<img src=”https://ceticismo.net/wp-content/uploads/2006/11/origemdavida.jpg” alt=”origemdavida.jpg” style=”margin:4px;” align=”left” border=”0″ /><em>Por <a href=”http://estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/nov/14/329.htm” target=”_blank”>Carlos Orsi</a></em>
<em>A idéia oferece uma conseqüência previsível: todos os planetas onde há condições semelhantes às da Terra acabarão gerando os princípios da vida.</em>
A origem da vida na Terra costuma ser vista como um fenômeno único e altamente improvável, requerendo uma cadeia complexa de materiais, energia disponível e muita sorte. Mas, agora, dois cientistas americanos sugerem que, na verdade, a vida é um fenômeno inevitável, como um relâmpago que surge quando há uma diferença muito grande de carga elétrica entre nuvens e solo. <!–more–>A vida serviria, ainda, a uma função análoga à do raio: permitir a dissipação de energia acumulada.
Em artigo divulgado pelo Santa Fe Institute, Harold Morowitz e Eric Smith sugerem que, da mesma forma que raios são estruturas que surgem por conta de diferenças de voltagem, e permitem a dissipação dessas diferenças, os processos químicos da vida surgem por conta de diferenças de energia acumuladas em processos geológicos, como erupções vulcânicas, e atuam de forma a dissipar esses acúmulos.
Os pesquisadores argumentam que a geoquímica da Terra, em seus primórdios, gerava grandes acúmulos de energia sob a forma de diversos tipos de moléculas, e que a vida – por meio do metabolismo – foi o canal encontrado para dissipar essa energia, do mesmo modo que raios dissipam potencial elétrico e furacões dissipam diferenças de temperatura.
Em seu artigo, os cientistas argumentam que “um estado da geosfera que inclui a vida torna-se mais provável que um estado puramente abiótico (sem vida)”, já que os seres vivos atuam consumindo a energia acumulada no ambiente.
Desse modo, o surgimento dos seres vivos teria sido um “colapso para uma maior estabilidade” no planeta.
Morowitz e Smith reconhecem que ainda não têm todo o aparato teórico necessário para desenvolver a hipótese da “vida inevitável” em maiores detalhes, mas sua idéia oferece uma conseqüência previsível: a de que todos os planetas onde há condições semelhantes às da Terra acabarão desenvolvendo, pelo menos, os estágios iniciais da vida.

Estamos no que pode se chamar de “Era Atômica”. Mas, o que significa isso? Significa que estamos numa época em que começamos a desenvolver aplicações práticas para a radioatividade. Ah, agora tá explicado. Mas, peraí! O que é mesmo radioatividade? De onde vem isso? Como podemos trabalhar com ela?
Se nós colocarmos uma colher de sal de cozinha em um copo com água e agitarmos, veremos que ele irá se dissolver totalmente. Porém, o mesmo não acontecerá se fizermos a mesma coisa com uma colher de areia. Toda a areia irá se depositar. Podemos, então, dizer que o sal de cozinha (daqui por diante chamado de cloreto de sódio, NaCl) formou uma solução aquosa, ou seja, uma solução em água, ou ainda, uma dispersão. Onde o NaCl é o disperso (ou soluto) e a água é o dispergente (ou solvente). Mas, o que são soluções mesmo?
Ah, que maravilha que são as cores! Há 20.000 anos que o homem começou a exercitar-se no uso das cores. Os caçadores do Período Glacial já pintavam as paredes das cavernas reservadas ao culto, as famosas pinturas rupestres, com fuligem e ocre, criando obras que resistiram milênios.
Presente tanto em casas de ricos quanto nas de pobres, em muros de casas e de presídios, em hospitais e quartéis. Não saberíamos, hoje, realizar nenhuma construção sem o auxílio dele, o cimento.
Estrutura mental da espiritualidade e seu papel evolutivo ainda são um mistério.
Responsável pelos maiores prejuízos mundiais, a corrosão provoca, só no Brasil, um prejuízo da ordem de 10 bilhões de dólares anuais (isso mesmo: dez Bi todo ano). Se os prejuízos ficassem só na área financeira, até que seria melhor tolerado, mas há quem se lembre do que aconteceu durante a final do Campeonato Brasileiro de 1992 no Maracanã: A grade da arquibancada cedeu, muitas pessoas caíram e se feriram gravemente (inclusive as que estavam embaixo) e três pessoas morreram. Um laudo sentenciou:
Tão importante como um tubo de ensaio, a tabela periódica é um importante instrumento de auxílio para o químico. Recomenda-se que não se saia de casa sem ela… Ela é necessária, pois decorar as informações de todos os elementos seria impossível. Mas, como foi que surgiu esta poderosa ferramenta de consulta?
Todos nós já ouvimos falar sobre “alquimia”. Muitos vêem como algo hermético, cheio de “saberes ocultos”, com conceitos mágicos apenas ao alcance de iniciados. Mas não é bem assim. Sua história mostra que nada tinha de “mágico” ou “hermético” na antigüidade. Na verdade, era uma ciência como todas as de hoje. Uma ciência que evoluiu e acabou recebendo outro nome. Mas, como começou a alquimia mesmo? Qual o seu nome atual?