O progresso científico-tecnológico trouxe inúmeros desafios à humanidade. No segmento da saúde, descobertas fundamentais foram feitas após a Revolução Industrial, particularmente com o início da era pasteuriana, em fins do século XIX, e permitiram expectativa média de vida, ao menos em países socialmente desenvolvidos, em torno de 80 anos atualmente.
Entre algumas conquistas básicas, na saúde, estão para disponibilidade ampla de água potável, tratamento dos esgotos, coleta regular de lixo e, entre outras medidas de higiene, vacinas, técnicas desenvolvidas para o diagnóstico de doenças e seu tratamento, especialmente com antibióticos, no caso de doenças infecciosas. Continuar lendo “Ameaças e Defesas numa Pandemia”

Em qualquer aula decente de artes marciais (não aquelas besteiras de Jiu-Jitso, onde ficam monte de homem se agarrando, Ui!), os alunos são ensinados a tratar as armas como extensões do seu próprio corpo, se bem que Chuck Norris faz de suas mãos armas letais, como uma serra elétrica ou uma britadeira. Obviamente, isso é uma mera metáfora dos velhinhos de olhos puxados, certo? Pelo visto, eles sabiam das coisas, já que pesquisas revelam que nossa gambiarra evolutiva que temos dentro da cabeça chamada “cérebro” processa instrumentos diversos – desde um martelo até uma escova de dentes – como se fosse um prolongamento de nosso corpo. Sim, eu sei o que você está pensando, mas deixe pra ir na sex-shop depois de ler o artigo.
Muitos seres vivos possuem capacidade de camuflagem e mimetização. A grosso modo, podemos dizer que camuflagem é quando o animal/planta muda a sua cor, afim de se confundir com o ambiente. Mimetização é quando eles se fazem passar por outra coisa, afim de enganar seus predadores, ou mesmo afugentá-los. O camaleão é um exemplo de camuflagem, como o polvo. O bicho-pau confunde-se com gravetos, fazendo-se passar por um simples galho, enquanto que asas de algumas borboletas parecem ser os olhos de um bicho maior.
Cientistas na Florida Atlantic University (FAU) criaram um sistema “híbrido” em tempo real, para analisar as interações entre os seres humanos e máquinas (parceiros virtuais). Eles buscam possibilidades de explorar e compreender uma ampla variedade de interações entre máquinas e mentes, e que o primeiro passo para uma união muito amiga entre o homem e a máquina, e talvez até criar um tipo de máquina totalmente diferente. Será o alvorecer do Skynet?
A bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, é uma campeã de promiscuidade — e, pelo visto, isso está tornando a vida dela mais fácil e complicando muito a dos humanos que o micróbio infecta. A mania da criatura de fazer sexo — que, em termos bacterianos, se resume a trocar DNA — com espécies diferentes de microrganismo fez com que certas variedades dela tenham se tornado resistentes a quase qualquer tipo de antibiótico.
Biologia do desenvolvimento é ramo da biologia onde estuda-se o desenvolvimento dos seres vivos em suas diversas fases, abrangendo o crescimento e a diferenciação celular, bem como a morfogênese. Gregg Duester, leciona esta disciplina no Burnham Institute for Medical Research, juntamente com Xianling Zhao e colegas. É bem possível que eles tenham esclarecido o papel que o ácido retinóico desempenha no desenvolvimento dos membros.
O mundo islâmico é uma algaravia de esquisitices. E quando eu vejo uma notícia como essa, eu fico sem saber quem está na frente no quesito tosqueira, se os cristãos ou os muçulmanos. Decidam-se vocês, pois pra mim é caso perdido; ainda mais quando eu vejo que durante 30 (TRINTA!!) anos o cinema era proibido na capital da Arábia Saudita (Riad, caso você tenha matado as aulas de geografia).
O albinismo é uma doença genética que provoca perda parcial ou total da pigmentação ou coloração da pele, olhos e cabelo. Segundo Raymond Boissy, professor de dermatologia da Faculdade de Medicina da University of Cincinnati, decorre de mutações que afetam as células – chamadas melanócitos – que produzem a melanina dos pigmentos que colorem partes do corpo.
A pele humana é habitada por uma diversidade de bactérias muito maior do que se acreditava. É o que mostra a análise genética de microrganismos coletados em várias partes da superfície do corpo de pessoas saudáveis. O estudo, publicado esta semana na
Pesquisadores brasileiros e franceses acabam de dar mais um passo rumo à compreensão da grande capacidade do cérebro humano de se adaptar a modificações no organismo. A análise das mudanças ocorridas no órgão após transplantes de mãos mostrou que essa habilidade cerebral está relacionada não apenas à recuperação dos movimentos, mas também a diferenças na evolução da função motora dos lados direito e esquerdo do corpo.