Capacidade de andar sobre dois membros seria herdada de ancestrais que viviam em árvores
A capacidade de andar apenas sobre os dois membros posteriores, característica que diferencia o homem dos outros primatas, tem sua origem geralmente associada a ancestrais que caminhavam no solo sobre quatro patas. Porém, pesquisadores das universidades de Birmingham e Liverpool (Inglaterra) concluíram que o bipedalismo pode ser herança de antepassados ainda mais antigos e que se moviam em galhos. O grupo levantou a hipótese, apresentada em um artigo da Science, após verificar semelhanças na forma de se locomover de orangotangos selvagens da ilha de Sumatra (Indonésia), que passam a maior parte de sua vida em árvores, e dos humanos. Continuar lendo “Outra hipótese para a evolução humana”

Um computador biológico simples poderá realizar diagnósticos complexos de câncer e outras doenças de dentro das próprias células.
Milhares de fragmentos de DNA recém-identificados podem ter um papel no desenvolvimento embrionário. Fragmentos minúsculos e “saltitantes” de DNA estão perdendo o rótulo de “lixo genômico” para assumir um papel significativo na evolução dos mamíferos, de acordo com um novo estudo.
Cientistas britânicos desenvolveram sangue artificial de plástico que poderia ser usado como substituto em uma situação de emergência.
Responsável é o causador da toxoplasmose, que se aloja no cérebro dos roedores. Estratégia parece ter surgido para facilitar transmissão do Toxoplasma a felinos.
Se temos uma tendência a preferir parceiros bonitos em relação a feios, por que a seleção natural não agiu até agora para eliminar gente feia do mundo? Esse grande paradoxo da evolução acaba de ser respondido por dois cientistas do Reino Unido. De acordo com seu estudo, isso acontece porque um gene que causa mutações no nosso genoma “pega carona” naqueles ligados às características que apreciamos, como a beleza. Por isso, em vez de a seleção sexual diminuir as diferenças entre nós, como ditaria a lógica, ela, na verdade, nos torna cada vez mais diferentes.
Cientistas da do Projeto de Genoma do Câncer no Instituto Sanger, em Cambridge, na Grã-Bretanha, descobriram mais de cem novos genes que podem causar câncer se sofrerem mutações. Este número de genes mutados é maior do que os pesquisadores acreditavam existir. Eles examinaram mais de 500 genes humanos e 200 tipos de câncer neste trabalho científico, que faz parte da maior pesquisa do genoma humano já feita.