Category Archives: Ciência

Homeschooling, educação em casa e cabides de emprego

Pessoal tá caindo de pau porque a coordenadora da nova secretaria que cuida de alfabetização do MEC, Maria Eduarda Manso Mostaço, não é pedagoga (desculpem a m[á palavra) e sim advogada. Ela defende o homeschooling, quando pais sem ter o que fazer se propõe a ensinar seus filhos em casa por medinho de doutrinação, como se aluno prestasse atenção em algo.

Eu estou tranquilo, já que não fará a menor diferença. Eu até já tinha escrito sobre ela em janeiro. O motivo mesmo está no vídeo a seguir.

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

Pesquisadores criam forma inédita que todo mundo conhece para transformar eletricidade em combustível

Estamos com um real problema que nem é mais futuro. Já se tornou presente: combustíveis. Temos uma necessidade gigantesca por combustíveis. Nossas máquinas (de uma indústria até um cortador de grama) precisam de combustíveis. EUA dependem muito de geração de eletricidade por meio de carvão, óleo e gás. A cada dia, essa necessidade cresce, e cresce, E CRESCEEEEEEEEE! Cresce mais que os meus boletos e menos que minhas partes anat… deixa pra lá. o mundo urge que novas formas de obtenção de combustível sejam descobertas. Nisso entra os grandes pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA. Eles trouxeram uma forma barata de gerar eletricidade. Eficiente, já nem tanto.

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Quer carregar seu marca-passo? Deixe seu coração bater

Eu gosto muitos dos meus órgãos. Todos eles. Do piano, nem tanto. O coração, diferente dos rins e pulmões, não vem em duplicata. Parou, ferrou! E quando pára, dá muito ruim (mas não tão ruim quanto o acordo ortográfico, que eu resolvi ignorar). Massagem cardíaca é bom, excelente, mas o melhor mesmo é o coração estar batendo direito, no ritmo certo. Quem concordava com isso era o médico John Alexander MacWilliam, que em 1889 publicou no British Medical Journal suas experiências na aplicação de um impulso elétrico diretamente a um coração humano em assistolia. O procedimento chocante causou uma contração ventricular e o coração voltou a bater, deixando todos eletrizados. A imagem que vocês veem acima é a de um dos primeiros marca-passos comerciais. Sim, era um trambolhão que o paciente carregava (nos braços, claro, com os sensores entrando no peito).

Hoje, temos aparelhos bem menores e mais eficientes, como este da direita. Leve e mais confortável. Uma maravilha, certo? Pois é, marca-passos sao ótimos, mas têm um sério problema: baterias.

Como ainda não inventaram nada capaz de violar as Leis da Termodinâmica so porque você é bonito, aparelhos precisam funcionar por energia que lhes é cedida. Mas e se o próprio corpo pudesse fornecer esta energia de alguma forma?

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Os livros climáticos escritos para sempre

Todo mundo adora cavernas. Aqueles ambientes sombrios, misteriosos, claustrofóbicos, com paredes de rochas e possivelmente pedras preciosas. Claro, todo mundo adoro mesmo pelo monitor, pois aqui ó que eu vou me enfiar num buracão no chão, com risco de ficar enterrado vivo. Para geólogos (aquele pessoal que tem pedras na cabeça), é o paraíso, principalmente quando se pode ter muitas informações nas rochas. Informações que fala como a Terra surgiu, como o relevo se formou e – olha que maneiro! – saber das mudanças climáticas que têm acontecido no imenso diário gravado em pedra pelos fenômenos naturais.

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Segundo millenials, plantinhas fofas têm os mesmos direitos que pessoas. SOLTA ESTA BATATA FRITA!

Todos os seres vivos são iguais? Um dos meus questionamentos aos vegans (que quando confrontados com isso me xingam ao invés de responder) é por que defendem tanto animaizinhos bonitinhos, mas nos feios pode passar o certo. Alegam, entre xingamentos, que insetão feio causa doença, mas qualquer animal pode causar. Se bem que teve gente louca defendendo mosquitos causadores da dengue. Esses são mais honestos com suas posições, mas não deixam de ser imbecis.

Outra questão é: por que defender animais e não todos os seres vivos, plantas inclusive? Bem, é que um bando de energúmenos da Universidade de Sidney propõe: leis que garantam os mesmos direitos de seres humanos estendidos a animais e plantas.

