Vaticano institui novos Pecados Capitais

pecado.jpgOs chatólicos romanos atacam de novo com um caminhão de besteiras. Toda semana inventam alguma idiotice para aparecer na TV. Dessa vez, Chico Bento XVI resolveu rezar mais que o padre (com muito trocadilho) e resolveu ser mais original e criou novos pecados capitais.

Exatamente isso, meu caro. Bentinho (o Papa e não o personagem de Machado de Assis) achou que 7 era pouca coisa e adicionou mais alguns pecados na lista, que passa a constar também manipulação genética, uso de drogas, desigualdade social e poluição ambiental, pelos quais os bestões cristãos devem pedir perdão, segundo a nova lista apresentada pela Santa Sé. Continuar lendo “Vaticano institui novos Pecados Capitais” →

Inferno Desmascarado

inferno.jpgAh, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.

Aquele belo recanto agradável que os amantíssimos religiosos – ciosos de seu amor cristão – fazem questão que nós, céticos, sejamos jogados para nunca mais sairmos de lá. :-D

Infelizmente, para os religiosos, aí está mais um sério problema teológico: O que é o Inferno? Onde ele fica? De onde veio esse mito? Será inteiramente bíblico? Hummm… É exatamente isso o que examinaremos agora.

Os toscos religiosos podem sapatear, espernear, arrancar os cabelos e esbravejarem o quanto quiserem; mas não há NENHUMA menção de “Inferno” – como sendo um lugar de tormento eterno – na Bíblia, conforme as religiões cristãs pregam. A bem da verdade, o que temos são traduções canhestras de quatro palavras diferentes: Sheol, Hades, Geena e Tártaro. Senhoras e senhores, peguem as suas roupas de amianto e me acompanhem, pois este será um artigo quente. :twisted:
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Inferno Desmascarado

inferno.jpgAh, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.

Aquele belo recanto agradável que os amantíssimos religiosos – ciosos de seu amor cristão – fazem questão que nós, céticos, sejamos jogados para nunca mais sairmos de lá. :-D

Infelizmente, para os religiosos, aí está mais um sério problema teológico: O que é o Inferno? Onde ele fica? De onde veio esse mito? Será inteiramente bíblico? Hummm… É exatamente isso o que examinaremos agora.

Os toscos religiosos podem sapatear, espernear, arrancar os cabelos e esbravejarem o quanto quiserem; mas não há NENHUMA menção de “Inferno” – como sendo um lugar de tormento eterno – na Bíblia, conforme as religiões cristãs pregam. A bem da verdade, o que temos são traduções canhestras de quatro palavras diferentes: Sheol, Hades, Geena e Tártaro. Senhoras e senhores, peguem as suas roupas de amianto e me acompanhem, pois este será um artigo quente. :twisted:
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Estudo atesta: Moisés era “doidão”

moises_doidao.jpgQuando a gente fala que de cara limpa ninguém acredita nas pataquadas da Bíblia, me chamam de herege e que eu irei arder no inferno, depois de sofrer muito aqui na Terra com um câncer, que minha mulher vai me trair, meus filhos se transformarão em lumbrigas e que Jesus me baixará a porrada, entre outras coisas lindas saídas do amoroso coração dos bestões cristãos.

Só que dessa vez a história é outra. Num artigo provocador publicado nesta semana no periódico de filosofia “Time and Mind”, Benny Shanon, professor de psicologia cognitiva da Hebrew University of Jerusalem afirmou que Moisés – o maior corretor de imóveis da Bíblia (afinal, para fazer uma galera andar 40 anos só para ver um terreno, o cara tem que ser bom) – usou drogas de efeito psicodélico. Ou seja, Moisés tava doidão. Shanon considera que o consumo de psicotrópicos fazia parte dos rituais religiosos dos judeus mencionados pelo livro do Êxodo na Bíblia. Aquela parada de queimar ervas, se embeber em sangue e adorar uma estátua em forma de bezerro é coisa de quem puxa um “da lata”. :-D Continuar lendo “Estudo atesta: Moisés era “doidão”” →

A Aposta de Pascal

deus_dados.jpgConsideremos este ponto e digamos o seguinte: “Ou Deus existe ou não existe.” Mas qual das alternativas devemos escolher? A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir. No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta?

Blaise Pascal, Pensamentos (edição póstuma, 1844)

De acordo com Pascal, de um jeito ou de outro, todos nós jogamos dados com Deus, mesmo ele não jogando dados com o Universo. ;)

Pascal admitiu que é impossível “provar” que Deus existe – de fato, afirmou ele, a razão humana é incapaz de provar qualquer coisa com certeza. Isso daria a pensar que Pascal era agnóstico, mas não é verdade. Afinal, para ele, a principal pergunta residia no fato se convinha a alguém acreditar na existência de Deus, e sua resposta era que você seria tolo se não acreditasse. Isso faz de Pascal um teísta, posto que ele tentou mostrar matematicamente que seria um péssimo negócio não acreditar em Deus. Continue lendo »

Encontrado o maior fóssil de réptil marinho

pliossauro.jpgSó para sacanear os idiotas que acreditam no criaburricionismo, cientistas noruegueses afirmam que o fóssil de um réptil marinho gigante encontrado numa ilha do oceano Ártico, em 2006, é o maior já encontrado. Só que não basta afirmar, é preciso demonstrar o achado.

O fóssil em questão pertence ao pliossauro, que viveu na era jurássica – há 150 milhões de anos – e foi descoberto numa das ilhas do arquipélago norueguês de Svalbard. Junto com outros 40 répteis, a espécie forma uma “coleção de tesouros” identificada no local. Continuar lendo “Encontrado o maior fóssil de réptil marinho” →

Moralidade, Ética e Religião

Por Marcos de Almeida

ethics-1.gifÉ possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos. Continuar lendo “Moralidade, Ética e Religião” →

A filosofia entre a religião e a ciência

Por Bertrand Russel

bertrand_russel.jpgOs conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia. Continue lendo »

Examinando a Religião

religiãoPor Voltaire
Extraído do dicionário Filosófico

Voltaire, é considerado como o melhor representante do intelectualismo do século XVIII. Em seu Dicionário Filosófico, Voltaire ataca as mazelas da França de sua época e os absurdos do fanatismo religioso. Neste verbete, o autor – cujo verdadeiro nome era François-Marie Arouet – analisa filosoficamente a religião, mediante sua óptica e seu intelecto.

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A relatividade do errado

relatividade_errado.jpgPor Isaac Asimov

Outro dia eu recebi uma carta. Estava escrita à mão em uma letra ruim, tornando a leitura muito difícil. Não obstante, eu tentei devido à possibilidade de que fosse alguma coisa importante. Na primeira frase, o escritor me disse que estava se formando em literatura Inglesa, mas que sentia que precisava me ensinar ciência. (Eu suspirei levemente, pois conhecia muito poucos bacharéis em literatura inglesa equipados para me ensinar ciência, mas sou perfeitamente ciente do meu estado de vasta ignorância e estou preparado para aprender tanto quanto possa de qualquer um, então continuei lendo.) Continuar lendo “A relatividade do errado” →