Novas bactérias encontradas. Existência de ETs provada?

Um dos grandes males da gambiarra evolutiva chamada “cérebro humano” é tentar criar e/ou completar informações. Quando não se tem informações adequadas, completas ou claras, este emaranhado de neurônios acaba “fabricando” a informação. Um exemplo disso é a Pareidolia. A humanidade é curiosa e sempre procura saber tudo o que lhe diz respeito (ou nem tanto assim), ainda mais quando o simples rumor de algo, uma fofoca, estimula o imaginário. Foi o que aconteceu com a notícia de uma suposta descoberta de vida alienígena pela NASA.

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A eterna briga contra o autismo

Como todas as doenças, o autismo é algo que as pessoas esperam encontrar nos filhos dos outros. Nunca nos próprios. É uma desordem neurológica, quando os neurônios-espelho surtam e o resultado nunca é o mesmo. Sim, há diversos níveis de autistas e nem sempre é como o Rain Man. Nos EUA, a prevalência do autismo se dá em 1 em cada 70 nascimentos e isso é preocupante. Não, estas crianças não são especiais, elas possuem uma desordem. Se fossem mesmo "especiais" todo mundo iria querer uma. Logo, vamos deixar as hipocrisias de lado e ver o mundo como ele realmente é.

Foi descoberto o gene responsável pelo autismo, e isso não é o que pode ser chamado de projeto inteligente. Ou é, se o projetista for um sádico. Mas ainda não se sabe como se dá o mecanismo de a expressão do gene, como ele atua e, o que seria a glória, como reverter este efeito. Mas as pessoas querem milagres que médicos não podem fazer. daí, a corrida para tratamentos alternativos, que não passam de extorquir dinheiro de pessoas desesperadas.

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Papa adverte contra os perigos da biotecnologia

Faz um tempinho que os lords Sith vaticanianos não se pronunciam contra a Ciência. Sentindo falta de falar bobagens, o Imperador Palpatine Ratzinger volta seus poderes malévolos contra as pesquisas de biotecnologia, advertindo que manipulações genéticas podem decair para a barbárie e produzir zumbis como os do Resident Evil. As organizações Umbrella estão de olho no velhote e Alice já está a postos.

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É mesmo necessário usar de experimentação com animais?

Bom, você tem duas maneiras ds ler este artigo. A mais fácil é lendo apenas a resposta: Sim, é necessário. Ainda é necessário e ainda vai ser por um bom tempo.

Pronto, se você é daqueles vegans preguiçosos, pode voltar ao seu mundinho de péssima alimentação e me xingar à vontade entre os seu rebanho. Se você tem mais de dois neurônios (me disseram que alguns vegans conseguiram esta proeza), leia a droga do artigo todo, antes de ficar fazendo mimimi. E sai de perto de mim com este pedaço fedido de carne de soja!

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Cientistas conseguem que camundongo cego possa enxergar

Esta é mais uma perversão sádica dos cientistas torturadores. De acordo com uma nova pesquisa, o que se sabe sobre as células responsáveis por captar e reconhecer padrões visuais pode não estar completamente certo (ou estar completamente errado. Vai saber), pois ao que se indica, mesmo sem as células bastonetes e cones, no interior dos olhos, há chance de haver outras células fotossensíveis, o que se evidenciou na retina de alguns roedores.

Claro que foi usado um pobre e indefeso camundonguinho, e mesmo que se tenha restaurado parte da visão de nosso amiguinho, é uma crueldade sem limites, mesmo sabendo que isso possa ser a chave da cura para a cegueira de muitas pessoas, já que nada pode ser mais importante que os mimosos camundonguinhos (ratazanas de esgoto não estão neste juízo de valor, como qualquer companheiro da causa vegan pode atestar).

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Bactéria fecal de marido salva vida de esposa

Uma mulher que morava no Estado norte-americano de Minnesota deu entrada num hospital em 2008, com um quadro grave de diarreia. Foi o começo da luta. A bactéria vagabunda que estava causando a doença era a Clostridium difficile, e só o nome dela demonstra o quanto perigosa ela é. A paciente perdeu 27 quilos em 8 meses, o sonho de qualquer acéfala que se acha gorda. O médico que a atendeu, Alexander Khoruts, tratou a infecção com um coquetel de antibióticos. O sucesso foi ZERO.

