Cristãos fundamentalistas são um pé-no-saco. Como ninguém dá muita bola pra eles (o que pode ser perigoso), eles resolveram deixar o coitado do Darwin em paz (por enquanto) e resolveram atacar climatologistas que estudam os efeitos do chamado Aquecimento Global. Adivinhem só a principal “arma” de argumentação dos toscos? Que o AG é apenas uma teoria e não foi provado ainda, sem nenhuma base científica. Pois, é. Vocês já ouviram essa história antes.
Os débeis mentais que se acham no direito de criticar o ensino da Evolução, mesmo sem saber NADA de biologia, resolveram entrar em ação em alguns Estados norte-americanos (claro, sempre eles, sob o comando da ridícula Fundação Templeton e do Discovery Institute) alegando que o tema do aquecimento global deveria ser abordado de duas maneiras diferentes e contraditórias, deixando os alunos escolherem o que melhor lhes aprouver. Sim, eu sei: mais do mesmo.
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Bem, o título é autoexplicativo. Estamos no mês de março, é dia 8 e comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Pensem sobre o que isso significa. Pensaram? Eu vou lhes dizer o que significa: Nada! Enquanto o mulherio clama pela minha cabeça (não façam piadinhas), eu observo e questiono o motivo. Eu sinceramente acho que não deveria haver Dia Internacional de qualquer coisa, e para as mulheres não tem porque ser diferente.
Bom, diz o adágio que feliz foi Adão, que não teve sogra. Os decanos do Império do Mal Vaticaniano, apesar de terem pouca experiência com isso, acham que, realmente, tem sogra que é um pé no saco. Assim, com a finalidade de prevenir crises conjugais, uma arquidiocese italiana decidiu abrir um curso na cidade de Udine, no norte da Itália, para ensinar sogros e sogras a não fazer algo que nunca deveriam ter feito de princípio: Interferir na vida de casal de seus filhos, deixando-os em paz e sem reclamar se o marido bebe fito um gambá e a esposa só gosta de ver novela da Globo e não da Record. Ao que parece, o curso vai fazer sucesso.
Para você, que acompanha o Ceticismo.net, tem um QI acima da média, se interessa por ciência e não fica me xingando, tem início o ciclo de palestras Ciência às 6 e meia, promovido pelo
O mundo dos Camelinhos de Alá não é o menos louco. Está de igual para igual em toda doideira mundial, quando a religião está no comando. A sharia é a lei islâmica contida no Alcorão e que regula a vida de homens, mulheres e crianças nos países muçulmanos. Alguns são mais liberais que outros, mas alguns são extremamente rígidos. No caso das mulheres (como em muitos outros) há problemas por causa de simples interpretações. O Alcorão diz que as mulheres devem cobrir o colo dos seios e esconder-se, deixando apenas sua beleza aparente sobressair. Mas, o que significa? Para alguns, cobre-se o cabelo e pronto. Para outros, como no caso do Egito e Arábia Saudita, usa-se o niqab, um véu que só mostra os olhos. Isso pode ser um acicate às mulheres, mas algumas delas transformam a desvantagem em vantagem (ou quase). Um diplomata dos Emirados Árabes arrumou (provavelmente, ao termo seria “comprou”) uma noiva. Só que ela só se mostraria a ele na noite de núpcias. Quando o cara descobriu a garota, viu que ela era estrábica e tinha excesso de pelos no rosto. Em suma: mais feia que Shtan chupando tâmara!
O Império do mal está em polvorosa. Só não entendo do motivo de demorarem tanto para certas coisas. O reduto dos lords Sith do Rio de janeiro, mais conhecido como Arquidiocese do Rio, está fulo da vida com Roland Emmerich, famoso por fazer filmes B fazerem sucesso, como no caso de Independence Day e O Dia Depois de Amanhã. No mais recente filme B transformado em sucesso, 2012, Emmerich explora o mito ridículo que em 2012 haverá uma espécie de apocalipse (ver
Tudo bem, vocês pensaram que a sua segunda coluna favorita tinha acabado, mas não. Um padre católico da província de Toledo, na Espanha, tomou uns tapas dos Siths locais e “pediu pra sair” da congregação, pois tinha sido acusado de ter colocado anúncios em uma página na internet oferecendo serviços sexuais a mulheres e casais. Uma espécie de Priest for delivery. Os Siths do local acharam que isso já era sacanagem em demasia (com todos os trocadilhos possíveis e imagináveis) e resolveram chutar a bunda sacerdotal do sujeito.
Finalmente, os membros do Parlamento britânico se tocaram da verdade que nós estamos aqui carecas de saber: Homeopatia é engôdo, abuso da credulidade pública e funciona tanto quanto arriar um despacho para o monstro do lago Ness. Na segunda-feira passada (22/02) o resultado da análise de eficácia de remédios homeopáticos pela comissão de ciência e tecnologia do parlamento decretou o óbvio: Homeopatia não funciona, é pseudociência! O relatório afirma que os remédios homeopáticos são tão eficazes quanto placebo, geralmente receitada por alguns médicos apenas para criar efeito psicológico nos pacientes, mas as contas bancárias dos distintos “profissionais” crescem na real e não apenas em níveis psicológicos. No final do relatório, a comissão recomendou que o governo britânico pare imediatamente de oferecer esse tipo de remédio no serviço público de saúde.
Bem, pessoal. Acabou a moleza. Hora de voltar ao batente. Esqueçam o que andaram fazendo durante o carnaval (coisa que muitos querem realmente fazer, ainda mais quando descobrem que algumas marcas de cerveja causam dor na região anal). Agora, começa a Quaresma, isto é, os quarenta dias antes da Páscoa, que é uma data muito legal. Quando Jesus nasce, ganhamos presentes; quando ele morre, ganhamos chocolates, como diz o Kentaro Mori. Bem, vamos à notícia: Por pura falta do que fazer, os gloriosos líderes da Igreja Anglicana estão exortando os fiéis a abrir mão de seus iPods durante a Quaresma, em lugar de vícios mais tradicionais como o chocolate, para ajudar a salvar o planeta. Só não tenho certeza se isso é aplicável aos xing-ling de dez merréis, adquiridos no seu camelô favorito.
E depois dos dias de folia, o mundo (no que concerne apenas ao Brasil) volta ao que era antes. Uma mostra fotográfica na Espanha está gerando a maior polêmica. Bem sabemos que espanhóis são sisudos, além de religiosos fervorosos (