Lei britânica de proteção ao consumidor irrita médiuns

As “mães Dinás” inglesas estão possessas! Tudo por causa da nova lei britânica de proteção ao consumidor que confere proteção aos otários clientes desse pessoal que só sabe extorquir dinheiro dos outros. Isso deixou os vagabundos médiuns indignados!

Um grupo de médiuns e videntes da Grã-Bretanha vai realizar um protesto contra essa nova lei que facilitará os processos em casos de clientes insatisfeitos com seus serviços. Segundo Naomi Grimley, correspondente da BBC, como alguns destes videntes cobram pelas consultas, a nova lei passará a classificá-los como “comerciantes”. Continuar lendo “Lei britânica de proteção ao consumidor irrita médiuns”

O Protestantismo visto pelos católicos

No século XVI, o Protestantismo apareceu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da suposta “Palavra de Deus”, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.

Muito bem, esta “Palavra” seria a Tradição Oral, em cujo critério se entende e interpreta-se melhor a Bíblia. A Igreja seria, segundo a visão dos católicos, a única depositária e intérprete da Palavra; entretanto, os protestantes admitem da mesma forma que a autoridade da Igreja para santificar o homem, mediante a Palavra de Deus, pois, segundo muitos protestantes, esta é não apenas um ensinamento para a inteligência, mas força viva que restaura o homem. Nesse ínterim, os católicos vêem a Palavra de Deus como desenvolvedora de toda a sua eficácia quando se torna não apenas audível, mas VISÍVEL nos Sagrados Sacramentos da Liturgia Católica; assim os sacramentos, como a própria Igreja, estão implícitos na revalorização da chamada “Palavra de Deus” apregoada pelos reformadores do século XVI. Continue lendo »

Troque suas lâmpadas por um teto luminoso

e-oled.jpgImagine a cena: ao acionar o interruptor da sua sala ou do seu quarto, a luz não virá de uma lâmpada única, geralmente instalada no centro do teto; a luz virá de todo o teto, uma luz suave, capaz de iluminar o ambiente de forma homogênea e sem incomodar quando você estiver deitado ou precisar momentaneamente olhar para cima.

Esta é uma das possibilidades de utilização dos LEDs, lâmpadas de estado sólido de altíssima eficiência. Mais especificamente dos OLEDs, LEDs orgânicos, que podem ser fabricados por meio de impressão em materiais plásticos. Continuar lendo “Troque suas lâmpadas por um teto luminoso”

Inferno Desmascarado

inferno.jpgAh, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.

Aquele belo recanto agradável que os amantíssimos religiosos – ciosos de seu amor cristão – fazem questão que nós, céticos, sejamos jogados para nunca mais sairmos de lá. :-D

Infelizmente, para os religiosos, aí está mais um sério problema teológico: O que é o Inferno? Onde ele fica? De onde veio esse mito? Será inteiramente bíblico? Hummm… É exatamente isso o que examinaremos agora.

Os toscos religiosos podem sapatear, espernear, arrancar os cabelos e esbravejarem o quanto quiserem; mas não há NENHUMA menção de “Inferno” – como sendo um lugar de tormento eterno – na Bíblia, conforme as religiões cristãs pregam. A bem da verdade, o que temos são traduções canhestras de quatro palavras diferentes: Sheol, Hades, Geena e Tártaro. Senhoras e senhores, peguem as suas roupas de amianto e me acompanhem, pois este será um artigo quente. :twisted:
Read more »

Moralidade, Ética e Religião

Por Marcos de Almeida

ethics-1.gifÉ possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos. Continuar lendo “Moralidade, Ética e Religião”

A filosofia entre a religião e a ciência

Por Bertrand Russel

bertrand_russel.jpgOs conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia. Continue lendo »

O aquecimento global e os cataclismos

aquecimentoglobal.jpgAs projeções reveladas pelos estudos do IPCC mostram que o aquecimento poderá variar de região para região, sendo acompanhado por aumentos e diminuições na precipitação (chuvas). Além disso, poderão ocorrer alterações na variabilidade do clima e na freqüência e intensidade de alguns fenômenos climáticos extremos.

A literatura disponível ainda não avaliou os impactos, adaptações e vulnerabilidade decorrentes das mudanças climáticas, quando considerado os valores máximos de aquecimento apontados pelas projeções. Continuar lendo “O aquecimento global e os cataclismos”

Voar como os pássaros

Por Ulisses Capozzoli

santosdumond.jpgA história da conquista do vôo humano tem inúmeros personagens e não pode ser contada por um único homem. Das mitológicas asas de penas de Ícaro e Dédalo aos primeiros engenhos voadores do século XVIII, o sonho de voar foi acalentado durante séculos.

Em 23 de outubro de 1906, Santos Dumont (1873-1932) sobe com o 14-Bis a uma altura de 3 metros e percorre 60 metros, observado por uma multidão boquiaberta em Paris. O elegante e generoso inventor, que no começo do século já previa o uso de aviões para transportar passageiros, constrói e faz voar o primeiro avião da história.

Por improvável que possa parecer tudo talvez tenha começado com a inclinação do eixo da Terra. A sucessão das estações, quase sempre, restringia a oferta de alimentos. Com isso, manadas deslocavam-se para regiões mais promissoras e, no rastro de animais em migração, seguiram os primeiros bandos de caçadores humanos. Continue lendo »

Informação e Conhecimento

Extraído do livro “O Mundo assombrado pelos demônios”

desconexao.jpgQuando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos. Continue lendo »

Hidroponia

hidroponia.jpgUma das maiores preocupações do mundo diz respeito à produção de alimentos. O principal problema, depois da água, é a ausência de solo cultivável em todos os recantos do planeta. Mas, as pessoas precisam ser alimentadas; o que fazer? A saída seria uma técnica de plantio sem a necessidade de se empregar o solo. Isso é possível? Sim, é. A hidroponia (cujo significado literal é “trabalho em água”) é uma técnica de plantio onde o solo é dispensável; voltada principalmente para o cultivo de verduras, frutos e até mesmo flores. Continue lendo »