No século XVI, o Protestantismo aparececeu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da Palavra de Deus, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração. Leia mas aqui
Categoria Religião
A verdadeira História do Natal

O natal é uma festividade conhecida no mundo todo, mesmo entre os não-cristãos. A bem da verdade, até os que não são cristãos celebram a data, nem que seja por causa da confraternização e pelo seu simbolismo. Entretanto, qual a sua origem? De onde ele veio? O natal vem antes do Cristianismo, a bem da verdade. Suas raízes datam de muito, muito longe e foi absorvido como festividade cristã para facilitar a aceitação do Cristianismo pelas pessoas. Vamos dar uma olhada em como ele surgiu.
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A Santíssima Trindade desmascarada
Para os cristãos, a Santíssima Trindade não pode ser derrubada pela Ciência (com suas provas e pesquisas), pela História dos Concílios (com seus registros e evidências) e muito menos com o exame racional do tema. Então, apresento o único veículo aceitável pelos cristãos e que derruba definitivamente essa farsa, e é incontestável para eles: A BÍBLIA ! Leia mais aqui!
A Aposta de Pascal
Consideremos este ponto e digamos o seguinte: “Ou Deus existe ou não existe.” Mas qual das alternativas devemos escolher? A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir. No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta?
Blaise Pascal, Pensamentos (edição póstuma, 1844) Continuar lendo “A Aposta de Pascal”
Oferendas a cobra de pedra fornecem evidência mais antiga de religião
A descoberta de entalhes em uma pedra em forma de cobra, além de pontas de lança nas suas proximidades, constitui evidência de que o comportamento ritual – e provavelmente a religião – é muito mais antigo do que se imaginava. O achado vem de uma caverna escondida nas Colinas Tsodilo, em Botsuana, uma espécie de Meca para os habitantes locais, que as chamam de Montanhas dos Deuses. Continuar lendo “Oferendas a cobra de pedra fornecem evidência mais antiga de religião”
A improbabilidade de Deus
Por Richard Dawkins
Muito do que as pessoas fazem é em nome de Deus. Os irlandeses mandam-se uns aos outros pelo ar em nome de Deus. Os árabes mandam-se a si próprios pelo ar em nome de Deus. Os imãs e os aiatolás oprimem as mulheres em nome de Deus. Os papas e os padres celibatários destroçam a vida sexual das pessoas em nome de Deus. Os shohets judeus cortam a garganta de animais vivos em nome de Deus. Continuar lendo “A improbabilidade de Deus”
A Incrível Engenharia Hebraica
Nossos amigos hebreus nunca foram bons de matemática, como observado pelas diversas histórias e disparates cronológicos (aos quais nos aprofundaremos em artigo específico). Mas, a melhor delas com certeza remete à construção de um templo. Não um templo qualquer, mas um templo construído sob as ordens do grande e sábio Rei Salomão. Sim, aquele mesmo que era expert em resolver brigas de lavadeiras, ameaçando cortar bebês ao meio. Muito sábio da parte dele (eu só queria saber se as duas topassem a divisão, mas isso é outra história).
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Religião
Por Voltaire
Extraído do Dicionário Filosófico
Voltaire, é considerado como o melhor representante do intelectualismo do século XVIII. No Dicionário Filosófico, ele ataca as mazelas da França de sua época e os absurdos do fanatismo religioso. Neste verbete, Voltaire analisa filosoficamente a religião, mediante sua óptica e seu intelecto. Continuar lendo “Religião”
Huguismos
Existe um texto parônimo a um texto publicado aqui que trata da forma como algumas pessoas tentam te convencer no que elas acreditam, estando certas ou não. Baseado no primeiro texto John Cooper publicou um artigo relacionando estes textos de humor com a forma como alguns (auto-)proclamados representantes das religiões usam estes argumentos faláciosos para tentar convencer os outros do seu ponto de vista. A versão traduzida do texto eu encontrei aqui, e publico abaixo.
Fundamentalismo Cristão: Vote no Hugo e ele lhe dará um milhão de dólares quando você sair da cidade. Senão Ele vai te cobrir de porrada.
Catolicismo: Hugo lhe dará um milhão e dólares quando você sair da cidade, se Ele estiver a fim. Acreditamos que se você votar no Hugo, é mais provável que você ganhe o dinheiro, mas ele é que decide. Ah, e talvez ele te cubra de porrada antes de dr o dinheiro. Por sinal, nós temos edifícios muito antigos e sofisticados que você pode usar para votar no Hugo.
