
Nesta casa só aceitamos Ciência!
A Apple, famosa por suas inovações, lançou seus novos preços. Ah, sim, ela anunciou seus produtos, mas o importante é o preço, mesmo, já que os produtos são mais do mesmo, apenas com uma maquiagenzinha, o que é normal em várias empresas (e na Apple principalmente). Daí, me chamou a atenção… ok, não chamou. O que me chamou a atenção foi todo mundo deslumbrado pois os novos iRelógios estão com a incrível capacidade de fazer um ECG direto no seu pulso. Ele vai avisar quando você estiver com arritmia, vai soar alarmes e os Thunderbirds irão lhe resgatar. Uma grande inovação, certo?
Bem, é a tendência Apple inovando como nunca, copiando como sempre, e seguindo marketing exagerado de suas coisas. Mas quando uma empresa comete uma cagada no projeto de seu telefone, deixando-o que nem uma pedra so de segurá-lo, e o seu CEO diz que a culpa é das pessoas por estar segurando errado, o que se pode dizer?
Sentindo palpitações por ver enganação correndo solta, esta é a sua SEXTA INSANA!
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O Museu Nacional foi destruído. Mal sobraram as paredes e umas pouquíssimas coleções. Tudo perdido. Tudo virou cinzas. Tudo virou lágrimas e desespero. A incompetência generalizada deste país fez com que 200 anos de Museu e bilhões de anos de história se perdessem. Começou o empurra-empurra de responsabilidades, quando, no final, ficará por isso mesmo.
Eu gosto de soluções mágicas. Elas funcionam no mundo maravilhoso que aquele problema é único e não refletirá em mais nada. Assim, resolvesse o galho e todo mundo cavalga em direção ao pôr-do-sol ao som de Enio Morricone. O problema é que a realidade caga e anda pra isso e tudo o que se faz tem impacto, de um jeito ou de outro. Só quem não sabe disso são os jêneos que resolveram como melhorar o mundo: Encher o Saara de fazendas eólicas e solares de forma a suprir as necessidades energética do mundo inteiro.
Eu comecei o Voz dos Alienados numa forma de não ficar poluindo (muito) a área de comentários dos posts. Ficava uma loucura descontrolada. Daí, a ideia de fazer um artigo separado só com a melhor mostra de imbeclidade, creme de la creme do retardo mental. Um amigo deu a ideia de chamar Voz dos Alienados, que é quando damos voz a estes imbecis, mas não sem ter resposta à altura
Algumas histórias são estranhas, até loucas. Muitas não faazem o menor sentido é seria mais do que natural que ninguém acreditasse. Só que o mundo não está nem aí para o senso comum, e muitas histórias, por mais esquisitas, pitorescas e totalmente sem noção são, entretanto, pura verdade.
E depois que o Museu Nacional virou cinzas, descobrimos que o filme da Educação está queimado também. Motivo? Nada não. Só o fato que nenhum (“nenhum” significa NENHUM!) dos estados conseguiram atingir a meta proposta para o IDEB, mas isso não é surpresa. Só as puras almas cândidas chegaram a aventar que conseguiriam atingir a meta.
Eis-nos aqui. Era para ser um momento de celebrarmos, ainda com tristeza. Mas não há como. Não é uma morte que veio de causas naturais, a não ser que por “natural” você entenda o descaso patente de uma tribo burra, selvagem e ignorante. Um bando de incultos que não têm apreço pela Cultura. Ninguém pareceu se importar no estado até que as chamas irromperam. Séculos de escritos, documentos e pesquisas estão perdidos. Não adianta sequer imaginar a reconstrução física, pois o valor que lá tinha poderia ser alocado numa choupana que ainda assim seria inestimável. Talvez, numa choupana estivessem mais seguros.
Sempre propagam mitos e mais mitos. Ao longo da História muitas histórias ficaram tidas como verdadeiras, mas são mentiras ou desvios da verdade. As coisas não são bem como voc~es aprenderam e uma mentira repetida acaba virando verdade. Em tempos de internet, mais mitos acabam sendo criados. Edison inventou a lâmpada elétrica? Heidy Lamarr inventou o wi-fi? Napoleão era baixinho, né? E o telefone?
Todos são iguais perante a Lei. Exceto se você for de uma igreja. Daí você é mais igual que os outros. Já não basta a alta concentração de facilidades e isenções que as igrejas possuem (consultem o artigo do