Krampus, o auxiliar de Papai Noel

Você já está acostumado com o mito do Papai Noel: o velhinho bonachão, de roupinha vermelha, gorro e com um trenó sendo puxado por veadinhos renas, não necessariamente de nariz vermelho. Papai Noel sempre traz um brinquedinho para as crianças boazinhas; mas e o que acontece com as más? Antigamente, o mito tinha uma continuação. Papai Noel tinha um ajudante, e seu nome era Krampus.

Krampus deriva do termo “Krampen” em alemão gótico, que significa “garra”. trata-se do auxiliar do Papai Noel que não veio premiar as criancinhas boas, mas punir as criaturinhas desobedientes. Pela imagem de abertura, vocês poderão deduzir o que aconteceu com o mito, não é mesmo? Continuar lendo “Krampus, o auxiliar de Papai Noel”

Novas descobertas sobre o Império Assírio

Há 3000 anos, havia um grande império no Crescente Fértil: o Império Assírio; e foi lá por aquela região que inventou-se a escrita, tornando-se um marco divisor entre a pré-história e a História. Mas isso vocês já estão carecas de saber, bem como eles tentaram mandar na região com mão de ferro, mas o Egito ergueu o dedo médio e disse: Aqui, ó! Haviam também uns ridículos pastores de cabras que cortaram um pedaço do pinto, só para imitarem os egípcios. A Assíria resolveu tomar o proto-reino que estava se formando na mão grande e os refugiados correram com o rabo entre as pernas de sua região fértil, no reino de Israel, para o tosco reino de Judá, que não cheirava, nem fedia. O reino de Judá, só de sacanagem, resolveu ser baba-ovo dos egípcios. Mas, como a história desses ridículos camponeses, baby sitters de cabras, não nos interessa no presente momento, vamos dar atenção ao que um império de verdade fez, além de dominar parte do Mar Mediterrâneo até o Golfo Pérsico.

Nessa época, ainda não havia alfabeto latino. mesmo porque, Roma nem sequer sonhava em dar as caras. A escrita era cuneiforme, e os despachos, notas fiscais (sim, já existia nota fiscal na época e uma espécie de ICMS que o Estado cobrava dos comerciantes), cartas e ordens imperiais eram impressos em argila úmida, que ao secar guardava seu tesouro literário consigo, como na ilustração ao lado. Novos tabletes de argila como essas foram descobertos este ano, em um antigo palácio no atual sudeste da Turquia. Continuar lendo “Novas descobertas sobre o Império Assírio”

A Enciclopédia, recenseamento do saber

Em 1751 foi editado o primeiro volume da Enciclopédia, de Denis Diderot e Jean le Rond d’Alembert. A peripécia intelectual e editorial sem precedentes provocou na Europa, ao mesmo tempo, entusiasmo e aversão. A obra tinha a ambição de colocar ao alcance do leitor todo o conjunto de conhecimentos humanos derivados da razão. Mas, já no fim do século XVIII, o trabalho foi acusado de estar na origem da Revolução Francesa, dado que também o movimento bebeu na fonte do Iluminismo.

Alguns estudiosos do século XIX aprofundaram essa visão e identificaram nos volumes o triunfo do liberalismo reformador e a reabilitação do trabalho popular. O historiador francês Jules Michelet, por exemplo, exaltava em Diderot a alma e o caráter da revolução. Já o intelectual alemão Karl Marx avançava mais e denunciava o desvio do espírito das Luzes pela classe burguesa. Continuar lendo “A Enciclopédia, recenseamento do saber”

Uso de véu islâmico em hospital causa polêmica na Bolívia

O mundo continua girando. Gira e volta e vem e vai. Todos respeitam as ideias dos demais, mas só quando essas ideias são iguais. É como se fosse um Voltaire às avessas: “Podes dizer tudo o que pensas, desde que concordes comigo”. As religiões não são diferentes, como sempre. Sempre querem liberdade religiosa e de comportamento; DESDE QUE, a religião e a prática seja a da religião do “defensor”. Um exemplo que ilustra bem isso é a inauguração de um hospital em La Paz, Bolívia, que é financiado pelo governo iraniano. Lá, as funcionárias foram vistas usando hijabs, o véu muçulmano.

Isso, por si só, já é meio esquisito, mas de certa forma compreensível. Mas abre-se as cortinas para o ato seguinte e entram as Ovelhinhas do Senhor Palpatine XVI, vociferando que isso é uma violação do direito das mulheres e rompe com o direito à liberdade de escolha.

Dormir… Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo: Pois quando livres do tumulto da existência, no repouso da morte o sonho que tenhamos devem fazer-nos hesitar: eis a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Uso de véu islâmico em hospital causa polêmica na Bolívia”

Voz dos Alienados 6

A seguinte p(b)ostagem dispensa maiores comentários. Res ipsa loquitor (as palavras falam por si mesmas).

