Eu já esperava por isso. Esse é o mal de lidar com líderes religiosos: são sempre previsíveis, e as notícias acabam ficando sem graça. O Império do Mal Vaticaniano “congratulou” (my ass) a conquista dos pesquisadores do Instituto Venter, ao criarem primeira bactéria com genoma sintético. Mas religiões não seriam religiões se ficassem só nas congratulações e usaram o Argumento da Barata, ao morder depois de assoprar. Segundo “autoridades” (sabe-se lá em que) disseram que a descoberta poderia ser um avanço positivo se corretamente usado, mas avisaram aos cientistas que só Deus pode criar a vida, como coisa que alguém liga para ameaças. Se fosse assim, os cientistas estariam com todos os seus problemas resolvidos, depois que Javé os enchesse de hemorroidas de ouro.
Esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!
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A presença da ciência em nossos dias é o que se chama de truísmo – uma verdade tão clara que enunciá-la se torna uma redundância das mais desnecessárias. Ninguém negaria que vivemos em um mundo em que os frutos da ciência cada vez mais se tornam presentes em nossa vida cotidiana. E esses frutos não se limitam a essa gama de ferramentas da vida prática e material que o desenvolvimento da tecnologia possibilitou. Mais do que isso, adentram o mundo do pensamento e das visões de mundo.
Muito dificilmente você se lembrará – ou mesmo terá conhecimento – deste nome. Não só pela difícil pronúncia, como pelo fato dele ter nascido nos cafundós do Judas lá no meio da África, num lugar desolado, pobre e abandonado chamado
Sinceramente, eu não sei qual é a ligação freudiana que os fundamentalistas cristãos t~em com a Arca de Noé, um dos maiores mitos bíblicos. Podem ver que o artigo sobre o Dilúvio é bem mais concorrido do que s que falam de Jesus. Deve ser porque eles estão prestes a mudar de deus, não se importando se o Jóquei de Jegue tenha existido ou não. Bem, os céticos já sabiam a resposta há muito tempo, da mesma forma como sabem a resposta sobre a Arca: besteira!
Prahlad Jani é mais um daqueles velhinhos com cara de coitadinho, mas que se você der mole afana sua carteira na boa. Ele também alega que não é muito chegado a banho, e não vê água e sabão em todos esses anos também. Claro que muitos idiotas estão acreditando na conversa mole e o Ministério da
Freud é conhecidíssimo. Virou lugar-comum o bordão “Freud explica…”, e todos já ouviram falar no austríaco esquisitão (deve ser algo na água que faz os austríacos serem meio birutas). Alguns acham que freud é um gênio, outros que nem tanto, que ele foi superado pelos seus discípulos. Só que agora, Michel Onfray, autor do Tratado de Ateologia, chega chutando o pau da barraca e mete os dois pés no peito dos adoradores do velhinho do charuto. Para ele, Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários. Só não chamou de bobo, feio e chato, porque aí era demais (ou não).
As pessoas pensam que vivemos numa democracia. Não vivemos. E os maiores censores são as próprias pessoas. Não basta que você tenha uma opinião, e muito menos que queria externá-la. Não pode, por que muitos podem se “ofender” com o que você falar. Normalmente, isso acontece por uma questão de vaidade pessoal, onde o ouvinte espera que você diga coisas com as quais ele concorde. É o que eu chamo de Voltaire às Avessas:
Você é daqueles que sempre achou que o mundo biológico era esquisito? Não fique alarmado, efetivamente você está certo: Sim, é estranho, esquisito e bizarro! O conhecimento geral nos diz que um dos motivos de haver vida na Terra é a concentração de oxigênio disperso em vários locais. Mas qual não foi a surpresa de se encontrar seres vivos pluricelulares que vivem sem precisar de oxigênio! Sim, tais criaturas existem e não estão nem aí se você tem oxigênio para respirar ou faz fermentação.
Chineses são um povo… interessante. Não chegam a ser tão bizarros quanto os japoneses (NADA pode ser mais bizarro que os japoneses, nem mesmo os italianos), eles até fizeram muito em termos culturais, como a invenção da pólvora, do papel e já possuíam uma civilização organizada enquanto os toscos hebreus ainda não passavam de um ridículo povinho que era jogado pra lá e pra cá, ao sabor do vento causado pelos grandes impérios do Oriente Médio. No Oriente Distante, a China cantava de galo e seu almirante
Segundo o professor de antropologia novaiorquino Philip Haseley, do Niagara County Community College, o estudo de OVNIs e outros fenômenos inexplicáveis do espaço deve ser um objeto de estudo legítimo, o qual deveria ser parte do currículo como uma “área de estudo sério”.Segundo o conferencista, devido à elevada quantidade de “avistamentos” de cada ano, os alunos deveriam investigar os fenômenos. Eu também acho. Acho inclusive que devem mandar várias estudantes para Varginha, afim de procurar o ET chifrudo. Eu até proporia que as distintas viessem procurar aqui em casa, mas um prato voador poderia vir em minha direção (junto com panelas, frigideiras, travessas e, pior!, a minha sogra).