Os mapas que mapeiam nossas andanças

Por onde caminha a humanidade? A rigor, não há um único lugar no planeta Terra que não tenha um vestígio da passagem de seres humanos, nem que seja um avião passando. Mas, de um modo geral, seres humanos ainda não pisaram em muitos lugares, ou até pisa, mas não com uma presença, digamos, “marcante”.

Diferentes pesquisas estudando o impacto humano no mundo acarretou a feitura de quatro modelos desenvolvidos de forma independente. Esses modelos determinam onde a humanidade deixa suas impressões digitais, cada uma usando diferentes indicadores de atividade. Com isso, ficamos sabendo de lugares que tem muito humano enxerido dando uns rolês, enquanto em outros lugares é na base do “até tem uns, mas nem é lá essas coisas”.

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O flamejante anel do poder solar

O que está subindo acima do horizonte, erguendo-se majestoso? É o Sol, nosso amigo Sol, que está lá, bem longe daqui. A magnífica estrela tão perto da gente que nos envolve com seu calor esfuziante, mas sem nos torrar severamente graças à nossa atmosfera.Nem sempre o nascer do Sol é com ele redondinho, redondinho. às vezes, apenas um anel, mostrando o quando seu poder esfuziante se faz sentir ainda que uma bela parte dele não apareça.

No início da manhã de 10 de maio de 2013, a Lua estava entre a Terra e o Sol nascente num eclipse magnífico que pôde ser visto na Austrália. O vídeo a seguir foi feito lá e mostra o quão poderoso é o astro-rei.

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Das águas a outros planetas: A esperança de entender a vida

Como buscar vida em outros planetas sem nem saber como começar? A busca pela vida fora da Terra começa por entender a vida como a que surgiu aqui, por falta de parâmetro melhor. Com isso, a melhor saída é traçar um paralelo aqui na Terra ao analisar a vida aqui, em todos os cantos.

Para conduzir este tipo de estudo, um grupo pesquisadores estuda fumarolas brancas, emanações hidrotérmicas no fundo dos oceanos, de forma a entender os seres vivos que vivem por lá.

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Mãe, esta estátua me ofendeu!

Com a morte de George Floyd por um policial, houve uma onda de protestos, quebra-quebra e o pior do ser humano sendo aflorada. Nisso tivemos atitudes idiotas, como os “protestadores” protestando ao destruir estabelecimentos de outros negros e ameaçando pessoas, com um monte de gente defendendo isso pois… por que não, né? Surge daí ideias absurdas como destruir patrimônio público, externando rancores contra a classe dominante de preconceituosos, destruindo monumentos que façam menção à escravatura, guerras e genocídio.

Chegaram a até mesmo pichar uma estátua do Gandhi e remover a estátua dele de Manchester, apagando de vez a História, o tipo de coisa que qualquer inglês da década de 50 concordaria totalmente. Isso leva a um pensamento geral: ”destruam todos os monumentos de quem eu não gosto”, só que isso nos dá uns probleminhas.

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Como fazer globos terrestres

Eu adoro globos terrestres. Eles são ótimos modelos didáticos, já existindo já séculos. Uma bonita peça de decoração e educacional, tendo ajudado a muitos como entender a geografia de nosso planeta, informações cartográficas etc. Mas você sabe como um globo é feito?

Aqui vemos o depoimento de um artista fazendo um globo de modo artesanal, usando poucas ferramentas atuais, usando a mesma técnica que nossos avós usavam.

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Panorama da Curiosity com 1,8 bilhão de pixels

Este panorama mostra “Glen Torridon”, uma região ao lado do Monte Sharp que o Curiosity está explorando. O panorama foi tirado entre 24 de novembro e 1º de dezembro de 2019, quando a equipe do Curiosity estava de folga no feriado de Ação de Graças.

Como o rover ficaria parado com poucas outras tarefas, enquanto esperava a equipe retornar e fornecer seus próximos comandos, o rover teve uma rara chance de imaginar o ambiente ao redor por vários dias seguidos sem se mover, gerando um imenso panorama com 1,8 bilhão de pixels.

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Hubble: uma viagem que não foi feita. Ainda!

O que você veria se pudesse voar para o Recife Cósmico? A nuvem nebulosa NGC 2014 parece um recife oceânico que reside no céu, especificamente no LMC, a maior galáxia satélite da nossa Via Láctea. Uma imagem detalhada desta nebulosa distante foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble para ajudar a comemorar 30 anos de investigação do cosmos. Dados e imagens deste recife cósmico foram combinados no modelo tridimensional apresentado no vídeo a seguir.

Todos esses dados e animados por computador. Mesmo porque, não é assim que os telescópios “enxergam”. Ainda assim, é magnífico ver estas imagens.

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O robô abelhudo de Marte

Marte tem uns problemas para sua exploração: sua atmosfera é fina. Como sabemos, o que mantém um avião no ar é o próprio ar. Sendo assim, fica difícil ter aeronaves voando por sobre o planeta vermelho. Mas e se tivéssemos robôs com formato de abelhas com longas asas? Así sim ficaria mais fácil, certo?

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Um universo, várias vidas, uma história

Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje

Este vídeo magnífico e profundo (apesar da trilha sonora ser chata) mostra esta história, ainda que de forma resumida. Discute nossa própria existência sem dizer nada, mas mostra o pior de nós, mas nossas conquistas também

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Microplásticos estão se espalhando pelo solo do oceano. E o canudinho do mal não tem nada a ver com isso

Plásticos são uma solução que se tornou um problema. Seus fragmentos, chamados “microplásticos” estão zanzando pelo oceano e, ao que parece, proibir sacolas de supermercado, canudinhos de refrigerante e copos plásticos não fez a menor diferença. Provavelmente, que a fonte de plásticos não é isso, mas todo mundo ficou com consciência tranquila de “fizemalgumacoisa”. Só que a quantidade de plásticos não para de crescer e já está formando um solo oceano por cima do solo oceânico, e isso vai dar muito, mas muito ruim!

Claro, isso também não é novidade, e apesar de se saber que os microplásticos permeiam o fundo do mar, os processos que controlam sua dispersão e concentração lá nas profundezas oceânicos são m mistério total. Sim, isso mesmo. Não se sabe direito o que ou como está acontecendo.

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