Pepinos no Espaço nos ajudam a entender plantas

Japoneses são muito estranhos, mas é inegável a competência deles em tampar buraco e consertar estradas. Brasileiro, em contrapartida, só é mestre em levar o país pro buraco. De qualquer forma, nossos amiguinhos nipônicos estão bem de olhos abertos para a questão do meio ambiente. Para tanto, eles querem entender mais sobre plantas. Por isso eles estão cultivando pepinos… no espaço.

Só falta o filme Gojira x Cucumber in Space!

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Encontradas bactérias velhas, mas imunes a antibióticos modernos

Bactérias são os seres mais estranhos, malévolos e fascinantes da Terra. Não são a forma de vida mais antiga, mas assim que surgiram, antes dos organismos fotossintetizantes, fizeram a diferença no mundo. Ainda hoje bactérias são muito importantes, desde agir como agentes decompositores até lhe dar alguma doença séria (você é apenas um traço em termos de espécie viva. Não se sinta especial).

Agora cientistas descobrem algo bem interessante: o que pode ser a cepa de bactérias mais resistente do mundo, inclusive aos antibióticos mais poderosos. Só coisa pra comemorar, né?

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Descoberto dinossauro que fica banguela na idade adulta

Dinossauros são uma coisa maravilhosa. Eu gosto de dinossauros. Para mim eles sempre serão aqueles lagartões malvados e não o tatatataravó de uma galinha zarolha, independente do que esses tai de cientistas falem. Naqueles dentões malignos trucidavam e dilaceravam presas sem dó nem piedade. GRAAAAAAWWWWRRRRRRRR!

Infelizmente, a realidade fala mais alto e nem todo dinossauro tinha dentão. Pelo contrário, a maioria era desdentada. O curioso é que, pelo menos, uma espécie nascia dentuço e perdia os dentes com o passar da vida.

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A missão Osiris-REx

A missão Osiris-REx (Origins Spectral Interpretation Resource Identification Security Regolith Explorer) é uma missão do Programa New Frontiers, depois de Juno e New Horizons. O lançamento ocorreu no dia 8 de setembro de 2016 e consiste em filmar, fotografar, estudar e coletar amostras do asteroide 101955 Bennu, um asteroide carbonáceo. Ele contém um conjunto de câmeras chamado OCAM, sendo cada uma para uma finalidade específica.

As amostras coletadas permitirão os cientistas entender o que aconteceu antes da formação e evolução do Sistema Solar, os estágios iniciais da formação do planeta e a fonte dos compostos orgânicos que levou à formação de vida.

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Vulcão Etna ajuda a vida a dar um jeitinho

O Etna é um vulcão boladão que volta e meia dá uma sacudidela na Itália. Situado na Sicília e é um dos vulcões mais ativos do mundo, além de ser um dos mais altos, com 3322 metros de altura. Você não quer morar perto do Etna; ainda mais que em 2012 aquela bagaça entrou em erupção no dia 18 de março de 2012, liberando uma bela duma coluna de cinzas, que chegou a cerca de 7 mil metros acima do nível do mar. Hefestos não estava de bom humor nesse dia.

Mas nem tudo é cenário de destruição. Natureza está pouco se lixando para você, seu macaco pelado! A vida sempre está em eterna competição, e por increça que parível, as toneladas de cinzas vulcânicas expelidas pelo Etna, somado ao frio extremo do inverno anterior no local, criaram um autêntico paraíso na bacia de Ierapetra, com 4.430 metros de profundidade). O que antes era um dos ambientes marinhos menos produtivos do Mar Mediterrâneo Oriental, mudou radicalmente seu destino.

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Hubble procura por plumas de vapor em Europa

O Telescópio Espacial Hubble pode ser velhinho, mas é valente. Passando por várias manutenções, atualizações e upgrades, Hubble tira imagens sempre incríveis.

Agora, pesquisadores pesquisam a fundo o que parecem emanações de plumas de vapor d’água do satélite Europa. Se isso for confirmado, pode ser que haja uma nova fonte provável de haver um lugar propício ao surgimento da vida. Mas o que realmente foi descoberto?

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Nanossatélites: As próximas pequenas grandes coisas

Nanossatélites são uma realidade. Há kits de hobbystas, alunos pesquisam, como os do Ubatubasat e até grandes empresas. Eles são baratos (salvo se for construído por universidade brasileira, que adora um superfaturamento), eficientes e excelentes pro que se prestam.

Claro, a NASA está com seus brinquedinhos prontos para serem lançados em breve. Não substituirão os satélites maiores, mas esses pequenos também têm muito a contribuir.

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Astrônomos observam o que pode ser o início de um planeta

Faz tempo que não noticio nada do ALMA, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array. O ALMA é uma iniciativa muito legal, formado pelo conjunto de 66 antenas de radioastronomia, vasculhando o firmamento, captando emissões de rádio (óbvio), mesmo que tenha vido de muito, muito longe.

Agora, por sinal, os cientistas que trabalham lá conseguiram, pela primeira vez, uma medida precisa de pequenas partículas de poeira em torno de uma estrela jovem através da polarização de ondas de rádio. Sabem o que acontece com um punhado de poeira orbitando uma estrela jovem? Bem, com o passar do tempo pode acabar virando a Terra. Show, né?

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Como é feita a datação de fósseis?

Fósseis são vestígios de seres vivos que viveram há muito, muito tempo. Desde um esqueletão de dinossauro até pegadas, passando por impressões “carimbadas” na rocha e até mesmo pinturas rupestres. São as verdadeiras amostras de vidas passadas que são analisadas pelo presente. Paleontólogos estudam fósseis e a sua primeira pergunta é “quando eles viveram”.

Há muitas técnicas para se datar fósseis, como o famosíssimo Carbono-14. Mas existem outros métodos. Bóra conhecer um pouco mais sobre eles. Esta é mais uma edição do seu LIVRO DOS PORQUÊS em vídeo.

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As falhas que dizem de onde vem o metano natural

Geologia é uma coisa meio complicada. Não é uma questão apenas de ficar observando pedrinhas (nesse momento, geólogos querem me matar), mas um estudo que deve analisar todo tipo de formação rochosa e datá-las. É um processo longo e complicado. Longo até mesmo para padrões de uma ciência que trabalha com um histórico de milhões e milhões de anos.

Entender as rochas é entender até como viemos parar aqui, bem como isso influenciou nosso mundo, nossa civilização. Emissões de metano afetam nosso planeta, por ser um poderoso gás de efeito estufa, já que ele chega lá em cima e se transforma em dióxido de carbono e aí a caca está feita. Muito dessa informação é obtida apenas datando rochas.

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