A virose dos vírus

Classificação de nova espécie descoberta no Reino Unido suscita controvérsia entre especialistas. Nem mesmo os vírus estão livres de adoecer por virose. Um trabalho publicado na semana passada na revista Nature mostra que um vírus gigante conhecido desde 2004 pode contrair infecção causada por um vírus 15 vezes menor que ele. A criaturinha descoberta por cientistas franceses e norte-americanos em uma torre de refrigeração no Reino Unido recebeu o nome de Sputnik.

O vírus infectado pelo Sputnik pertence ao grupo dos mimivírus e tem 750 nanômetros de diâmetro (um nanômetro equivale a um milionésimo de milímetro, ou ainda, 10–9 metros). Ele geralmente infecta a ameba Acanthamoeba polyphaga, um protozoário facilmente encontrado no solo. Para que esse vírus seja infectado pelo Sputnik, é necessário que ambos estejam no interior da ameba, caracterizando um processo que os virologistas chamam de coinfecção. Read more »

A virose dos vírus

Classificação de nova espécie descoberta no Reino Unido suscita controvérsia entre especialistas. Nem mesmo os vírus estão livres de adoecer por virose. Um trabalho publicado na semana passada na revista Nature mostra que um vírus gigante conhecido desde 2004 pode contrair infecção causada por um vírus 15 vezes menor que ele. A criaturinha descoberta por cientistas franceses e norte-americanos em uma torre de refrigeração no Reino Unido recebeu o nome de Sputnik.

O vírus infectado pelo Sputnik pertence ao grupo dos mimivírus e tem 750 nanômetros de diâmetro (um nanômetro equivale a um milionésimo de milímetro, ou ainda, 10–9 metros). Ele geralmente infecta a ameba Acanthamoeba polyphaga, um protozoário facilmente encontrado no solo. Para que esse vírus seja infectado pelo Sputnik, é necessário que ambos estejam no interior da ameba, caracterizando um processo que os virologistas chamam de coinfecção. Continuar lendo “A virose dos vírus”

Nasa, Josué e o Sol que parou

Continuando a série Grandes Mentiras Religiosas, mostramos agora aquelas histórias ridículas de ataques de pelanca do deus Javé.

Os religiosos odeiam a Ciência! Lamento, pessoal, mas essa é a verdade. Os fanáticos não conseguem suportar a idéia que algo não necessite de explicações sobrenaturais para acontecimentos. Eles abominam a idéia de que a Ciência pouco se importa se Deus, Shiva, Isis, Quetzalcoatl ou o Monstro Espagueti Voador existam ou não. Fazem de tudo para atacá-la, mas sempre saem perdendo, dado o seu analfabetismo científico.

E quando percebem que não podem vencê-la, tentam usar descaradamente o nome de entidades científicas sérias em citações totalmente descontextualizadas, ou inventam torpes mentiras. Uma das mais visadas é a NASA.

Neste artigo desmentimos a farsa do chamado “dia mais longo que a NASA provou”.

Continuem sintonizados na nossa série. A verdade está lá fora. A crendice é que mora dentro das pessoas.

Nasa, Josué e o Sol que parou

Continuando a série Grandes Mentiras Religiosas, mostramos agora aquelas histórias ridículas de ataques de pelanca do deus Javé.

Os religiosos odeiam a Ciência! Lamento, pessoal, mas essa é a verdade. Os fanáticos não conseguem suportar a idéia que algo não necessite de explicações sobrenaturais para acontecimentos. Eles abominam a idéia de que a Ciência pouco se importa se Deus, Shiva, Isis, Quetzalcoatl ou o Monstro Espagueti Voador existam ou não. Fazem de tudo para atacá-la, mas sempre saem perdendo, dado o seu analfabetismo científico.

E quando percebem que não podem vencê-la, tentam usar descaradamente o nome de entidades científicas sérias em citações totalmente descontextualizadas, ou inventam torpes mentiras. Uma das mais visadas é a NASA.

Neste artigo desmentimos a farsa do chamado “dia mais longo que a NASA provou”.

Continuem sintonizados na nossa série. A verdade está lá fora. A crendice é que mora dentro das pessoas.

Explosão de biodiversidade explicada

Puxa! Eu estava triste por não tido tempo para oferecer mais alguns “presentinhos” para os criaBURRIcionistas. Mas, não se preocupem, pessoal, aqui vai mais um torpedinho no seu barquinho de papel chamado CriaBURRIcionismo (o pessoal adora os nomes que eu dou para as insanidades crenças deles).

