
Estamos com um real problema que nem é mais futuro. Já se tornou presente: combustíveis. Temos uma necessidade gigantesca por combustíveis. Nossas máquinas (de uma indústria até um cortador de grama) precisam de combustíveis. EUA dependem muito de geração de eletricidade por meio de carvão, óleo e gás. A cada dia, essa necessidade cresce, e cresce, E CRESCEEEEEEEEE! Cresce mais que os meus boletos e menos que minhas partes anat… deixa pra lá. o mundo urge que novas formas de obtenção de combustível sejam descobertas. Nisso entra os grandes pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA. Eles trouxeram uma forma barata de gerar eletricidade. Eficiente, já nem tanto.

Todos os seres vivos são iguais? Um dos meus questionamentos aos vegans (que quando confrontados com isso me xingam ao invés de responder) é por que defendem tanto animaizinhos bonitinhos, mas nos feios pode passar o certo. Alegam, entre xingamentos, que insetão feio causa doença, mas qualquer animal pode causar. Se bem que teve gente louca defendendo mosquitos causadores da dengue. Esses são mais honestos com suas posições, mas não deixam de ser imbecis.
No Brasil da pseudociência, conforme já demonstrei, universidades sustentadas com dinheiro público são um imenso repositório de bobagens pseudocientíficas da Nova Era ou espiritualistas ou alguma merda neste sentido. Isso refletiu até no SUS oferecendo bobagens à guisa de tratamento de saúde, já que sai mais barato colocar estes inúteis do que equipar hospitais com equipamentos, profissionais, medicamentos e leitos. Coloca uma tia rezadeira e tá sussa. Próximo!
Sim, a série que vocês tanto gostaram está de volta. Péra. Não é a que vocês tanto gostam? Bem, agora já era. ;)
Eu sei que vocês gostam da série Mitos. Mostram o quanto achamos que sabemos, e muito disso está errado. Ideias e “informações” que passam de pai pra filho, pra neto, bisneto etc.Ler no escuro faz mal? Mulheres engravidam no período menstrual? Pelos ficam mais grossos se os raspamos? E quer dizer do alto índice de suicídios em épocas festivas? Tudo isso é verdade? É mito? Historinha pra boi dormir?
Imagine que você monte um timinho de futebol de várzea. Aí, você é posto para jogar contra o Real Madrid, descontando o fato que seus colegas de time partirão para quebrar a perna do primeiro jogador do time adversário na primeira oportunidade, é bem provável que você perca. E perca feio. Isso não é legal. Isso mexe com as pessoas. Antigamente, os Harlem Globetrotters faziam suas apresentações nos países, jogando contra o time local. Era algo como Galactus enfrentando o Tucão (esta relação eu kibei do Cardoso. Me processem!). Tipo… São os Motherfuckin’ Globetrotters. Você SABE que vai perder de forma vergonhosa! Aceita e curta o espetáculo. Já a torcida não entendia isso e levou a hostilizarem os Globetrotter, motivo pelo qual os Viajantes pelo Globo agora levam a própria equipe adversária.
Guerras não apenas fazem parte de nossa história. Pode-se dizer que as guerras construíram a nossa história. Batalhas épicas, salvamentos heróicos, atitudes insanas, ataques devastadores, perdas incalculáveis e tudo com ou sem motivo justo. Mas algumas dessas guerras escondem peculiaridades, motivos estranhos, motivações sem o menor sentido. Seja brigando por um balde, uma barba ou até por causa de um jogo de futebol, guerras acontecem e refletem um pouco do que nós mesmos somos.
A programação infantil televisiva praticamente acabou no Brasil. Ou se tem programas para donas-de-casa ou programas evangélicos. Um dos culpados é efetivamente não ter patrocinadores para programas infantis, pois a legislação brasileira proíbe publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos na Constituição, no Código de Defesa do Consumidor, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Resolução 163/2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Se você não pode veicular seus produtos, por que você iria patrocinar um programa a um público-alvo que não é o seu. É tipo no intervalo da novela Aventuras de Jesus, da Record, tiver propaganda do Terreiro de Umbanda Caboclo Feliz. Uma emissora só mantém programação mediante financiamento por patrocinadores e audiência. Se não tiver nenhum dos dois, já era, vai pra vala.
Vocês se lembram da primeira vez que eu escrevi sobre