Por Volker Runde.
Publicado em Pi in the Sky, n.2.
Também conhecido por “O paradoxo de Banach-Tarski”.
“E ele, ao desembarcar, viu uma grande multidão; e, compadecendo-se dela, curou os seus enfermos. Chegada a tarde, aproximaram-se dele os discípulos, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer. Jesus, porém, lhes disse: Não precisam ir embora; dai-lhes vós de comer. Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. E ele disse: trazei-mos aqui. Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões. Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram levantaram doze cestos cheios. Ora, os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.”
Mateus 14:14-21
Por que um artigo que deveria ser sobre matemática começa com a alimentação dos cinco mil? Continuar lendo “O que a matemática e os milagres têm em comum”

Ao que parece, o
Escavações financiadas pela National Geographic nas Muralhas de Durrington, no complexo de Stonehenge, Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO), revelaram um enorme assentamento antigo que no passado abrigou centenas de pessoas. Os arqueólogos acreditam que as casas foram construídas e ocupadas pelos construtores de Stonehenge, o monumento lendário da planície de Salisbury, na Inglaterra, ali perto.
A vida humana está associada a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais, tais como o ano e o dia que permitiram a elaboração dos calendários civis e religiosos, onde as grandes festas universais, como a Páscoa, o Natal etc., constituem lembranças astronômicas de grande importância histórica e econômica para a época em que foram instituídas. Muitas dessas tradições de origem pagã foram absorvidas pelas religiões atuais do mundo ocidental. A grande maioria dos foliões do nosso carnaval, ao se divertir, não sabe que estará inconscientemente fazendo apelo a uma reminiscência astronômica de origem solar.
Uma das coisas que sempre me chamou a atenção foi a necessidade que Deus teve para criar anjos. Para que um deus todo-poderoso iria querer anjos? – eu sempre me perguntei. Afinal, Deus é omnipotente, omnividente e outros “omni”, não é mesmo? Há algum sentido em um ser hiperpoderoso necessitar de anjos? E não é só na cultura judaico-cristã. Em várias culturas os anjos aparecem. Mas, quem ou o que são eles? Para que um deus (seja ele qual for) necessita de ter anjos? É o que analisaremos neste 
O Congresso americano, agora dominado pela oposição democrata, lança nesta semana uma nova ofensiva a favor das pesquisas sobre células-tronco embrionárias, consideradas imorais pela Casa Branca e seus aliados ultraconservadores. Dois integrantes da Câmara de Representantes, a democrata Diana DeGette (Colorado, oeste) e o republicano Mike Castle (Delaware, leste) submeterão a votação na quinta-feira um projeto de lei que pretende eliminar as restrições de recursos federais a este tipo de pesquisa.
O templo de Apolo, incrustado na fascinante paisagem montanhosa de Delfos, abrigava o poderoso oráculo e era o mais importante local religioso do antigo mundo grego. Os generais buscavam conselhos do oráculo a respeito de estratégias de guerra. Os colonizadores procuravam orientação antes de suas expedições para a Itália, Espanha e África. Os cidadãos consultavam-no sobre investimentos e problemas de saúde. As recomendações do oráculo emergem de forma notável nos mitos. Quando Orestes perguntou-lhe se deveria vingar a morte de seu pai, assassinado por sua mãe, o oráculo encorajou-o. Édipo, avisado pelo oráculo de que mataria o pai e se casaria com a mãe, esforçou-se para evitar este destino, mas fracassou de forma célebre.
Em 1796 Jean Paul publicou um romance entitulado Siebenkas, onde traça uma terrível visão:”alocução do Cristo morto do firmamento para baixo, de que não existe Deus.”
No século XVI, o Protestantismo aparececeu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da Palavra de Deus, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.