Foram encontrados microfósseis de conodontes revelam variações da temperatura do mar há quase 500 milhões de anos! 500 mil? Sim, mais uma camadinha de cimento no túmulo dos frágeis 6 mil anos de criação. hehehe Continuar lendo “Explosão de biodiversidade explicada”

O Rap do LHC

RAP é a sigla de Rythm and Poetry (Poesia e Ritmo) e se você não sabe o que é isso, das duas uma: Ou é um nerd enfurnado num laboratório de física de partículas ou é um alienado. Se você não sabe o que é LHC, parabéns! Você pertence à segunda categoria.

LHC é a sigla para Large Hadron Collider (no idioma de Machado de Assis: Grande Colisor de Hádrons) e pela expressão de muitos que estão lendo isso, provavelmente não sabem o que é. O LHC é simplesmente a maior máquina já construída pelo homem. Ele não constrói casas, não explode países. Ele mexe com os mais sutis corpos: as partículas subatômicas. Continuar lendo “O Rap do LHC”

A necessidade de uma crença

Muitas vezes pensamos por que as pessoas acreditam em coisas sem nexo. Ficamos estarrecidos com a capacidade crédula de acreditar nas coisas mais estapafúrdias que tem por aí religiões, correntes, superstições, mandingas, petições online, SPAM, boatos diversos, shows de mágica, promessas de políticos e que a namorada (ou namorado, dependendo das preferências de cada um) não mentirá na próxima vez.

Afinal, por causa de que as pessoas acreditam nessas sandices todas? Por que elas ainda remetem textos ridículos de ameaças de um fantasma de uma menina de 14 anos (bem, ela teria essa idade se estivesse viva)? O fantasma fica acompanhando os e-mails e comunidades do Orkut? O que fazem então? Repassam o lixo, com um adendo “vou repassar por via das dúvidas”. Via das dúvidas? Não, meu caro. Você repassou porque se cagou de medo da mensagem. E isso vale para as outras crendices. Mas, afinal, por que as pessoas têm essas crenças? Continue lendo »

Moradores dizem que choveu sangue em povoado colombiano

O tosco mundo das imaginações férteis ataca de novo! Os moradores de um buraco no fim do mundo povoado chamado La Sierra, de apenas 200 (não são duzentas mil, são duzentinhas mesmo) pessoas, situado no município colombiano de Bagadó, no departamento de Chocó, 500 km depois do lugar onde Judas perdeu as botas (e onde não venta, pois o vento fez a curva muito antes), afirmaram que caiu na quarta-feira (30/07) uma “chuva de sangue”, segundo destacam hoje fontes da região. Pois, é. A semana promete… Promete mais um festival de sandices!

A notícia trazida pela agência EFE traz o depoimento do vigia Emérito Córdoba, de 71 anos (bom pra jogar no bicho amanhã, pessoal). “A água caía no teto e, do teto à terra, era sangue e isso me deu muito medo”, disse o vigia de 71 anos que (supostamente) presenciou o fenômeno. O vigia, no entanto, que não podia assegurar se o sangue era “humano, de vaca ou de porco”. Continuar lendo “Moradores dizem que choveu sangue em povoado colombiano”

Cientistas portugueses criam transistor de papel

Eu já estava perdendo as esperanças com o povo português, principalmente devido a certas 3 pessoas que vêm comentar no Cet.net. Graças a Minerva, não é bem assim e podemos deixar as generalizações de lado. De Portugal, nos chega a notícia sobre uma descoberta poderá tornar muito mais baratos e biodegradáveis os transistores, componentes eletrônicos que amplificam sinais elétricos.

Uma pesquisa coordenada por dois cientistas portugueses conseguiu desenvolver o primeiro transistor tendo como base o papel. “O custo do transistor em silício deve ser mil vezes maior do que do transistor em papel”, diz Elvira Fortunato, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, que, junto com Rodrigo Martins, lidera a investigação. Continuar lendo “Cientistas portugueses criam transistor de papel”

Carne com ‘nome de Alá’ escrito surpreende nigerianos

A cada momento, o Detector de Loucura encontrado nos laboratórios do Ceticismo.net dispara sinais de aviso. Qualquer dia desses o coitado explode.

O dono de um restaurante da Nigéria alega ter encontrado alguns pedaços de carne com inscrições da palavra Alá e do nome do profeta Maomé em árabe. Legal, não é?

Pois é, pessoal. Os caras andam apelando feio! Depois de alguns tolos crentes verem Nossa Senhora da Pareidolia numa vidraça, G-zuis numa torrada e a Bruna Surfistinha num guardanapo babado, os Camelinhos de Alá não querem ficar atrás e inventaram sua própria bobagem iconográfica. Continuar lendo “Carne com ‘nome de Alá’ escrito surpreende nigerianos”