por Augusto Damineli e Tasso Napoleão
Ao longo de todo este ano a humanidade terá a oportunidade inédita de reafirmar uma profunda conexão com o Universo, estimulando a consciência de sua origem cósmica. A matéria que forma o corpo de cada um de nós, por exemplo, por familiar que possa parecer, na realidade foi forjada no interior de estrelas de grande massa que explodiram ao final de sua vida. Elas fertilizaram o espaço com os elementos químicos que elaboraram em seu interior, os tijolos básicos para a construção do mundo: de estruturas vivas a formas inanimadas.
No imaginário da maioria das pessoas, vivemos “aqui em baixo” numa realidade dura em que tudo se desfaz com rapidez, enquanto “lá em cima” é o lugar da eternidade, da matéria em estado mais puro. Esse quadro mental foi cristalizado ao longo de milênios e resistiu às grandes revoluções que se aceleraram nos últimos 500 anos. A disseminação do conhecimento pela escola, livros e mídia não foi capaz de dissolver essa memória partilhada mesmo por pessoas com instrução universitária.

Janeiro tá um saco, pouco dinheiro no bolso, o 13º foi embora, contas vencendo e poucas notícias interessante… Até agora.
A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.




Eu tenho amigos de todos os credos. Desde judeus, cristãos, ateus, muçulmanos, agnósticos, macumbeiros e até um que acredita em divindades indígenas (sério!). Isso passando por defensores de ufologia, astrologia e até que o Lula é um bom presidente e o Vasco tinha condições de ficar na primeira divisão. Eu não implico com eles se eles não ficarem me “vendendo” suas crenças. Conversamos sobre estes assuntos, mas sem proselitismo de nenhum lado.
Estamos na semana de Festas! O Mau Velhinho – o Papa Chico Bento XVI – anda meio surtado. Provavelmente, por não saber se Jesus Jóquei de Jegue nasceu no Rio Grande do Norte ou no Pará, posto que anda em dúvida se comemora o Natal ou Belém. Liguei pra Fátima (a cantora) perguntando se ele era conterrâneo e ela deu com o telefone na minha cara (se fossem os seios, seria morte certa).
Os judeus estão aguardando, pois eles são pacientes. Uma das coisas que eles mais aguardam (e, para eles, a mais importante) é o advento do Messias.

Boa Taaaaaaaaaaaaaaaaaarde,