O tempo estava correndo e a expectativa de vida da paciente diminuía cada vez mais, até que os médicos optaram por um tratamento radical: implantar fezes do marido da paciente no intestino da mesma. O resultado compensa o nojo que causa à primeira vista. A paciente foi curada.

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Desativação de gene faz com que ratas virem lésbicas

rato_sapato.jpgEssa será para as Alfacinhas do Senhor, seguidores da religião talibã do Brócolis Sagrado, enfiar o dedo no chuchu e rasgar. Os sádicos, perversos, torturadores, maníacos, assassinos, psicopatas e que profanam os bichinhos miguxos com sua ânsia de entender melhor o mundo, descobriram que ao se desativar um gene, os níveis de estrogênio a que o cérebro é exposto fez com fêmeas de ratos rejeitassem os avanços de seus companheiros do sexo masculino, com a tola ideia de se acasalarem. Em outras palavras, as fêmeas estavam se comportando como se fossem do sexo masculino, ou seja, as ratinhas de Minnie viraram Mickey. Só não se sabe se elas também estavam cuspindo no chão e coçando o saco.

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Descoberto fóssil de baleia gigantesca

leviathan-melvillei.jpgVocê ainda tem alguma ilusão como o mundo antigamente era tranquilo de se viver e o bicho-homem é o único a colocar medo em todo mundo, recentemente? Com certeza você não viveu no tempo de Leviatã, que longe de ser um ser mitológico, era bem real. E malvado. E ruim, e perverso e comedor de baleias! Leviatã era uma cachalote tão bad ass que faria Moby Dick sair correndo ao berros (sim, eu sei que baleia não berra. Sim, eu sei que baleia não corre). Mas, imagino que o maluco do Ahab seria doido suficiente para ir atrás dela, que arrancaria dele algo mais do que apenas uma perna sem graça.

Pesquisadores descobriram o fóssil de um verdadeiro monstro! Uma baleia antiga com enormes e assustadores dentes, que teria vivido há cerca de 12 milhões de anos. Como cientistas adoram usar nomes usuais para o povão demonstrar interesse, resolveram chamar aquela coisa monstruosa de uns 17 metros de Leviatã, um monstro imaginário que era temido pelos navegantes no início da época das Grandes Navegações. E eu já imagino um monte de gente pulando e berrando “Eu te disse! Eu te disse!”. Bem, calem esta buzina e continuem lendo.

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O futuro dos pulmões artificiais

pulmao.jpgEm Ciência é comum esforços diferentes acabarem num bem comum. Trabalhos de anos e mais anos acabam se intercruzando e podem, juntos, ser a chave para a resolução de muitos problemas. Os cientistas da Universidade de Harvard e de Yale são um pleno exemplo disso. Enquanto uns pesquisam um substituto eletrônico para o pulmão, outros pesquisam tecidos pulmonares inteiramente feitos em laboratório. E sim, eles funcionam!

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Como nadadeiras tornaram-se membros

nadadeira_pata.jpgOlhe para suas mãos e pés. Algum dia, um de seus ancestrais olhou para eles também, só que viram apenas nadadeiras. No final do período Devoniano, há cerca de 365 milhões de anos, criaturas similares a peixes resolveram se aventurar em águas rasas, até chegar à terra. Aí começa a nossa história, quando nossos ancestrais se fxaram em terra, enauqnro que alguns “primos” voltaram para a água. Antes, nossos ancestrais tinham o equivalente a 8 dedos, até que os milênios de mutação e seleção natural deixou-nos com apenas 5, e já fazemos muita coisa com eles.

Recente pesquisa mostra como e quais foram os genes foram perdidos, demonstrando como nadadeiras deram origem a membros e tetrápodes começaram a escrever sua história ao longo do tempo.

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