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Universidade gasta dinheiro público para saber da sua vida lavada, passada e engomada

No Brasil da pseudociência, conforme já demonstrei, universidades sustentadas com dinheiro público são um imenso repositório de bobagens pseudocientíficas da Nova Era ou espiritualistas ou alguma merda neste sentido. Isso refletiu até no SUS oferecendo bobagens à guisa de tratamento de saúde, já que sai mais barato colocar estes inúteis do que equipar hospitais com equipamentos, profissionais, medicamentos e leitos. Coloca uma tia rezadeira e tá sussa. Próximo!

Agora, vem outra maravilha: Uma universidade federal usa verba vinda de dinheiro público para fazer uma pesquisa que vai coletar depoimentos de pessoas relatando lembranças que seriam de uma outra vida.

Tendo certeza que minha sorte de aranha me fez ser um escravo hebreu que chutou o gato do Faraó e hoje está amaldiçoado aturando gente louca, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Mitos da Medicina 3

Sim, a série que vocês tanto gostaram está de volta. Péra. Não é a que vocês tanto gostam? Bem, agora já era. 😉

Entre moedas caindo de um prédio, raios fulminando locais, crianças zuadas por causa de uma colherada de açúcar, ainda se acredita em muitas bobagens. Não importa o que a ciência diz, o que importa é o “conhecimento” que as pessoas espalham por aí, certo? Óbvio que você sabe que eu irei que não é bem assim, que ainda temos muitas bobagens sendo tidas como verdade. Vamos a elas?

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Pesquisadora cria detector de mentira online. Vê lá o que você anda falando por aí!

Depois do Lie to Me, várias pessoas resolveram se tornar experts em gente mentirosa, tentando ver microexpressões. A série acabou, mas tem o canal Metaforando, que se propõe a analizar a linguagem corporal de pessoas em detrminadas situações e determinar o estado psicológico da pessoa analisada. Já o FBI tem o Behavioral Science Unit (Unidade de Ciência Comportamental), que não é baseada (apenas) em microexpressões, mas em modus operandi de criminosos, tabulando dados e cruzando informações estatísticas, procurando prever o que vai/está acontecendo. Disso veio a série Criminal Minds (só era boa com o Gideon), mas não se liguem em tudo na série. Aquilo é entretenimento, e nem sempre retrata a realidade (quase nunca, seria o termo mais adequado).

Desde sempre, saber quem está mentindo é primordial na hora de julgamentos, decisões de Estado e saber por onde o traste andou, pois chegou em casa com um festival de batom na camisa (se for na cueca, não é preciso detector de mentiras. Erasístrato de Chio (310 A.E.C. – 250 A.E.C.) anatomista e médico grego, designado pai da Fisiologia, já buscava formas de descobrir se alguém estava mentindo. Outro que procurou um modo de descobrir quem estava mentindo foi o psicólogo William Moulton Marston, responsável por duas grandes criações: O polígrafo e a Mulher Maravilha (sim, a ideia do Laço da Verdade veio daí).

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Pesquisadores desenvolvem processo de enxerto ósseo. NOW IN 3D!!!!

Enxertos ósseos são um tantinho mais complicados que você pegar um naco de pele da bunda e colocar no seu braço. No caso de enxertos ósseos, é preciso colher o próprio osso de um paciente para fazer o procedimento, ter suprimento de sangue e refazer ligações de vasos sanguíneos. Não que seja impossível fazer enxerto ósseo não-autógeno (sem que seja a própria pessoa que doe de si para si mesmo), mas os chamados “enxertos xenógenos” são mais comuns em cirurgias odontológica e ortopédica.

Claro, estamos falando de um sistema de transplante em que precisa-se de um doador: você mesmo, seu irmão ou o cachorro do seu cunhado (literalmente, pois pode-se fazer enxertos com ossos de animais em seres humanos). O que a Engenharia teria para nos dar?

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Pesquisa estuda como usar seu próprio corpo para gerar eletricidade para dispositivos

Você já participou de aula de Física no colégio, em que o professor te deu um cano de PVC e um punhado de fio de lã para você ficar atritando. Você ficou com vergonha, todo mundo soltou um “esfrega aqui também”, você foi reclamar de bullying e aí mesmo que todo mundo ficou te zuando. Este fenômeno é chamado “triboeletricidade”, o processo pelo qual materiais se eletrizam em consequência de atrito. Daí você pensa: pô, seria maneiro se usasse isso para gerar eletricidade, né? Bem, seria, mas o problema é que é ineficiente para grandes cargas, tipo o seu celular. Mas e se fossem nanodispositivos?

Bem, é isso o que pesquisadores da Universidade Purdue estão pesquisando.

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