Está em cartaz o incrível, magnífico e totalmente idiota filme Nosso Lar, baseado no livro “psicografado” por Chico Xavier, cujo autor espiritual é André Luiz (é, eu mereço…). Aqui você não lerá uma resenha do filme, posto que eu não gastarei meu rico dinheirinho material (sim, sou um porco capitalista e os pobres coitados africanos não estão no meu pensamento quando encomendo meus Armanis) vendo besteiras. Entretanto, eu li o livro e, por isso, posso tecer algumas considerações a respeito. E a principal consideração é “quem tem cérebro não aceita o monte de insanidades constante no livro”.
Vamos começar analisando alguns pontos-chave do livro Nosso Lar, e demonstrarei a vocês que bem longe do que espíritas kardecistas pregam, não temos ali provas de amor, companheirismo e devotamento. Só o que as religiões pregam em sua totalidade: Aceite as coisas sem contestar, você não é livre!
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Bem-vindos, ó mortais! Bem-vindos! Sejais bem-vindos ao meu reino. O Reino do Terror no qual eu serei o imperador supremo, pois meu nome é a lança que ferirá os ímpios. Minha língua será o chicote que acicatará aqueles que não se ajoelharem a mim, pois eu sou a Morte, a Destruidora de Mundos!
Que decadência a minha! Depois de excelentes artigos (dane-se a modéstia, eu realmente sou o melhor no que faço. Perguntem ao Wolverine), acabo fazendo artigos do tipo EGO. Entretanto, é humanamente impossível (sim, eu sou humano, apesar do que falam de mim e da minha mãe) resistir a postar sobre mais um exemplo da estupidez humana. O acontecido teve lugar numa igreja da Espanha, onde um débil mental teve a estúpida ideia de quebrar a hóstia recebida bem na frente do padre. Resultado? Depois de quebrar a hóstia o pau quebrou no lugar. Lúcifer está caindo na gargalhada a essa altura. Bem-vindos a mais um exemplo da idiotice humana!
Ser professor é uma situação ingrata. Você tem que ficar totalmente antenado com os psicopatas que estão “assistindo” à sua aula. O professor Thomas Kelley, que tem a infelicidade de lecionar num colégio da cidade de Dover, no estado norte-americano de New Hampshire teve uma bela mostra da capacidade intelectual de seus alunos quando um deles teve a magnífica ideia de conectar plugues elétricos em si mesmo e, ao ligar a corrente, acabou indo parar no hospital. O interessante é que a família do delinquente está processando o professor. Show!
É como diz o poeta: Nada mais maluco que pessoas loucas totalmente ensandecidas. Isso fica evidente quando temos mais um exemplo da capacidade nata de certas pessoas de agirem feito idiotas. O LHC – a máquina construída por Satã que destruirá os valores cristãos e transformará o mundo, criando várias nações pobres, famintas e em guerra – volta à baila. Walter Wagner, que tem nome de ator de pornochanchada brasileira da década de 70 (e não tem nada a ver com artistas plásticos), entrou com um processo contra a máquina de Satã alegando que as experiências no LHC têm “potenciais consequências adversas”. Quais, ele não disse. Você esperava que ele dissesse?
Temos enraizado que decisões tomadas por duas ou mais pessoas são melhores, mais rápidas e mais eficientes do que se tivesse sido tomada por uma única pessoa. De acordo com pesquisadores britânicos, isso pode não ser tão verdade quanto se acha, e que outros fatores podem interferir na otimização de resultados.
Depois, quando eu falo, externo, opino e demonstro que existem muitas categorias inúteis, idiotas vêm me xingar por email. Quando eu falo mal é por estar bem embasado e nunca conseguem provar que estou sendo leviano ou falando besteiras. É fato consumado que Pedagogia está para Ensino da mesma forma que Homeopatia está para Medicina. Apesar de serem duas (pseudo)categorias totalmente inúteis, onde um bando de iletrados conseguem um diproma numa Uniesquina, ambas gozam de reconhecimento como profissões, sendo que não passam de pura pseudociência. O troféu “Sim, sou Idiota” é disputadíssimo. No entanto, o destaque desta semana vai para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva. Para a “distinta”, escolas não salvam o mundo e temos que parar de delegar à Educação o caráter salvacionista, seja lá o que for isso.
Algumas pessoas têm sérios problemas em entender certas coisas. Uma senhora dona pesquisadora doutora em… irc… Educação (resumindo, uma maldita pedagoga!), sem muito o que fazer, resolveu examinar adolescentes sobre quais são as suas reações frente aos super-heróis. Sua avaliação é negativa, posto que os super-heróis de hoje são exemplos nefastos para a formação de nossos jovens, pobres criancinhas desamparadas num mundo pérfido. Quem poderá impedir isso?
O ser humano é bem diferente dos outros animais. Não por causa da sua morfologia ou fisiologia. O que nos diferencia de outros animais é nosso comportamento. Seres humanos gostam de “aparecer”, de chamar a atenção, quando no mundo animal, quem se esconde está no lucro. Técnicas de mimetização e camuflagem garantem a sobrevivência de uma espécie, já que se aproximar de uma presa sorrateiramente promove um lauto jantar, se esconder deste tipo de visitante garante que se almoce no dia seguinte e não seja “O” jantar. Mas os seres humanos fazem de udo para se destacarem entre seus pares, e isso muitas vezes garante uma bela recompensa.
Eu já tive em minhas mãos a obra Efemérides Brasileiras (por sinal, a primeira edição do livro,muito bem encadernado) de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o qual você deve conhecer bem, pois ele que deu o apelido às notas de mil (coloque aqui sua unidade monetária favorita). Ele era o