Sejamos sinceros, tem algo de muito, MUITO, errado com a humanidade. Não que as pessoas sempre foram boazinhas, nunca houve guerra, mortes assassinatos e nem a pedofilia.
Mas, caraca, quando eu dou de cara com uma notícia como a que foi veiculada nos jornais do Rio de Janeiro, você tem que parar e pensar para onde está indo a droga do mundo.
– Onde está o ceticismo, André? O que isso tem a ver com o site estilo Capitão Nascimento do Ceticismo (™Rev. Peterson) ?
Crimes devem ser denunciados, ainda mais quando se trata de um câncer social chamado Pedofilia. E eu não suporto pedófilos. Estes são os piores tipos de criminosos que existem. Ainda mais quando é uma violência caseira, perpetrada por um avô. Sim, AVÔ, que (apenas por detalhe) foi pastor da Igreja Assembléia de Deus, em Belford Roxo, localizado na Baixada Fluminense. Obviamente, existem criminosos de todas as religiões, assim como ateus. Mas, não dizem que o amor de Cristo escolhe aqueles para pronunciar suas palavras, pois Jesus Jóquei de Jegue é o caminho, a verdade e a vida? Onde G-zuis estava?
Depois, um idiota chega aqui citando Locke, que não passou de um escravocrata, dizendo que ateus são amorais. bem, imbecis assim nem merecem minha atenção. Que fiquem estrebuchando nos seus blogs com 10 participações diárias (família pequena dá nisso). Vamos retornar ao assunto. Continuar lendo “Avô engravida neta de 10 anos”

Ceticismo, Ciência & Tecnologia sempre gosta de trocar artigos com outros amigos blogueiros, principalmente com o
No século XVI, o Protestantismo apareceu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da suposta “Palavra de Deus”, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.
Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.
Muitas culturas têm um deus. E considerando que todas essas culturas são diferentes entre si, todos esses deuses acabam sendo diferentes entre si também.
Você sabe como Jesus é, certo? Cabelos levemente cacheados, barbudo, alto e com cara de quem nasceu na Palestina, não é mesmo? Mas, aí somos obrigados a perguntar: Tem certeza? De onde você tirou esta idéia? Você sabe como era a aparência do X-Man Palestino ou sabe apenas a descrição que lhe disseram? Para ser sincero, eu acho que você deveria rever os seus conceitos.
Os chatólicos romanos atacam de novo com um caminhão de besteiras. Toda semana inventam alguma idiotice para aparecer na TV. Dessa vez, Chico Bento XVI resolveu rezar mais que o padre (com muito trocadilho) e resolveu ser mais original e criou novos pecados capitais.
Ah, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.
O mais antigo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, está certo ao considerar o processo que começará a ser julgado ali amanhã “o mais importante de toda a história” da Corte, porque, argumenta, será uma deliberação sobre o direito à vida. Mas pode-se explicar de outras formas, quem sabe mais apropriadas, a importância excepcional desse julgamento. Para o relator da ação sobre a qual o Supremo vai se pronunciar, Carlos Ayres Britto, por exemplo, o que está em tela de juízo é um confronto entre ciência e religião – ou, pelo menos, entre ciência e religião católica. Uma terceira formulação, no entanto, talvez seja a mais cabal: o STF está na iminência de fazer história porque foi chamado a se pronunciar, em derradeira análise, sobre a separação constitucional entre Igreja e Estado no Brasil.