Como pode coisas minúsculas influenciar tanto assim o nosso conhecimento? Como pode um simples detalhe como uma casquinha mudar o rumo da Ciência? Como pode um peixe vivo viver fora da bacia? Tirando a última pergunta, as perguntas remetem em como a Ciência flui e novas descobertas, apesar de ridiculamente sem sentido, respondem grandes questões e abrem a porta para mistérios escondidos. Antes que dois britânicos roubassem a pesquisa de Lise Meltner, um certo monge havia descoberto o princípio de como somos o que somos, de como nossas características são que nossos pais permitiram que fosse.
Hoje não é um dia comum. Hoje é dia dele. Daquele que ajudou a dar mais sentido no mundo, se bem que sua humildade possa não ter previsto isso. Seu nome é Johann "Gregor" Mendel.

A plateia está em silêncio, exceto alguns comentários sussurrados aqui e ali. A atenção é voltada para o homem de casaca que acaba de subir ao palco, trazendo seu instrumento. O pianista está esperando e se levanta para cumprimentá-lo. O músico retribui seu cumprimento e vai para o centro do palco com seu violino. Silêncio. As notas começam a fluir de seu violino, acompanhado pelo piano bem afinado. As notas fazem parte da música Sad Romance, composta pelo músico vietnamita Thao? Nguyen Xanh.
O cérebro é um projeto inteligente que demonstra como o projetista andava bêbado durante a sua criação. É um dos mais porcos sistemas jamais criados, incrivelmente feito na base da gambiarra macgaiverista. Qualquer dia, um exame mais profundo demonstrará que ele foi feito com chiclete, fita veda-tudo e cortado ao meio com um canivete suíço.
Imagino que você tenha visto alguma vez um esqueleto. Nem que seja aquele esqueletinho de plástico cujas peças vêm em fascículos. Mesmo os mais desligados perceberam que os encaixes em
Eu tenho uma visão romântica sobre o mundo. Acho-o fantástico pelo paradoxo que é sua simplicidade e complexidade que coexistem. A complexidade são as diferentes forças atuantes no planeta, moldando-o sem parar, onde sua topologia muda, ainda que beeeeeem lentamente. A simplicidade é que se trata de apenas um reles planeta terrestre, jogado num canto irrelevante de uma galáxia irrelevante. Se nosso planeta fosse especial de alguma forma, sua destruição seria uma perda para o universo, só que o universo sequer se daria conta disso. Qual importância tem uma coisa que ninguém sentirá falta? Ainda assim, vemos o
O Kinect da Microsoft é uma revolução no mundo dos jogos eletrônicos (no Cet.net não usamos anglicismos desnecessários. Se tu usas, és um idiota!). Se antes usávamos teclados, joysticks (este não tem uma tradução à altura e eu sugiro aportuguesá-lo para jóistique), alavancas e outros tipos de controle, hoje usamos a nós mesmos, coisa que nossos pais, avós e bisavós já faziam em termos de diversão. O próximo passo é facilmente imaginável, mas meio difícil de implantar: usar interfaces homem-máquina, onde nossas mentes se fundiriam a computadores e as ordens seriam transmitidas diretamente aos processadores e os softwares fariam o resto.
Os seres humanos acumulam séculos de barbárie. Desde
Costumam achar que cientistas não possuem senso de humor. Temos. O que alguns de nós não possuem é bom gosto. Pesquisadores da Universidade Estadual de São Francisco deram um nome pitoresco a um fungo descoberto nas montanhas Lambir na Malásia, em 2010. Devido ao seu formato que lembra uma esponja marinha, deram o nome de Spongiforma squarepantsii, em homenagem ao querido e aboiolado Bob Esponja (um personagem que só não digo que deveria tomar um tiro de .12, pois alegariam homofobia).
Sair do seu próprio ambiente e aventurar-se em outro habitat não é apenas uma característica humana, muito pelo contrário. Alguns animais possuem a façanha de poder explorar outros ambientes, mesmo os lugares mais inóspitos à sua segurança. Entretanto, tio Darwin observa a tudo e a todos e seu bloquinho mostra a lista dos seres que conseguiram sobreviver mediante a silenciosa Seleção Natural.
Finalmente uma notícia muito importante para a minha com destino à dominação Universal. Dois cientistas do