As formigas surgiram há cerca de 120 milhões de anos, durante o período Cretáceo – a não ser que você seja daqueles idiotas fiéis que acreditam na Terra Jovem. Foi nessa época que elas se diferenciaram de um ancestral comum às vespas. Um grupo internacional de pesquisadores acaba de descrever uma nova espécie, encontrada nas proximidades de Manaus, que afirmam ser a linhagem mais antiga de formigas existentes na atualidade.
A formiga, cuja foto está ao lado (clique na imagem ao lado para ampliar) vive sob o solo e mede de 2 a 3 milímetros quando adulta. Esbranquiçada e sem olhos, ganhou o nome de Martialis heureka. A referência ao planeta Marte se deve à aparência “alienígena” do animal, que possui uma combinação de características jamais registradas. Depois da análise morfológica e genética, os cientistas verificaram que a formiga correspondia não apenas a uma nova espécie, mas também a gênero e subfamília inéditos. Continuar lendo “Ancestral vivo das formigas”

Essa é pra calar a boca dos crentóides: O Vaticano disse nesta terça-feira (16/09) que a Teoria da Evolução é compatível com a Bíblia, mas não planeja um pedido de desculpas póstumo a Charles Darwin pela fria recepção dada a ele há 150 anos. Podemos resumir isso no fato que a ICAR não é como as bestas acéfalas que fecham os olhos para o óbvio: a Teoria da Evolução é fato, queiram os criaBURRIcionistas ou não.
O julgamento da Cientologia como fraude e formação de quadrilha no Tribunal Correcional de Paris, previsto para acontecer no início de 2009, reabriu no país as discussões sobre a polêmica religião, que ganhou notoriedade mundial depois que o ator Tom Cruise declarou-se praticante. Mais do que um simples caso de suposta má-fé, o assunto suscita mais uma vez o debate sobre aquela que é a menina dos olhos da República francesa: a laicidade, ou a separação completa entre Estado e religião. 
Atenção alarmistas de plantão! Corram para as montanhas! Religiosos, caiam de joelhos, o fim do mundo começou!! A tribulação vai começar. Os malvados cientistas fizeram:
Poderosa Afrodite, eu não inventei isso! Um elefante macho de quatro anos de idade conseguiu se libertar do vício da heroína e irá viver em um Parque de Preservação de Vida Selvagem na China, informou nesta quinta-feira (04/9) a agência de notícias estatal Xinhua, através da BBC. (por sinal, a BBC consegue trazer cada notícia que pelo amor de Quetzalcoatl…)
Atenção, caçadores de polêmicas! Vai mais uma bomba: o artista canadense Terence Koh fez um lindo trabalho sacro em louvor ao Grão Cavaleiro do Burrico, o incrível Jóquei de Jegue! Ele, o Mega Star da Palestina. Jesus, the Man! Lindo não é? Pois é, pessoal, mas infelizmente, tem um pessoal sem-noção que tá mandando o artista pro pau, digo, pra justiça.
Os chatólicos romanos, como sempre, mostram o quanto estão desesperados com os avanços da Ciência. Imagino que deva ser alguma mágoa que persiste desde o Renascimento. Agora, dão mais uma amostra de uma proverbial e ridícula ignorância (intencional ou não, eu ainda não descobri), onde fazem de tudo para justificar suas frágeis idéias de como o mundo funciona.
A tradicional classificação das espécies, realizada há 250 anos pelo naturalista sueco
A mente humana é uma máquina notável, porém limitada. Recentemente, um conjunto crescente de pesquisas tem focalizado certa limitação mental, relacionada à nossa capacidade de usar uma peculiaridade da mente conhecida como função executiva. Quando se concentra em uma tarefa específica por um período prolongado ou se opta por comer uma salada em vez de um pedaço de bolo, os músculos da função executiva estão sendo flexionados. Os dois processos mentais exigem esforço consciente ? de resistir à tentação de deixar a sua mente vagar ou de sucumbir ao prazer da sobremesa. O problema é que a utilização da função executiva ? um talento em que todos confiam do começo ao fim do dia ? recorre a uma única fonte cerebral de capacidade limitada. Quando esse recurso é esgotado por uma atividade, nossa capacidade mental pode ser seriamente reduzida para outras atividades aparentemente estranhas.