Protestantismo: Tudo bem, você não precisa votar no Hugo — mas você desejará isso se confiar Nele. Se você não confia Nele, Ele vai te cobrir de porrada quando você sair da cidade. Se você confiar Nele, ele lhe dará um milhão de dólares quando você sair da cidade.
Fundamentalismo Islâmico: Vote no Hugo e ele lhe dará um milhão de dólares quando você sair da cidade. Se não, nós vamos cobrir você de porrada, e talvez expulsemos você da cidade antes do tempo.
Ateísmo Fraco: Afinal de contas, quem é esse tal de Hugo? Eu nunca vi. Acho que vocês estão inventando ele!
Mormonismo: Se você votar no Hugo, quando você sair da cidade ele lhe dará um milhão de dólares E se todos os seus parentes já tiverem saído da cidade, o Hugo dará um milhão de dólares pra eles também! Por sinal, nós temos edifícios novos e sofisticados que você pode usar para votar no Hugo, se você nos pagar.
Judaísmo: Ok, pode votar no Hugo, eu não ligo. Ele não lhe daria um milhão de dólares mesmo que você votasse. E se Ele for cobrir alguém de porrada, vai ser aqui mesmo na cidade.
Ateísmo Forte: Hugo nao existe, e não existe nada fora da cidade. Por favor me excluam desta lista.
Rastafári: Hugo estava aqui outro dia e eu estava votando nele, mas por algum motivo Ele saiu da cidade e não me deu eu milhão de dólares. Tá bom então, vou fumar unzinho.
Cientologia: Você será igualzinho ao Hugo depois de aprender a votar em si mesmo (o que, por uma pequena taxa, nós lhe ensinaremos), e aí você pode dar um milhão de dólares a si mesmo. Se você gozar de nós enquanto estamos votando em nós mesmos, nós vamos te cobrir de porrada, porque a gente é incrível.
Discordianismo: Olha só! O Hugo acabou de votar em mim! Ah não, é uma espinha… Olha! Flores! Não, é só um milhão de dólares. Olha! Aquela nuvem parece um coelhinho!
Unitarianismo: Hugo 101: nós o ajudamos a explorar todas as diferentes pessoas de nome Hugo que podem ou não existir, e como conseguir seu milhão de dólares, se ele existir. Vários métodos para votar no Hugo são discutidos, com créditos extra para experimentos completados.
Confucionismo: Vote nos seus parentes que saíram da cidade, e um dia seus descendentes votarão em você.
Taoísmo: Todos os votos, todos os dólares são parte do Um.
Hinduísmo: Você pode votar no Hugo, na Maria ou no Roberto.Se você sair da cidade ninguém lhe dará um milhão de dólares, mas você provavelmente acabará voltando para votar em outras pessoas.
Nação Islâmica: Nós temos estrelas, portanto podemos votar como se deve no Hugo. Aqueles que não possuem estrelas em thars são maus; eles nunca receberão um milhão de dólares.
Budismo: Hugo deixou um milhão de dólares na sua casa. Você poderá encontrar o dinheiro, mas somente se esquecer que ele está na sua casa.
I CHing: Perseverem em votar — riquezas se seguirão. Sem culpa.
Wicca: Vote no Hugo uma vez e ele votará três vezes em você.
Satanismo: Mas que diabo, vote no oguH.
Heaven’s Gate: A gente acabou de ver a limusine do Hugo passar. Estamos saindo da cidade AGORA pra ir junto.
Zen Budismo: Qual é o som de alguém votando sem o voto? Se você responder essa pergunta corretamente, pode ganhar um milhão de dólares, mas antes de ganhar você já não quererá mais. Chá?Testemunhas de Jeová: Dez mil pessoas nesta cidade votam no Hugo, mas só 144 vão ganhar um milhão de dólares depois que o Hugo queimar a cidade inteira, o que achamos que irá acontecer logo, logo. Leve um livrinho, ele explica o que achamos que queremos dizer com isso. Amanhã a gente volta pra falar mais um pouquinho.
Cristianismo New Age: Você é Hugo. Você tem um milhão de dólares, mas Você se esqueceu devido ao trauma da Sua criação católica. Minha nova série de workshops e vivências O ajudará a lembrar onde Você escondeu.
Ministérios do Êxodo: Nós te amamos, e queremos ajudá-lo a se curar dessa terrível doença que é comer salsichas Do Modo Errado. Deixe-nos ensiná-lo a saborear salsichas somente no pão, sem condimentos. Então, e so então, você será digno de votar no Hugo e ganhar seu milhão de dólares quando sair da cidade.
