Voz dos Alienados 88

Estavam com saudades, né? Acharam que por algum momento as coisas tinham finalmente entrado no reino da normalidade, certo? Pensaram aí consigo “Nhé, não tem mais gente louca comentando. Estamos livres, mestre Potter!”. Engano de vocês, plebeus. A tosqueira, diferente do seu salário na segunda semana do mês, nunca acaba!

Nesta sexta-feira pós-feriado temos a nossa maravilhosa seção: A VOZ DOS ALIENADOS! e com Mega-Combo, pois também é SEXTA INSANA!

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Europa caminhando para geração de eletricidade por meios renováveis

A cada dia, nós temos mais e mais fome de energia elétrica. Nossas cidades crescem, a população depende cada vez mais de smartphones, GPS, tablets, notebooks, PC do tipo desktop etc. Temos televisões, geladeiras, freezers, micro-ondas, lâmpadas, chuveiros e até o seu fogão convencional tem um plugzinho para ser ligado na tomada para que o acendedor automático funcione. Tudo isso alimentado por eletricidade (curiosamente, antigamente os acendimentos automáticos dos fornos eram por meio de cristais piezelétricos, sem precisam ligar na tomada. Nossos avós eram mais espertos). Quando carros elétricos se tornarem populares, este consumo será maior. Quem vai gerar tudo isso?

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Casa Branca da início a Iniciativa Microbioma com o melhor de nossos heróis

Existe um Universo além daquele conhecido pelo Homem. É um universo tão vasto quanto o espaço e tão desprovido de tempo quanto o infinito. É o espaço intermediário entre a luz e a sombra, entre o abismo dos temores do Homem e o cume dos seus conhecimentos. É a dimensão do nosso microbioma.

A vida microscópica de nosso planeta formam um microbioma à parte. A miríade de seres invisíveis a olho pelado são um espetáculo à parte de tudo o que tem de vivo na Terra. Algo tão importante hoje em dia que as pessoas não fazem ideia do que seja ou significa. Mete o desinfetante e pronto.

O Presidente dos Estados Unidos da América, a saber uma pessoa que não tem o ódio patológico que o brasileiro acalenta está anunciando o lançamento da Iniciativa Nacional Microbioma (National Microbiome Initiative – NMI).

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Técnica híbrida mistura tecidos vivos e polímeros para restaurar ossos

Todos os dias, várias pessoas se acidentam, ou são acidentadas de propósito, se me compreendem. São batidas de carro, surras, quedas, catástrofes naturais e toda sorte (deveríamos dizer “azar”, mas não foi eu quem inventou a língua) de coisas erradas que podem ferrar com o nosso corpo, principalmente nossos ossos. Mesmo porque, ossos – se você se lembram das aulas do Ensino Fundamental – protegem nossos órgãos, nos dão sustentação e ajudam na locomoção. Uma fratura já não é brincadeira, quanto mais acidentes mais graves; e se levarmos em conta a demora na recuperação, sendo pior ainda com o avanço da idade, temos que arrumar uma maneira de restaurarmos esses ossos.

Eu perguntei ao reconhecidíssimo e muito importante departamento de Filosofia em que eles poderiam ajudar. Afinal, dizem que Filosofia é a mãe da Ciência, certo? Infelizmente, a resposta que me deram foi “não sabemos, o jacaré cor-de-rosa nos informou que somos de Humanas, mas Heidegger…”. Saí pesaroso e acabei vendo o que o pessoal especializado em Biomateriais poderia ajudar.

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Altos índices de amoníaco jogado no ambiente afeta ciclo do nitrogênio

Alimentar milhões e milhões de pessoas não é fácil. Claro, vocês pensam que é um caso simplesmente de plantar mais umas alface, umas couve, uns tomatinhos na faixa. É compreensível, ainda mais vindo de gente que mora em apartamentinho e nunca plantou um feijãozinho no algodão molhado. Agricultura é bem mais complicado que isso, ainda mais levando em conta que qualquer atividade humana gera impacto ambiental.

Agricultura em larga escala não é brincadeira de criança e estamos falando não só de defensivos agrícolas, mas de adubos, também, pois caso você não tenha entendido: suas perdas terão que ser mínimas, ou o tomate chegará a ser mais caro que os insanos preços que vemos hoje em dia. E essa adubação cobra um preço caro, pois não existe agricultura grátis.

