“O nome Hubble é duplamente famoso. A segunda fama é derivativa da primeira. No início, achava-se que as estrelas faziam parte de um aglomerado único. No entanto, alguns cientistas começaram a questionar isso, levantando a ideia que várias estrelas estariam em aglomerados próprios, muito, mas muito longe de nosso planeta. Kant foi um dos maiores responsáveis por isso e sua proposição do problema ficou conhecida como a “hipótese dos universos-ilha”. Edwin Hubble foi o cientista que demonstrou que esses “Universos-ilha” existiam e deu a eles o nome de “Galáxias”. Não satisfeito, ele demonstrou que sim, as galáxias se afastam, medindo o seu desvio para o vermelho (em inglês, Redshift). Daí veio a fama do cientista Hubble.
Em 24 de abril de 1990, foi lançado pela NASA em , a bordo do Ônibus Espacial Discovery o telescópio espacial Hubble. Veem a imagem de abertura deste artigo (cliquem para ampliar)? Agradeçam aos dois Hubbles. Em 19 anos de serviço, o telescópio Hubble nos trouxe imagens magníficas, pois ele é capaz de fotografar imagens não só nas linhas espectrais que nossos olhos distinguem, mas consegue enxergar em infra-vermelho também. No entanto, aos poucos ele está se tornando obsoleto. Por isso, a ESA – Agência Espacial Europeia lançou hoje os mais avançados e potentes telescópios jamaios criados: o Herschel e o Planck. Continuar lendo “Europa lança maior telescópio espacial da história”

E eu que pensei que o Dia da Insanidade foi ontem, com a notícia do Padre Bultmann, digo, Padre Duarte. Mas, pelo visto, me enganei. Isso porque a ICAR está – segundo me parece – aplicando (ops) no entretenimento caseiro e não estou falando de DVDs e sim no mais antigo divertimento da humanidade: sexo.
É, eu sei, pessoal. O Dia da Insanidade é sexta-feira. E a calamidade dessa semana estaria mais adequada a este dia, que eu chamaria de sexyta-feira (trocadilho ruim, mas dane-se!). Todos sabemos que padres possuem uma… cahan… tendência a “agradar” crianças para conhecê-las (em sentido bíblico) melhor. Mas dessa vez foi diferente. Esta vez foi um padre que prefere “apimentar” seu enfrentamento e conhecimento (bíblico também?) dos pecados humanos… principalmente a Luxúria! Digo isso porque um padre paraibano foi fez uns filmes, digamos, “educacionais” onde ele atua numa orgia. Maneiro, hein seu padre? O melhor de tudo? Estavam dispostos no blog pessoal dele. Será essa a nova mídia a que tanto o
É público e notório que o Império do Mal Vaticaniano nunca foi muito fã da cultura e divulgação científica. patrocinou muitas Universidades, claro; mas fundamentalmente para servirem de instrumentos de fé, preferindo abolir o que chamavam de Quadrivium, isto é, o ensino de aritmética, geometria, música e astronomia, preferindo em seu lugar o Trivium gramática, dialética (ou lógica) e retórica. Isso por motivo de formar melhores debatedores sobre as questões eclesiásticas.
Mais uma notícia da série: “O mundo é maluco e faremos de tudo para provar isso!”
É comum, diante de uma afirmação de natureza científica, as pessoas perguntarem se ela foi testada na prática. Esse procedimento que nos parece natural é um legado de
Alguns anos atrás, alguém da Microsoft percebeu que eles tinham um pequeno probleminha de recursos. Recursos humanos para ser específico. Eles tinham um monte de vagas abertas (milhares, para ser exato ;-)) e um monte de aplicações em desenvolvimento (centenas de milhares). Não era fácil designar o programador certo para a aplicação certa. Então eles decidiram reinventar a Entrevista de Emprego.
Escavações financiadas pela National Geographic nas Muralhas de Durrington, no complexo de Stonehenge, Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO), revelaram um enorme assentamento antigo que no passado abrigou centenas de pessoas. Os arqueólogos acreditam que as casas foram construídas e ocupadas pelos construtores de Stonehenge, o monumento lendário da planície de Salisbury, na Inglaterra, ali perto.
A vida humana está associada a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais, tais como o ano e o dia que permitiram a elaboração dos calendários civis e religiosos, onde as grandes festas universais, como a Páscoa, o Natal etc., constituem lembranças astronômicas de grande importância histórica e econômica para a época em que foram instituídas. Muitas dessas tradições de origem pagã foram absorvidas pelas religiões atuais do mundo ocidental. A grande maioria dos foliões do nosso carnaval, ao se divertir, não sabe que estará inconscientemente fazendo apelo a uma reminiscência astronômica de origem solar.
Por Silvia Helena Cardoso