O primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, segundo indica uma pesquisa sobre o ato de beijar realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York.
No estudo, que analisou reações e percepções de 1.041 pessoas sobre o beijo, 59% dos homens e 66% das mulheres disseram já ter descoberto, após o primeiro beijo, não estarem mais interessados em alguém por quem se sentiam atraídos anteriormente.
“O que ocorre durante um primeiro beijo pode ter um efeito profundo sobre o futuro do relacionamento”, relataram os autores da pesquisa no artigo publicado na revista científica Evolutionary Psychology. Continuar lendo “Primeiro beijo pode revelar o futuro da relação”

Como pode existir pessoas que comem a vontade e não engordam enquanto outras sofrem a vida inteira com dietas? A resposta pode estar nos genes. Cientistas americanos afirmam ter encontrado um gene que controla a formação de tecidos gordurosos no organismo. Quem possui uma cópia ativa dele teria resistência à acumulação de gordura e ao diabetes.
William James, filósofo do final do século 19 e começo do século 20, uma vez disse que as pessoas não temem um urso quando o vêem, mas quando saem correndo dele.
Lembra do supermouse, aquele ratinho superforte dos desenhos animados (a imagem ao lado, pô)? Pois ele acaba de se tornar realidade. Calma, ele ainda não fala, nem luta contra o mal. Mas cientistas conseguiram criar em laboratório um “supercamundongo”, quatro vezes mais musculoso que um roedor comum. O processo, no futuro, pode ser usado para engordar gado e em pessoas com distrofia muscular.
A morte é algo que mais cedo ou mais tarde alcançará a todos, inclusive você, caro leitor. Apesar de evitarmos falar sobre esse tema, ela é parte do nosso ciclo vital e o corpo humano é tão fascinante depois de nosso óbito quanto durante a própria vida.
Já se desconfiava que era um traço genético, mas agora finalmente os pesquisadores encontraram um pedaço de DNA – um gene – relacionado ao canhotismo. A pesquisa foi conduzida por uma equipe da Universidade de Oxford, segundo informou a rede britânica BBC.
Nós humanos somos os únicos “pelados” entre as mais de cinco mil espécies de mamíferos. Imagine como seu cachorro ou gato de estimação (ou mesmo um urso polar) seria, ou se sentiria, sem seus “casacos de pele”.
O sonho de descrever por inteiro o genoma de espécies extintas como o homem de Neandertal ou o mamute está mais perto de se tornar uma realidade. Uma equipe internacional descreveu um método capaz de apontar onde e como as amostras de DNA conservadas em fósseis foram degradadas ao longo do tempo, permitindo restabelecer a seqüência correta de bases químicas que formavam essa molécula.
É um dos chavões mais comuns, ao ver algum velhinho serelepe saltitando pelas pradarias, dizer que “a idade está na cabeça”. De fato, para muitas coisas importantes na vida, isso é a mais absoluta verdade. Mas o diabo está nos detalhes: os últimos avanços da neurociência estão demonstrando não só que cada etapa da vida é marcada por uma configuração cerebral diferente, mas também, e mais surpreendente ainda, que partes distintas do cérebro têm ritmos de amadurecimento diferentes.
Daiane dos Santos: 40% européia. Neguinho da Beija Flor: 67% europeu. Djavan: 30% europeu. Os números, divulgados com um bocado de alarde pela rede BBC Brasil ao longo da semana que passou, vieram de um teste de ancestralidade conduzido por Sergio Danilo Pena, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um dos principais geneticistas do Brasil. Como a idéia do teste de DNA, feito com nove celebridades negras brasileiras, era redescobrir as origens africanas dos famosos, houve quem ficasse com um certo gosto de cabo de guarda-chuva na boca. Falou-se até em boicote “da elite científica” ao recém-criado sistema de cotas nas universidades. À primeira vista, circular com uma camiseta levando os dizeres “100% Negro” no Brasil virou uma impossibilidade lógica.