Sanderson, biólogo da Universidade do Arizona, faz parte de um esforço para descobrir o parentesco entre o estimado de 500 mil espécies de plantas. Durante anos, os pesquisadores seqüenciaram o DNA de milhares de espécies vindas de selvas, tundras e gavetas de museus. Eles usaram supercomputadores para processar dados genéticos e coletaram pistas sobre como a diversidade atual de baobás, dentes-de-leão, musgos e outras plantas evoluíram ao longo dos últimos 450 milhões de anos.
O ritmo de seu progresso dá a Sanderson esperança de que será possível desenhar toda a árvore evolucionária das plantas nos próximos anos. “Isso já está muito perto de acontecer,” Sanderson disse. Continuar lendo “Criação da nova árvore evolucionária da vida está próxima”

Um estudo brasileiro acaba de contestar uma ideia largamente aceita desde o século XIX: a de que a maior capacidade cognitiva do ser humano se deve a seu cérebro relativamente avantajado. Os resultados mostram que o tamanho e o número de neurônios do cérebro humano são compatíveis com os de um primata de nosso porte – nem maiores, nem menores do que o esperado.
Uma descoberta feita por pesquisadores norte-americanos poderá trazer uma alternativa ao exame de próstata, um tabu que ronda muitos homens que chegam aos 40 anos. A identificação de uma molécula presente na urina cujos níveis estão associados à progressão do câncer de próstata pode dar origem no futuro a um método simples e não invasivo para detectar a doença, prever sua agressividade e auxiliar na escolha do tratamento mais adequado.
Não, não estou falando daquele principe com cara de sapo. Apesar de ser inglês, eu me refiro a outro Charles. Charles Darwin.
Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Ceticismo.net sempre gosta de aceitar contribuições construtivas. Nosso e-mail de contato está aberto para qualquer um que queira compartilhar material e, como já dissemos, se você gostaria de expor uma idéia, enviar um artigo ou postagem, sinta-se à vontade. Daremos uma olhada e procuraremos não mexer (muito) na postagem, afim de se adequar ao estilo do site.
Olá, senhoras e senhores. Bem-vindos ao mundo mágico da estupidez galopante e a disseminação de idiotices perpetradas por religiosos retardados, cuja única função no mundo é falar besteiras.
Os fãs de Ficção Científica sempre sonharam com robôs com processos cognitivos semelhantes aos humanos, como é o caso do Comandante Data, mas fica difícil de saber se estes robôs sonhariam com ovelhas eletrônicas. O complicado disso é entender o máximo possível como se processam as informações no cérebro, bem como a complexidade de processos químicos e físicos, oriundos de bilhões de anos de evolução biológica, sob os cruéis efeitos da Seleção Natural.
A raiva é uma doença que, para todos os efeitos estatísticos, ainda não tem cura. O agente causador da raiva (um vírus) pode infectar qualquer animal de sangue quente, porém só irá desencadear a doença em mamíferos, como por exemplo cachorros, gatos, ruminantes e primatas (sim, isso inclui você também!). Entretanto, uma técnica desenvolvida nos Estados Unidos, que salvou um paciente em 2004, conseguiu ser aplicada com sucesso pela primeira vez no Brasil. Ela resultou na sobrevivência do garoto Marciano Menezes da Silva, de 16 anos, que havia sido contaminado após ser mordido por um morcego. A informação foi divulgada originalmente pelo jornal “O Globo”.