C. Dennis McKinsey
(extraído do livro “The Encyclopedia of Biblical Errancy”)
Qualquer filosofia, teoria ou ideologia que se baseia essencialmente na fé, irracionalidade e obediência cega a alegações, propostas e promessas não comprovadas é altamente vulnerável a críticas e ataques. As afirmações de gente que se baseia mais na fé que na razão, mais na crença que em provas, mais na obediência que no livre exame e mais na superstição que na ciência estarão sempre sujeitas à contestação e à refutação.
A estratégia básica do Novo Testamento em resposta a estes problemas consiste na solificação e no isolamento. Os adeptos são levados a se tornarem tão firmes em sua fé que nenhuma evidência em contrário será capaz de abalar sua decisão. A atitude que o Novo Testamento procura criar é “Eu não me importo com nenhuma evidência que possa existir que prove que vários fenômenos ou preceitos no Novo Testamento são fraudulentos e que o livro é basicamente uma ferramenta de doutrinação usada por um grupo dominante. Se está na Bíblia, então é verdade”. Depois que este ponto de vista foi gravado na mente, a porta se fecha para qualquer outro diálogo. A razão não é mais necessária, Jesus está no controle. Continuar lendo “Como a fé bíblica se protege dos críticos”

A segunda maior autoridade doutrinária do Vaticano disse na segunda-feira que o casamento homossexual é um mal, e que o aborto e a eutanásia são formas de “terrorismo”.
Imagine um dia calmo de domingo. Crianças brincam inocentemente no parque. Os pais conversam e comentam fatos do dia-a-dia. Tudo normal na superfície do nosso lindo planeta azul.