Um estudo das características faciais sugere a imagem da relíquia da Vinci é, na realidade, o próprio rosto que poderia ter sido projetado sobre o pano. O Sudário, cujo tema já abordamos aqui, foi considerado por gerações de fiéis que o rosto de Jesus crucificado, que foi o embrulhado, mas a datação por carbono-14 feita pelos cientistas aponta para a sua criação na Idade Média.
A hipótese foi levantada pela artista americana Lilian Schwartz, consultora gráfica da Escola de Artes Visuais de Nova York e famosa por ter associado, na década de 1980, o rosto de Mona Lisa ao autorretrato de Da Vinci. “Estou empolgada com isso”, disse Lilian, segundo reportagem do jornal The Daily Telegraph. “Não há dúvida, na minha cabeça, de que as proporções sobre as quais Leonardo escreveu foram usadas na criação do rosto nesse Sudário”. Continuar lendo “Santo Sudário pode ser foto de Da Vinci”

Segundo a nova pesquisa na revista Proceedings of the Royal Society B, em 01/06, um novo fóssil de primata encontrado em Miamar (antigamente conhecido como Birmânia, e mais anteriormente do Rambo colocar os pés lá) sugere que o ancestral comum dos seres humanos, macacos e símios evoluíram a partir de primatas na Ásia, na África não como muitos pesquisadores acreditam. Obviamente, este é o ponto onde os débeis mentais começam sua ladainha escrota sobre o homem ter vindo do macaco, que nossa tia é a Chita ou qualquer outra idiotice vinda de gente que acredita em unicórnios, insetos que possuem quatro patas e morcegos são aves. E macacos são a designação genérica para 200 espécies de primatas. Os seres humanos descendem de um ancestral comum com os primatas. Nao do macaco, como dizem os religiosos.
Há exatos 60 anos a Fundação de Pesquisa Gravitacional, nos Estados Unidos, premia autores de artigos científicos considerados importantes sobre temas relacionados à gravidade e à gravitação. Mas em nenhuma edição do prêmio os brasileiros estiveram tão presentes quanto na deste ano, tendo levado um segundo lugar e sete menções honrosas.
A corrida por memórias mais rápidas, de maior capacidade e cada vez mais miniaturizadas parece não ter fim. E provavelmente não terá. Mas agora começou uma nova corrida, à medida que cresce a preocupação com a manutenção dos dados digitais para a posteridade.
Em 2030, a biotecnologia poderá contribuir com até 2,7% do PIB dos países industrializados e ainda mais nos países em desenvolvimento, de acordo com um novo relatório elaborado pela OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development). Para comparação, hoje a biotecnologia responde por menos de 1% do PIB dos países europeus.
Imagine uma mesa de jantar na qual Jesus Cristo e Charles Darwin (1809-82) compartilhariam uma refeição. É, para dizer o mínimo, uma imagem insólita. Mas não se trata de uma tentativa de recriar a última ceia: se pudesse escolher com quem gostaria de compartilhar sua última refeição, provavelmente seriam eles que o zoólogo Richard Dawkins,
A complexidade da economia de um país pode determinar o seu nível de renda e ajudar a prever a sua capacidade de crescimento. É o que afirma um novo estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
Em um discurso, o presidente francês Nicolas Sarkozy disse que as burcas não tinham lugar na França, já que são um símbolo de subjugação das mulheres. Burcas são aquelas vestes esquisitas que cobrem as mulheres dos pés à cabeça, muito mal deixando os olhos à mostra. Isso quando deixa mostrar os olhos. Segundo a tradição islâmica, mas não com fundamentada no Alcorão, o corpo das mulheres devem ser cobertos para que não haja incitação à luxúria.
Um estudo realizado na Nova Zelândia sugere que a evolução molecular dos mamíferos é mais acelerada em regiões de climas mais quentes. Os pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Auckland analisaram pares de mamíferos da mesma espécie e descobriram que o DNA dos que vivem em climas quentes muda com mais rapidez.
O progresso científico-tecnológico trouxe inúmeros desafios à humanidade. No segmento da saúde, descobertas fundamentais foram feitas após a Revolução Industrial, particularmente com o início da era pasteuriana, em fins do século XIX, e permitiram expectativa média de vida, ao menos em países socialmente desenvolvidos, em torno de 80 anos atualmente.