Quando a gente fala que de cara limpa ninguém acredita nas pataquadas da Bíblia, me chamam de herege e que eu irei arder no inferno, depois de sofrer muito aqui na Terra com um câncer, que minha mulher vai me trair, meus filhos se transformarão em lumbrigas e que Jesus me baixará a porrada, entre outras coisas lindas saídas do amoroso coração dos bestões cristãos.
Só que dessa vez a história é outra. Num artigo provocador publicado nesta semana no periódico de filosofia “Time and Mind”, Benny Shanon, professor de psicologia cognitiva da Hebrew University of Jerusalem afirmou que Moisés – o maior corretor de imóveis da Bíblia (afinal, para fazer uma galera andar 40 anos só para ver um terreno, o cara tem que ser bom) – usou drogas de efeito psicodélico. Ou seja, Moisés tava doidão. Shanon considera que o consumo de psicotrópicos fazia parte dos rituais religiosos dos judeus mencionados pelo livro do Êxodo na Bíblia. Aquela parada de queimar ervas, se embeber em sangue e adorar uma estátua em forma de bezerro é coisa de quem puxa um “da lata”. :-D Continuar lendo “Estudo atesta: Moisés era “doidão””

Consideremos este ponto e digamos o seguinte: “Ou Deus existe ou não existe.” Mas qual das alternativas devemos escolher? A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir. No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta?
Todos os calendários se baseiam nos movimentos aparentes dos dois astros mais brilhantes da abóbada celeste, na perspectiva de quem se encontra na Terra – o Sol e a Lua – para determinar as unidades de tempo: dia, mês e ano.
É possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos.
Os conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia.
Por Voltaire
Por Isaac Asimov
C. Dennis McKinsey
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.
Esses toscos religiosos não têm jeito. Se fosse casos isolados, tudo bem. Mas, pombas, a cada 5 minutos aparece uma notícia de um desgramado fio duma égua atacando crianças.