Atenção, criaburricionistas, tenho mais uma péssima notícia para vocês, hehehehehee.
Cientistas acabam de anunciar a descoberta dos fósseis de mais um animal nesse estágio de transição, na Letônia. Batizado com o nome de Ventastega curonica, o animal foi descrito a partir de um crânio e outros três ossos. Ou seja, os “elos perdidos” da história do grupo de peixes que se transformou em vertebrados terrestres são cada vez mais “elos achados”, como disse o pessoal da Folha Online.
Na edição da revista Nature de ontem (leia o resumo artigo completo AQUI) saiu um artigo relatando a espécie que preenche a lacuna entre o peixe Tiktaalik roseae, a forma intermediária entre peixes tradicionais e os primeiros vertebrados de quatro patas, ou tetrápodes, como o primitivo Acanthostega. Imagino que alguns lusitanos ilógicos estarão se rasgando todinhos, enquanto tentarão arrumar alguma desculpa esfarrapada que inviabilize o FATO do processo evolutivo. Desejo boa sorte para esse pessoal. :-D Continuar lendo “Biólogos acham quadrúpede mais antigo”

Arqueólogos egípcios – chefiados pelo 
Responda rápido: O que tem bico que nem ave, rabo de castor, olhos de toupeira, pé de pato, veneno nas esporas, anda que nem réptil, é peludo, coloca ovos semelhantes aos do lagarto e é mamífero? A resposta é a foto do rapazinho aí do lado e é uma grande dor de cabeça para os criaburricionistas e defensores do DI (Design Intelijumento). Se bem que há quem ache que caracóis são ótimos exemplos de uma obra de arte de um projetista tão inteligente que cria um animal que defeca na própria cabeça, mas isso é secundário.
Pois, é. Dumbo teve um parente que veio do oceano. Quem disse isso foram pesquisadores mericanos e britânicos, que afirmaram que o elefante poderia ter um ancestral aquático, segundo estudo publicado nesta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Os malditos cientistas aprontaram mais uma! Dessa vez, conseguiram uma explicação pro mito da destruição de Sodoma e Gomora.
Pesquisa analisou misterioso osso da coxa do hominídeo africano Orrorin tugenensis. Conclusão é que criatura andava ereta, tal como australopitecos, bem mais recentes. Uma dupla de pesquisadores americanos pode ter conseguido um feito raro nos estudos sobre a evolução humana: simplificar um pouco as coisas, em vez de complicá-las. Analisando a anatomia de um dos mais antigos ancestrais do homem, o Orrorin tugenensis, de 6 milhões de anos, eles concluíram que ele era bípede, com um andar muito parecido com o dos australopitecos, velhos conhecidos dos antropólogos.
Uma espécie de minhoca de 30 cm de comprimento, que vivia no fundo do mar, pode ter sido o primeiro ser vivo a praticar sexo, há pelo menos 565 milhões de anos, segundo descoberta da paleontóloga Mary Droser, da Universidade da Califórnia Riverside. A paleontóloga e sua equipe argumentam que o ecossistema da Terra já era complexo muito antes do que se pensava, ainda na Era Neoproterozóica, quando começaram a aparecer os primeiros organismos multicelulares.