lex | afexferreira672@gmail.com | 189.123.50.145

É assim mesmo, o satanas usam as pessoas de diversas formas para confundir aqueles que são tementes a Deus, falando mal dos crentes pela fé que temos, será que vocês ao menos acreditam em Deus, ou são daqueles ateus que acreditam no BING BENG e viemos existir, deixem de serem impocritas, o diabo esta agindo bem na sua frente e te usando para fazer a obra deles, ou será que vocês nunca viram 1 pessoas endemôniadas ou objetos inesplicavelmente flutuando em sua frente, muitos que não entendem dizem isso é um fantasmas ou pessoas que morreram que estão vagando no mundo, fantasmas não existem e nem mesmos quem morre fica vagando pelo mundo, quem morre dorme até o dia do julgamento divino, essa confusão de pensamentos é o diabo novamente agindo para enganar os que são tementes a Deus e aqueles que são inocente que não conhecem a bíblia, o quê adianta vocês estudarem tanto sobre uma pesquisa a favor de satanas, a vida é uma bença divina e nada acontece sem Deus permitir. Lembresse disso! Somos crentes, mas nâo é porque somos crentes que deixaremos de sofrer as consequências da vida, a única diferença dos que são tementes a Deus pra vocês é que teremos a salvação e isso não sou eu que falo e sim a BÍBLIA QUE É A PALAVRA DE DEUS! AQUELA QUE VOCÊS QUE PROVAVELMENTE NÃO ACREDITA.


Nada comentarei.

Bíblia é manual de maus costumes, diz José Saramago

José Saramago é um dos mais importantes nomes da literatura de língua portuguesa, sendo seu único representante a ganhar o mPrêmio Nobel de Literatura. Saramago, além disso, nunca foi o que se pode dizer de “chegado às religiões”, mesmo porque, ele é ateu. (pausa pra chuva de pedras, vinda de algumas iletradas Ovelhinhas do Senhor).

Ontem 18/10, Saramago afirmou, em Penafiel, que “a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana”. Ele ainda afirmou que “sobre o livro sagrado, eu costumo dizer: lê a Bíblia e perde a fé!”, numa entrevista concedida à Agência Lusa, a propósito do lançamento mundial do seu novo livro, intitulado “Caim”. Continuar lendo “Bíblia é manual de maus costumes, diz José Saramago”

15 de outubro: Feliz dia do Professor

Hoje é dia do professor. Aquela figura que todos dizem que é importante, mas que é vilipendiado, exorcizado, desprestigiado, ridicularizado, odiado, pisado, xingado, ofendido, mas que um simples “puxa, professor, agora eu entendi” compensa tudo.

Esta é uma homenagem àqueles que tentaram (e ainda tentam) colocar algo dentro (ops) da cabeça de vocês. Uma homenagem aos que realmente fazem algo de útil num país governado por alguém que precisou de um professor, e que precisa até hoje, nem que seja pra aprender a usar plurais corretamente. Professor, hoje é seu dia. Parabéns! Continuar lendo “15 de outubro: Feliz dia do Professor”

Entendendo o agnosticismo

Para aqueles que estão acostumados com definições wikipedianas, “Agnóstico” foi um termo cunhado por Thomas Huxley – carinhosamente conhecido como “Buldog de Darwin”, por suas defesas eloquentes em prol da Teoria da Evolução. Sua etimologia infere o “A”, prefixo grego que significa “não” e Gnosis, também do grego, que significa “conhecimento”. Assim, agnóstico seria aquele, numa tradução literal, que não possui conhecimento. Mas não é bem assim, já que não há ninguém que tenha conhecimento sobre tudo, exceto nossos amigos religiosos que sabem tudo… menos o que vem escrito em seus livros religiosos, como tantas vezes provamos que sequer sabem da existêcia de certas passagens, digamos, embaraçosas. Ou será mero esquecimento, mesmo? As pessoas são tão falíveis…

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Judeus usam galinhas para expiar pecados antes de Yom Kippur

Hoje é dia 27 de setembro. É dia de Cosme e Damião para os católicos, dia do Idoso e também dia de mostrarmos o quanto o mundo é realmente maluco, onde religiões tribais, toscamente atrasadas, ainda fazem oferendas a deuses, usando sangue de animais vivos para expiarem pecados e purgarem-se de impurezas espirituais.

Imagino que vocês estão pensando em Umbanda ou Candomblé, mas se enganaram. Estou falando do judaísmo ortodoxo, já que estamos em época do Yom Kipur e, segundo o ritual das Kaparot, galos, galinhas, peixes etc. são sacrificados, e seu sangue é usado para expiar os pecados de alguns judeus que acham que isso alegra o temível Senhor dos Anéis Bíblico. O tosco G-Ová!

Esse é um Domingo Insano, Erev (a véspera de) Yom Kipur. Com a cortesia do Robson, que teve a gentileza de me ceder a vez de defender animais, mostrando o quanto os animais que defendem rituais com morte e sangue são um câncer sociológico. Continuar lendo “Judeus usam galinhas para expiar pecados antes de Yom Kippur”

PNAD: Uma vergonha chamada Brasil

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) é uma pesquisa feita pelo IBGE. Se você não sabe o que significa IBGE, este artigo fala justamente sobre VOCÊ!

A pesquisa feita em 150 mil domicílios durante o ano de 2008 mostra o LIXO no qual este país está. Os dados coletados são alarmantes, se bem que os órgãos públicos estão calminhos, posto que nunca foi prioridade melhorar alguma coisa nesse país, só se fala em coletar de dados e propagandear o famigerado pré-sal. Na última edição do levantamento, ficou patente a falência da Educação, em contraposição a uma questionável melhoria no padrão de vida das pessoas. Pelo visto, Educação não influi no padrão de vida, e obviamente isso não me causa estranheza, dados os discursos do Primeiro Molusco. Preparem a armadura, que está na hora de partirmos pra porrada! Continuar lendo “PNAD: Uma vergonha chamada Brasil”