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Sobre Energias Alternativas

Nosso mundo tem sede de energia. A população crescente demanda mais e mais energia, nem que seja para iluminar nossas casas ou carregar nossos celulares. Com o advento de mais e mais dispositivos, mais é necessário carregadores e mais ainda de fontes que gerem energia elétrica para que possamos carregar as baterias de todos esses trecos.

Como gerar tamanha quantidade de energia? Com combustíveis fósseis é impraticável. Isso aliado ao conceito que toda geração de energia acarreta impactos ambientais e sociológicos. Será que podemos resolver isso com novos métodos de geração de energia, de forma que diminuamos o impacto ambiental? É o que veremos no vídeo de hoje

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MEC diz que Big Bang é o cacete e devemos privilegiar cosmologia indígena

Os anasázis era um grupo de nativos-americanos, que viviam na região sudoeste do atual Estados Unidos da América. os primeiros assentamentos datam de cerca do ano 100 AEC e seu florescimento durou até o início do século XIV, em que eles sumiram misteriosamente. PUF! Ninguém sabe quem eram, não se sabe nem como eles mesmos se chamavam. Os navajos os chamam de Anaasází (“ancestrais de nossos inimigos”), mas outros os chamam de Povos Antigos e, mais tarde, de Pueblos (“aldeia” ou “vila”).

Os anasázis era uma civilização com certo avanço tecnológico. Eles construíam casas e prédios. Suas construções eram feitas de adobe (um tijolo que não era o “nosso” tijolo, pois ele não era cozido), tinham agricultura, criavam gado e contemplavam as estrelas. Assim como outros povos, eles tinham observatórios astronômicos (PDF).

O MEC, ciente da nossa carência educação em termos de Ciência, excluiu do currículo do Ensino Fundamental e Médio a obrigatoriedade de ensinar sobre civilizações greco-romanas, além de achar que não se pode apenas ensinar Big Bang, tendo que dar espaço para a cosmologia de povos indígenas. Bem, estavam falando dos anasázi, certo?

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Nós Vivemos na Matrix?

Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.

Um computador hiperpoderoso poderia simular esta realidade que aqui vivemos. Nós mal seríamos capazes de distinguir o que é real do que é simulado, e isso nos faz pensar: Isso que nós vivemos é real ou será que nós vivemos numa simulação por computador?

Seria possível que nós estejamos na Matrix? A resposta está bem no vídeo.

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Máquinas de DNA como termômetros em nanoescala

Existe dois tipos de Ciências. Existe a Química, que mudou o mundo, nos deu capacidade de sobrevivermos em ambiente hostil, possibilitou que pudéssemos criar ferramentas, ligas metálicas, combustíveis, motores, ar-condicionados, venceu doenças, nos deu medicamentos e a capacidade de criarmos toda a sorte de apetrechos tecnológicos. E existem as outras.

Enquanto o pessoal reclama sem nenhuma justificativa da assertiva acima, químicos – com eles a oração e a paz – criaram um termômetro DNA programável, 20 mil vezes menor do que um cabelo humano. Agora, fale-me da sua pesquisa sobre gente defecando em retrato de políticos na rua.

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Curiosity identifica vestígios da existência de oxigênio gasoso em Marte antigamente

Oxigênio, enquanto elemento, não é bem uma raridade no universo. Tê-lo em forma gasosa é. O problema do oxigênio é ser o elemento com a segunda maior eletronegatividade (o maior é o flúor, como você não se lembra das aulas de Química no colégio). Isso faz com que ele seja muito reativo e oxidante; e aliás, o termo oxidação veio dele, até descobrirem que várias substâncias oxidam as outras, isto é, roubam elétrons.

Uma das grandes dúvidas era saber se Marte teve atmosfera com oxigênio. Sempre se imaginou que sim, através de evidências indiretas, como os tons avermelhados das rochas e solo marciano, devido à presença de óxido de ferro. Aquelas rochas vieram de algum lugar, claro. Ação do ferro com o oxigênio gasoso? Ou a formação dessas rochas se deu durante a acreção do planeta? Bem, uma recente pesquisa mostra que, sim, há evidências diretas que o Planeta-Guerreiro já teve oxigênio em sua atmosfera.

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