Afinal de contas, Nelson Mandela morreu na prisão? Algumas pessoas acham que sim. Outras têm absoluta certeza. Mas, não. Ele saiu da prisão para se tornar presidente da República Sul Africana, falecendo em 5 de dezembro de 2013. Por que as pessoas acham que ele morreu? Isso é um fenômeno chamado Falsa Memória, e é um problema quando você precisa entrevistar testemunhas.
Claro, o mundo não seria o mundo se não tivesse algum espertão tentando usar isso para defender uma agenda esotérica. Afinal, isso é sinal que Nelson Mandela morreu na prisão, mas em outra dimensão?

A religião é baseada em fé. O bom religioso tem uma fé inabalável, e os cristãos tem a sua fé direcionada a Cristo Jesus. De acordo com a própria Bíblia, para aquele que tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda, nada será impossível (Mateus 17:20). Não só isso, o próprio Jesus disse que o que lhe pedirem, ele atenderá “para que o Pai seja glorificado no Filho.” (João 14:13,14, Marcos 11:24, João 16:23,24).
E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação. Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos. Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).
Estamos começando 2018. Ano Novo, vida nova, mas com certeza teremos os idiotas de sempre. Até que eles têm estado em menor número, mas vai saber! Sempre poderemos nos surpreender com as novas sandices, incríveis loucuras desvairadas e xingamentos em profusão. Esperar que essa ralé tenha um mínimo de noção? Isso é um sonho tão tolo que só rindo, mesmo.
Hoje é o primeiro dia do ano de 2018. Começa mais um ciclo ao redor do Sol. Chamamos isso de ano, e este que vem é mais um dos muitos que vivi, mas não será como os anteriores. Nunca são a mesma coisa. Alguns sempre dizem “Graças a Deus que o Ano Acabou”. Falam isso TODO ano. Eu não sei, acho que sou um afortunado por esperar o melhor a vir, sem amaldiçoar o que se foi. Um ano pode ser ruim, mas eu fico impressionado que para certas pessoas nunca está bom. Eu nunca penso assim. Eu vejo a chegada do ano Novo como um luar.
Você espera que o ano que chega seja melhor que o ano que passou. Isso TODOS OS ANOS. Toda vez a reclamação generalizada mimimi esse ano foi uma bvosta´, ficando eu me perguntando como assim a vida dessa gente nunca melhora? Bem, o que se faz, então? Já que a coisa não anda, não custa contar com os poderes do oculto, magias simples que as pessoas fingem que não é que seja magia, são apenas simpatias. Você conhece várias. Todo mundo conhece. Que tal falarmos sobre elas?
Eu fico tranquilo com o Rio de Janeiro. Não é só aqui que tem políticos imbecis e uma população retardada que elege estes políticos imbecis. Já não bastando quem são os candidatos a governador para o próximo pleito (tanto no Rio quanto São Paulo), temos aquelas tosqueiras que são responsáveis pelas leis estaduais. Não é preciso ser nenhum gênio para conseguir se eleger deputado federal, quanto mais deputado estadual. Um exemplo de tosqueira é o deputado Feliciano Filho, do PSC. Veganzinho do coração e defensor dos animais (mas que eu aposto que tem inseticida em casa), ele idealizou um projeto-de-lei que visa não ter carne às segundas-feira em colégios estaduais e restaurantes que alimentam funcionalismo público. Motivo? Nos conscientizarmos nos animais fofinhos (como os que morrem barbaramente durante as colheitas).
Até onde vai a pesquisa científica, e quando é suficiente, a ponto de parar tudo, pois cruzou-se os últimos limites da Ética? Numa época que comitês de ética em pesquisa científica era algo que sequer era aventada, John B. Watson, criador do termo “behaviorism” estava transitando naquela área nebulosa entre o certo e errado. Para saber mais é preciso tudo? Bem, ele não se preocupou com isso, nem ninguém se preocupava. Mas isso até o momento que resolveu torturar um bebê para saber de onde vinha o nosso medo.