Há muito debate na Internet; infelizmente, grande parte dele possui péssima qualidade. O objetivo deste documento é explicar os fundamentos da argumentação lógica e possivelmente melhorar o nível dos debates em geral.
O Dicionário de Inglês conciso de Oxford (Concise Oxford English Dictionary) define lógica como “a ciência da argumentação, prova, reflexão ou inferência”. Ela lhe permitirá analisar um argumento ou raciocínio e deliberar sobre sua veracidade. A lógica não é um pressuposto para a argumentação, é claro; mas conhecendo-a, mesmo que superficialmente, torna-se mais fácil evidenciar argumentos inválidos.
Há muitos tipos de lógica, como a difusa e a construtiva; elas possuem diferentes regras, vantagens e desvantagens. Este documento discute apenas a Booleana simples, pois é largamente conhecida e de compreensão relativamente fácil. Quando indivíduos falam sobre algo ser “lógico”, geralmente se referem à lógica que será tratada aqui. Continue lendo »

Sejamos sinceros, tem algo de muito, MUITO, errado com a humanidade. Não que as pessoas sempre foram boazinhas, nunca houve guerra, mortes assassinatos e nem a pedofilia.
Ceticismo, Ciência & Tecnologia sempre gosta de trocar artigos com outros amigos blogueiros, principalmente com o
Muitas culturas têm um deus. E considerando que todas essas culturas são diferentes entre si, todos esses deuses acabam sendo diferentes entre si também.
Você sabe como Jesus é, certo? Cabelos levemente cacheados, barbudo, alto e com cara de quem nasceu na Palestina, não é mesmo? Mas, aí somos obrigados a perguntar: Tem certeza? De onde você tirou esta idéia? Você sabe como era a aparência do X-Man Palestino ou sabe apenas a descrição que lhe disseram? Para ser sincero, eu acho que você deveria rever os seus conceitos.
Os chatólicos romanos atacam de novo com um caminhão de besteiras. Toda semana inventam alguma idiotice para aparecer na TV. Dessa vez, Chico Bento XVI resolveu rezar mais que o padre (com muito trocadilho) e resolveu ser mais original e criou novos pecados capitais.
Ah, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.
Consideremos este ponto e digamos o seguinte: “Ou Deus existe ou não existe.” Mas qual das alternativas devemos escolher? A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir. No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta?
É possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos.
Por Voltaire