Há muito debate na Internet; infelizmente, grande parte dele possui péssima qualidade. O objetivo deste documento é explicar os fundamentos da argumentação lógica e possivelmente melhorar o nível dos debates em geral.
O Dicionário de Inglês conciso de Oxford (Concise Oxford English Dictionary) define lógica como “a ciência da argumentação, prova, reflexão ou inferência”. Ela lhe permitirá analisar um argumento ou raciocínio e deliberar sobre sua veracidade. A lógica não é um pressuposto para a argumentação, é claro; mas conhecendo-a, mesmo que superficialmente, torna-se mais fácil evidenciar argumentos inválidos.
Há muitos tipos de lógica, como a difusa e a construtiva; elas possuem diferentes regras, vantagens e desvantagens. Este documento discute apenas a Booleana simples, pois é largamente conhecida e de compreensão relativamente fácil. Quando indivíduos falam sobre algo ser “lógico”, geralmente se referem à lógica que será tratada aqui. Read more »

Ceticismo, Ciência & Tecnologia sempre gosta de trocar artigos com outros amigos blogueiros, principalmente com o
No século XVI, o Protestantismo apareceu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da suposta “Palavra de Deus”, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.
Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.
Muitas culturas têm um deus. E considerando que todas essas culturas são diferentes entre si, todos esses deuses acabam sendo diferentes entre si também.
Você sabe como Jesus é, certo? Cabelos levemente cacheados, barbudo, alto e com cara de quem nasceu na Palestina, não é mesmo? Mas, aí somos obrigados a perguntar: Tem certeza? De onde você tirou esta idéia? Você sabe como era a aparência do X-Man Palestino ou sabe apenas a descrição que lhe disseram? Para ser sincero, eu acho que você deveria rever os seus conceitos.
Ah, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.
Quando a gente fala que de cara limpa ninguém acredita nas pataquadas da Bíblia, me chamam de herege e que eu irei arder no inferno, depois de sofrer muito aqui na Terra com um câncer, que minha mulher vai me trair, meus filhos se transformarão em lumbrigas e que Jesus me baixará a porrada, entre outras coisas lindas saídas do amoroso coração dos
Consideremos este ponto e digamos o seguinte: “Ou Deus existe ou não existe.” Mas qual das alternativas devemos escolher? A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir. No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta?