Os computadores quânticos ainda estão distantes no futuro. Mas não é à toa que pequisadores do mundo inteiro estão dedicando todas as suas vidas em busca da construção de um computador que funciona com base não na carga dos elétrons, mas nos spins desses elétrons ou dos núcleos dos átomos.
Os computadores atuais processam dados em blocos de 64 bits de cada vez. Continuar lendo “Computador quântico: já é possível ler dados armazenados como spins”

Aprendemos desde o início que matéria é tudo o que possui massa e ocupa lugar no espaço. Uma boa definição, mas meio sombria. Por que a matéria ocupa lugar no espaço? De que ela é feita? Se pegarmos uma pedra, poderemos quebrá-la indefinidamente? Já na Grécia antiga, os filósofos (como Demócrito e Leucipo) achavam que toda matéria era composta por minúsculas partículas indivisíveis denominadas “átomos” (A = não ; Tomos = divisível). O raciocínio era simples: uma substância sofreria sucessivas divisões, até que não hovesse mais nenhum modo de se partí-la. A esta pequeníssima parte da dita substância é que os gregos deram o nome de átomo. Tão simples assim?
O silício é o elemento químico fundamental para a era da informação: é de silício que são feitos os componentes eletrônicos que viabilizaram a revolução que o mundo está vivendo com o surgimento da informática e das telecomunicações. Mas, da mesma forma que se necessita do carbono para transformar o ferro em aço, os componentes eletrônicos – transistores, diodos e os chips inteiros – precisam de uma “pitada” de outros elementos.
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Um mistério esotérico de 500 anos, em torno da peça principal do laboratório dos alquimistas, foi solucionado por pesquisadores do University College London e da Cardiff University, de acordo com estudo publicado na revista científica Nature.
Quase seis anos após o primeiro seqüenciamento do genoma humano, uma nova pesquisa revela que a expectativa de que todos nós somos idênticos em 99,9% da seqüência de” letras” que compõe nosso DNA – com o 0,1% restante gerando as características que fazem de cada pessoa um indivíduo único – subestimou o poder da natureza para criar diferentes formas de diferença.
Até hoje, não era possível fabricar magnetos de materiais orgânicos, como os plásticos, por exemplo. Agora, porém, pesquisadores alemães do Instituto Forschungszentrum Dresden-Rossendorf, trabalhando em conjunto com colegas de várias outras instituições, conseguiram pela primeira vez criar ordem magnética em um polímero.
Cientistas exploram o poder de computação de moléculas biológicas e criam máquinas minúsculas capazes de falar diretamente com células vivas.
Imagine um dia calmo de domingo. Crianças brincam inocentemente no parque. Os pais conversam e comentam fatos do dia-a-dia. Tudo normal na superfície do nosso lindo planeta azul.