O trabalho do cientista Richard Wiseman contra a crença na existência de fantasmas ganhou força em 2003, após uma exaustiva pesquisa na qual centenas de pessoas passaram madrugadas em dois pontos considerados fantasmagóricos da Grã-Bretanha: os castelos de Hampton Court (Inglaterra) e South Bridge Vaults (Escócia).
Nos dois locais, há centenas de registros de aparições, com várias testemunhas. Porém, o cientista chegou à conclusão de que uma força magnética natural, aliada ao subsconsciente, explica todos os eventos. Tudo não passa de “sensações”. Continuar lendo “Cientista derruba mito de castelos mal-assombrados”

Das mãos de um povo nômade surgiu uma das maravilhas da Antigüidade: uma cidade esculpida em arenito que resistiu à ação do tempo. Por 600 anos, uma cidade encravada no deserto da Jordânia foi considerada lenda, como Atlântida ou Tróia. Apesar de dezenas relatos ancestrais, que descreviam com precisão os monumentos grandiosos esculpidos em rocha, ninguém foi capaz de localizá-la até o início do século XIX.
A Bíblia os descreveu como um povo belicoso e bárbaro, mas os arqueólogos têm uma opinião bem diferente acerca desses antigos habitantes de Canaã. Para o senso comum, a palavra “filisteu” designa um indivíduo inculto e carente de inteligência, com interesses vulgares e puramente materiais. Um sujeito convencional, desprovido de toda e qualquer capacidade intelectual. Porém, para os arqueólogos, o termo evoca algo muito diferente.
Para entender como a evolução produziu a biodiversidade, é preciso estudar dois fatores: a) como as espécies mudam através do tempo e b) como uma espécie se torna duas ou mais. O primeiro deles é bastante estudado, como o desenvolvimento dos bicos dos tordos estudados por Darwin, a resistência de insetos a pesticidas, etc. Entretanto, alguns críticos da teoria da evolução argumentam que ela não explica de forma convincente a origem de novas espécies. Dizem que membros de uma espécie não podem se tornar tão diferentes de outros indivíduos através da variação natural a ponto de se tornarem duas espécies não intercruzantes.
Sempre haverá entre nós uma inquietação quando olharmos para o céu noturno ornado com um número quase infinito de estrelas: será que nosso planeta foi, entre um sem-número de locais de nossa galáxia, o único que reuniu condições adequadas para o surgimento e desenvolvimento da vida? Ou será que a existência de seres vivos é um processo comum e estaríamos cercados por um grande número de planetas habitados?
O céu noturno, quando a Lua não está presente, é sempre uma visão maravilhosa. Se tivermos sorte de estar em um lugar pouco iluminado e sem poluição, como ainda é o caso em algumas localidades no interior do Brasil, podemos ver, em uma única noite, milhares de estrelas. No alvorecer da consciência humana, há milhares de anos, aprendemos a olhar para o alto e nos impressionar com as estrelas. Aqueles pequenos pontos de luz, de diferentes tamanhos e cores, dia após dia estimulavam a curiosidade de indivíduos que, embora sem entender o porquê daquele espetáculo, contemplavam e indagavam se aquilo influenciaria de alguma forma suas vidas.
O café é um elemento presente na nossa cultura e no cotidiano do brasileiro. Quem gosta, toma por prazer. Outros, por simples costume. E há quem veja, nas propriedades da bebida, aliados perfeitos na reposição energética diária. Mas como fica a conciliação de café e atividade física? Quais são as substâncias presentes nele que podem melhorar o desempenho dos atletas? Por outro lado, quais são os efeitos negativos que o consumo dessa bebida pode causar no rendimento físico a longo prazo?
Daiane dos Santos: 40% européia. Neguinho da Beija Flor: 67% europeu. Djavan: 30% europeu. Os números, divulgados com um bocado de alarde pela rede BBC Brasil ao longo da semana que passou, vieram de um teste de ancestralidade conduzido por Sergio Danilo Pena, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um dos principais geneticistas do Brasil. Como a idéia do teste de DNA, feito com nove celebridades negras brasileiras, era redescobrir as origens africanas dos famosos, houve quem ficasse com um certo gosto de cabo de guarda-chuva na boca. Falou-se até em boicote “da elite científica” ao recém-criado sistema de cotas nas universidades. À primeira vista, circular com uma camiseta levando os dizeres “100% Negro” no Brasil virou uma impossibilidade lógica.
Celular causa câncer? Macs são a prova de vírus? Os caçadores de mitos da PC World esclarecem essas e outras dúvidas.