Arquimedes é conhecidíssimo de quem estuda História da Ciência, mesmo que por alto. Ao que se sabe, ele teria nascido em cerca de 287 A. E.C., em Siracusa, na Sicília e, antes que você pense besteira, ele não era mafioso. Muitas histórias rondam Arquimedes, mas sabe-se que ele era um notável matemático e inventor. Uma das mais conhecidas é quando Hierão, rei de Siracusa, mandou fazer uma coroa e ficou desconfiado do ourives. Daí, chamou Arquimedes para resolver o problema. Arquimedes, ao tomar banho de assento imersão viu que a água transbordava e, assim, viu que a quantidade de água transbordante era igual ao volume de seu corpo. Ele saiu correndo pelado pela cidade gritando Eureka e não se sabe o que aconteceu com o ourives, que na certa não teve final feliz.
Outra história comum de Arquimedes diz que ele usou espelhos côncavos para incendiar navios romanos, durante a Segunda Guerra Púnica. Mas, será verdade? Sobre Hierão, não se sabe ao certo, só histórias. Sobre os espelhos… Quem sabe? Até que ponto isso é fato ou boato? É o que uma equipe de cientistas procurou saber, estudando a fundo a ciência envolvida por detrás disso.
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O plâncton é um conjunto de seres (que podem ser animais, archaeas e/ou bactérias) que vivem em zonas pelágicas, isto é, zonas onde seres sobrevivem sem tocar o fundo do oceano. Explicando ainda melhor: zona pelágica é a parte onde só tem água envolvendo e por todos os lados, literalmente. Pode-se dizer que o plâncton está na base da cadeia alimentar, ou, em outras palavras, é banquete de quase todo mundo. E quem se banqueteia com plâncton vira banquete de bichos maiores. A Natureza não é linda? Pois,é.
O Paquistão é uma republiqueta ridícula, governada por maníacos fundamentalistas com um QI de ameba retardada, mas que possui duas coisas: armamentos nucleares e uma rusga com hindus da Índia. Mas temos que respeitar as religiões, desde que seja a nossa e não do maldito infiel do meu vizinho.
Em Ciência é comum esforços diferentes acabarem num bem comum. Trabalhos de anos e mais anos acabam se intercruzando e podem, juntos, ser a chave para a resolução de muitos problemas. Os cientistas da Universidade de Harvard e de Yale são um pleno exemplo disso. Enquanto uns pesquisam um substituto eletrônico para o pulmão, outros pesquisam tecidos pulmonares inteiramente feitos em laboratório. E sim, eles funcionam!
Olhe para suas mãos e pés. Algum dia, um de seus ancestrais olhou para eles também, só que viram apenas nadadeiras. No final do período Devoniano, há cerca de 365 milhões de anos, criaturas similares a peixes resolveram se aventurar em águas rasas, até chegar à terra. Aí começa a nossa história, quando nossos ancestrais se fxaram em terra, enauqnro que alguns “primos” voltaram para a água. Antes, nossos ancestrais tinham o equivalente a 8 dedos, até que os milênios de mutação e seleção natural deixou-nos com apenas 5, e já fazemos muita coisa com eles.
Olhando-nos no espelho, não parecemos grande coisa. Ossos não muito grossos, um corpo frágil, sem garras e/ou presas. Com certeza, não somos predadores; o que nos diferencia (mas não muito) de outros animais é que usamos estratégia, mas isso outros mamíferos também usam, como é o caso dos grandes felinos.
Você talvez seja daqueles que acham que a Natureza é linda, ética e primorosa, como nos desenhos do Walt Disney. Para sua tristeza, devo informar que não é bem assim e nem que o ser humano é o único FDP do mundo natural. Há criaturas tão ruins, sacanas e perversas como ele, senão pior.
Bom, pessoal, estamos na segunda-feira. Imagino que vocês, pessoas sérias que são, estão no trabalho dando duo (ou nem tanto), checando e-mails da gerência que não dizem nada e prontos para reuniões toscas só para verem os chefes falarem que vocês estão vagabundeando e precisam trabalhar mais.
Pompeia é o que pode se dizer de emblemático. Como uma ação natural violenta pode liquidar de uma vez só todos nós, pobres macaquinhos pelados, sem aviso nem nada. A erupção do vulcão Vesúvio, ocorrida no ano 79 E.C., matou tudo o que estava ao seu redor. A Natureza nunca teve nada de boazinha. Toneladas de pedras, cinzas e morte caíram do céu, soterrando a cidade por 1600 anos, até que as ruínas foram descobertas e o horror do que aconteceu naquele fatídico dia 24 de agosto veio à tona.