Um dos grandes males da gambiarra evolutiva chamada “cérebro humano” é tentar criar e/ou completar informações. Quando não se tem informações adequadas, completas ou claras, este emaranhado de neurônios acaba “fabricando” a informação. Um exemplo disso é a Pareidolia. A humanidade é curiosa e sempre procura saber tudo o que lhe diz respeito (ou nem tanto assim), ainda mais quando o simples rumor de algo, uma fofoca, estimula o imaginário. Foi o que aconteceu com a notícia de uma suposta descoberta de vida alienígena pela NASA.
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Tutancâmon foi rei egípcio pertencente à XVIII dinastia, nascido em 1341 A.E.C. e bateu as sandálias em 1323 A.E.C. Subiu ao trono aos 10 anos, reinou por nove e morreu aos 19 anos. Há uma séria discussão se ele morreu de “morte morrida” ou de “morte passada o cerol”, mais provavelmente, a última. O Rei Tut ficou mais famoso depois de múmia do que em vida. Sua tumba foi descoberta em novembro de 1922 pelo arqueólogo Howard Carter, patrocinado por Lord Carnarvon.
Ele é o Senhor da Ciência, o Mago do Conhecimento, o Manipulador do Saber, o Supre-Sumo de tudo que se sabe e ainda vai se saber ou jamais se saberá. Ele é o incrível, fantástico, insuperável BEAKMAN!
E assim, depois de mais 365 dias, chegamos a mais um 15 de outubro, Dia dos Professores. Eu não ficarei falando a mesma coisa, dizendo como somos uma classe aguerrida, lutadora, oprimida e totalmente ojerizada. Isso, todos sabem e não se precisa reforçar, já que quem sabe ou se importa ou não dá a menor bola. Em um caso como em outro, repetir que nem papagaio é totalmente desnecessário.
Saiu esta semana uma notícia imbecil sobre uma pesquisa idiota, conduzida por dois retardados. Eu sinceramente nunca entendi a ânsia de tentar provar que a bobajada do Êxodo é verdade. Pior que isso, só tentar provar que houve um dilúvio global de proporções rolandemmerichianas. As duas “estrelas” conseguiram traçar um cenário que eles consideram “relativamente próximo” ao besteirol descrito no Êxodo, onde Moisés — o maior corretor de imóveis da História — carregou consigo um mundaréu de gente, levando-os para saracotear por 40 anos no deserto só para verem um terreno. Como sempre, fato e ficção entram em choque. De um lado, Ovelhinhas do Senhor adentram ao ringue; do outro, os Jedis do Ceticismo.net. FIGHT!
Conhecedores de métodos industriais, donos de um governo com uma burocracia organizada (eu disse “burocracia” e não “burrocracia”) e bibliotecas bem guardadas, com inúmeros documentos muito bem acondicionados, com sistemas de energia otimizados para trabalharem em níveis otimizados e com um processo criativo excelente. Estes são os chineses, mas não estou me referindo aos chineses dos dias de hoje. Me refiro aos chineses da Antiguidade. Tudo o que você vê hoje, os chineses foram os precursores. Desde a sua agenda até o odômetro do seu carro, passando por sismógrafos, observatórios astronômicos, máquinas computacionais, sistemas hidráulicos, fábricas metalúrgicas e todo um desenvolvimento tecnológico que nos faz inveja ainda hoje, além de um dos mais significativos inventos da Humanidade. Estes são os baluartes de uma antiga civilização. Esta é a brevíssima história da Ciência Chinesa da Antiguidade.
Stonehenge é um dos mais famaosos megalitos do mundo. Sua disposição, colocada na Era Neolítica, é fantástica.
Você ainda tem alguma ilusão como o mundo antigamente era tranquilo de se viver e o bicho-homem é o único a colocar medo em todo mundo, recentemente? Com certeza você não viveu no tempo de Leviatã, que longe de ser um ser mitológico, era bem real. E malvado. E ruim, e perverso e comedor de baleias! Leviatã era uma cachalote tão bad ass que faria Moby Dick sair correndo ao berros (sim, eu sei que baleia não berra. Sim, eu sei que baleia não corre). Mas, imagino que o maluco do Ahab seria doido suficiente para ir atrás dela, que arrancaria dele algo mais do que apenas uma perna sem graça.
Pompeia é o que pode se dizer de emblemático. Como uma ação natural violenta pode liquidar de uma vez só todos nós, pobres macaquinhos pelados, sem aviso nem nada. A erupção do vulcão Vesúvio, ocorrida no ano 79 E.C., matou tudo o que estava ao seu redor. A Natureza nunca teve nada de boazinha. Toneladas de pedras, cinzas e morte caíram do céu, soterrando a cidade por 1600 anos, até que as ruínas foram descobertas e o horror do que aconteceu naquele fatídico dia 24 de agosto veio à tona.
18 de maio de 1980 é uma data que entrou para a história do sudoeste do estado norte-americano de Washington. Nessa data, às 08h32min, as forças do