Xintoísmo: Hugo está nas árvores do parque neste instante. Você deveria dar uma volta e votar nele. Se você ficar famoso, talvez queira mudar seu nome para Hugo deepois de sair da cidade, e aí você pode voltar para o parque e os habitantes locais votarão em você.
Humanismo Ético: Vamos votar uns nos outros, e aí poderemos dividir o prêmio de um milhão de dólares. Se você for tentar o milhão de dólares do Hugo também é com você.
Gnosticismo: Hugo tem um golpista muito bom que gerou muita agitação enquanto estava aqui, saiu da cidade faz um tempo e não tem um centavo sequer. Mas existem boatos de Outra Pessoa com montes de dinheiro em Outro Lugar, em quem certamente vale a pena votar.
Ciência Cristã: Vote no Hugo e ele lhe dará um milhão de dólares quando sair da cidade e ainda seguro-saúde gratuito enquanto estiver aqui. Se você não votar ele, vai ter que pagar todas as consultas médicas e hospitais.
Egípcios (antigos): Hugo ainda está na cidade, mas vai levar um milhão da dólares do Roberto, da Joana e da Marta quando ele for embora. Você pode ficar com um pouco também se pegar carona na limusine dele.
Greco-romanos (antigos): Hugo e sua família desestruturada estão com problemas em questões de confiança, e não estão dando dinheiro. Não interessa em quem você vota, os outros vão te cobrir de porrada.
Quaker: você não precisa dar ouvidos ao Carlos ou sua lista. Se você esperar por um bom tempo, no fim o Hugo telefona pra você. Ele irá dizer como conseguir um milhão de dólares, do que a Lua é feita, etc. Você pode votar nele por telefone, se quiser.
Baha-í: É verdade! Quando você sair da cidade, Hugo lhe dará um milhão de dólares. Tudo que você ouviu sobre o Hugo tem alguma verdade; no fim todos chegaremos a um consenso e todo mundo na cidade será bem mais feliz. Ah, e mais uma coisa: Hugo definitivamente nao gosta que você coma salsichas a não ser dentro do pão, sem condimentos.
Astru (antigo): Hugo entrou em uma gangue de motociclistas e saiu da cidade, mas Ele aparece de vez em quando. Se você quer entrar na gangue Dele e que a outra gangue não te cubra de porrada, é só cobrir de porrada quem merecer (ou escrever umas letras de rock and roll duca) até que alguém faça você sair da cidade.
Judaísmo (antigo): Se você for bonzinho com um dos amigos mais chegados do Hugo, eles votarão no Hugo por você, e você leva o dinheiro na hora. Se te cobrirem de porrada, a culpa é sua, droga! Continue tentando.
Zoroastrismo: Não adianta votar no Hugo. Uma vez que nossos pais conheceram o Hugo antes de todo mundo, ele não está interessado em ningém votando nele (a não ser nós). Ele planeja voltar e limpar a cidade um dia, depois de dar um dinheiro para umas pessoas e cobrir de pancada quem saiu da cidade.
Unificacionismo: O Hugo ficou meio maluco depois que aquela experiência com jardinagem não deu certo, aí uma das suas múltiplas personalidades começou com aquela história de votar no Hugo. Uns anos depois, outra personalidade Se manifestou, alegando que era o filho do Hugo, Cris. Cobriram Ele de porrada e O expulsaram da cidade, e por isso ele disse que agora tinham que votar Nele. Aí ele me ligou e contou que o Carlos estava errado, e que se nós nos tratarmos bem uns aos outros, o Hugo vai voltar logo e dar um milhão de dólares a cada um na cidade. Mas Ele disse que você devia me dar um monte de dinheiro enquanto isso porque já que não estamos prontos para que Ele volte a cidade, ele precisa de ajuda para divulgação e os selos não são de graça.
Discussão em chat termina em briga e condenação
Um britânico que afirma ter promovido o primeiro caso da Inglaterra de ataque relacionado à “fúria online” foi condenado a dois anos e meio de prisão na sexta-feira. Ele atacou um homem com o qual trocou insultos pela Internet.
Paul Gibbons, 47, morador do sul de Londres, admitiu que atacou John Jones em dezembro de 2005 depois de meses de troca de injúrias em uma sala de bate-papo dedicada à discussão do Islã. Continuar lendo “Discussão em chat termina em briga e condenação”

