O termo Dimensão costuma gerar muita confusão com o pessoal leigo ou não técnico, e exatamente por esse motivo é explorado por místicos, profetas da nova-era, pretensos paranormais e mesmo, “vigaristas científicos”, pessoas que só falam ficção com o intuito de se mostrarem como gênios perante os demais.
Dentro desse contexto, um exemplo muito comum é o de pessoas que se referem a “habitantes de outra dimensão”. Como facilmente podemos perceber, aqui o termo é empregado como um “lugar diferente do nosso universo” e seja na ficção-científica, seja em seitas ou religiões espíritas, etc, a imagem mais apropriada, neste caso, seria de um “universo paralelo” ou um outro universo. Este mesmo significado se aplica quando o termo é empregado para referenciar as chamadas “dimensões astrais”, “dimensões espirituais”, etc. Em outras palavras, nestes casos a palavra Dimensão não está em seu conceito ordinário ou matemático. Continuar lendo “Dimensões e Tolices”

C. Dennis McKinsey
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.
Todos nós já ouvimos falar sobre “alquimia”. Muitos vêem como algo hermético, cheio de “saberes ocultos”, com conceitos mágicos apenas ao alcance de iniciados. Mas não é bem assim. Sua história mostra que nada tinha de “mágico” ou “hermético” na antigüidade. Na verdade, era uma ciência como todas as de hoje. Uma ciência que evoluiu e acabou recebendo outro nome. Mas, como começou a alquimia mesmo? Qual o seu nome atual?
Esses toscos religiosos não têm jeito. Se fosse casos isolados, tudo bem. Mas, pombas, a cada 5 minutos aparece uma notícia de um desgramado fio duma égua atacando crianças.
Malditos cientistas! Olha só o que arrumaram desta vez: descobriram que morcegos nem sempre tiveram a capacidade de usar seu sonar, porque a sua morfologia (a forma de seu corpo) impedia tal coisa. Tal descoberta foi feita graças ao achado de um fóssil de um morcego primitivo, que por sinal, deve estar fazendo muito criaburricionista se rasgar de raiva.
O mundo continua cada vez mais maluco! Não que eu efetivamente esperasse alguma melhora. Bem, dessa vez a notícia é trazida pela
Mais uma vez a o papa Bento XVI, que não deve ter muito o que fazer, anda enchendo o saco contra a ciência. Talvez, se ele fosse como alguns antecessores dele (como
Uma pequena comunidade religiosa vem chamando a atenção dos capixabas. É a seita Tabernáculo Vitória, localizada no bairro Santa Tereza, região da Grande Santo Antônio, em Vitória (ES). O grupo, que se prepara e acredita que o dia do juízo final está próximo, é formado por famílias que vivem isoladas, sem contato com parentes, em uma espécie de condomínio fechado. Para fazer parte da igreja, elas se desfazem de todos os bens pessoais.
O projeto de lei 5476/01, que exigia o fim da cobrança da tarifa básica de telefone, foi o principal alvo de ligações para o serviço 0800 da Câmara. De acordo com a chefe da Central de Comunicação Interativa da Câmara, Fátima Novais de Sousa, desde 2004 houve 1.177.345 (66% do total) telefonemas de apoio ao projeto, sendo que 257.729 só no ano passado.