Não conheço um único homem que não tenha arrumado uma namorada… digamos… de moral duvidosa. Se você é daqueles que AINDA não experimentou, não sabe o que tá perdendo. Temos um pequeno trecho no nosso cromossomo Y que nos faz aproximar criaturinhas que podem ser descritas como: vagabundas, vadias, safadas, sirigaitas, ordinárias, pistoleiras, periguetes, chave de cadeia, cretinas e, é claro, cachorras.
Claro que só mulheres são tão delicadas assim para se referirem a outras mulheres. Homens preferem chamar logo de puta mesmo ou, de um modo mais amistoso, “primas”. E é claro que eu já tive a minha cota, mas hoje encontrei a luz, a verdade e a vida… (não, não é Jesus. Sou um cético facão). O doce amor da minha vida que adoça os meus dias, promove minha felicidade, cuti-cuti-cuti (pronto, já puxei o teu saco, agora vai fazer a porra da janta, mulé!).
Nesse mundo ensandecido, onde idiotas fazem e acontecem, o absurdo acaba se tornando comum e alguns levam certos adjetivos a sério. Como foi o caso de um garoto que se casou com uma cachorra de verdade (sim, o mamífero quadrúpede da família Canidae). O país onde uma tosqueira dessas aconteceu? Na Índia, ora. Não leu o título? Continuar lendo “Menino de dois anos se casa com cadela na Índia”

Todo mundo quer ter direitos, mas alguns esquecem que há uma coisa chamada “deveres”. Isso acontece muito no mundo religioso, onde todos querem que suas crenças sejam respeitadas, mas não querem abrir mão dela em prol de nada. Nem mesmo quando chega ao ponto de violar leis, como foi o caso de um professor italiano que foi suspenso por um mês, após seus alunos terem reclamado por ele ter retirado um crucifixo da sala de aula.
Ah, o doce aroma no ar… Um aroma raro e doce… O aroma de justiça sendo feita!
Não, não estou falando daquele principe com cara de sapo. Apesar de ser inglês, eu me refiro a outro Charles. Charles Darwin.
Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Olá, senhoras e senhores. Bem-vindos ao mundo mágico da estupidez galopante e a disseminação de idiotices perpetradas por religiosos retardados, cuja única função no mundo é falar besteiras.
Os fãs de Ficção Científica sempre sonharam com robôs com processos cognitivos semelhantes aos humanos, como é o caso do Comandante Data, mas fica difícil de saber se estes robôs sonhariam com ovelhas eletrônicas. O complicado disso é entender o máximo possível como se processam as informações no cérebro, bem como a complexidade de processos químicos e físicos, oriundos de bilhões de anos de evolução biológica, sob os cruéis efeitos da Seleção Natural.
O Imperador Palpatine Ratzinger abriu mais uma vez seu repertório de bobagens do domingão, começando um novo mês, com velhas sandices. Ontem (01/02), o Comandante-em-Chefe das forças do Mal – durante sua tradicional reza do Angelus dominical, afirmou que a eutanásia é uma “falsa solução ao sofrimento, imprópria do ser humano”, e que “a verdadeira resposta perante a dor deve ser o amor”.
O distúrbio de personalidade borderline (DPB) ou fronteiriço é um dos transtornos mentais mais lesivos. Ele é responsável por cerca de 10% de pacientes em atendimento psiquiátrico e 20% de pacientes com necessidade de internação. Uma característica o DPB é a instabilidade na vida do paciente, principalmente quando se trata de relacionamentos pessoais. Os pacientes DPB também têm dificuldade de controlar seus impulsos e moderar as emoções.