado, apenas. Eu, particularmente, acho que eles mais atrapalham do que ajudam, e isso é devido à mentalidade de alunos e de alguns professores. Como toda ferramenta, o PC pode ter dois usos, e se você acha que ferramentas não inspiram usos errôneos, pergunte ao macaco que descobriu que usar um osso da perna para baixar a porrada nos seus coleguinhas o que ele acha.
Uma das coisas que eu mais gostava nas histórias do Super-Homem (apesar de eu achá-lo um herói totalmente sem graça, a ponto do Batman ter que meter a porrada no manezão afim de mostrar quem manda na parada) eram os cristais de memória, que serviam como um "pendrive mais estiloso". Eu mesmo queria ter um treco daqueles e achava, em minha tola crendice infantil, que o futuro traria bibliotecas com aquele formato. Tempo passou e o futuro que imaginei não veio… Ou quase.
O Kinect da Microsoft é uma revolução no mundo dos jogos eletrônicos (no Cet.net não usamos anglicismos desnecessários. Se tu usas, és um idiota!). Se antes usávamos teclados, joysticks (este não tem uma tradução à altura e eu sugiro aportuguesá-lo para jóistique), alavancas e outros tipos de controle, hoje usamos a nós mesmos, coisa que nossos pais, avós e bisavós já faziam em termos de diversão. O próximo passo é facilmente imaginável, mas meio difícil de implantar: usar interfaces homem-máquina, onde nossas mentes se fundiriam a computadores e as ordens seriam transmitidas diretamente aos processadores e os softwares fariam o resto.